Entrevista Professor José Batista Neto

Meus queridos,

para quem não se lembra, ou quem é do 9º b e não viu, o grupo de Ricarth, Gilmar e Nícolas, do 9ºa, apresentaram um trabalho no bimestre passado sobre o Governo Lula. Nele, os alunos entrevistaram o historiador e educador José Batista Neto professor da UFPE e Diretor do Centro de Educação. Batista fala um pouco sobre as mudança ocorridas na Educação no período do Governo Lula. Seguem as entrevistam! Assistam e comentem!

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Lula

Análise econômica do governo Lula:

http://www.ie.ufrj.br/hpp/intranet/pdfs/analise_comparativa_do_governo_lula_07_junho_2010.pdf

Outra notícia sobre Lula:

Filme sobre Lula é escolhido para tentar indicação ao Oscar

Votação aberta do Minc elegia ‘Nosso Lar’; lista dos indicados ao Oscar sai no dia 25 de janeiro

23 de setembro de 2010 | 13h 32
REUTERS

O filme “Lula, o Filho do Brasil”, de Fábio Barreto, foi escolhido para disputar pelo Brasil uma das indicações ao Oscar 2011, informou nesta quinta-feira o Ministério da Cultura.

Divulgação
Divulgação
Filme de Fábio Barreto concorre a uma vaga na disputa

A cinebiografia do atual presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva tentará concorrer a uma das cinco vagas na disputa pelo Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A inesperada escolha da Comissão de Seleção do MinC foi divulgada na Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

Uma enquete realizada pelo Ministério através de seu site oficial havia indicado o filme “Nosso Lar” como o favorito do público para a corrida ao prêmio, seguido por “Chico Xavier”, “Os Famosos e os Duendes da Morte”, “O Grão” e “Antes que o mundo acabe”.

“Lula, o Filho do Brasil” estava apenas em sexto lugar na pesquisa, e era uma improvável escolha entre os 23 filmes selecionados para a disputa. A pesquisa foi realizada entre os dia 8 e 20 de setembro.

A comissão de seleção era formada por membros do Ministério da Cultura, da Secretaria do Audiovisual, da Agência Nacional de Cinema do Brasil e da Academia Brasileira de Cinema.

A lista dos indicados ao Oscar 2011 será divulgada no dia 25 de janeiro, e a cerimônia de entrega está marcada para 27 de fevereiro.

http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,filme-sobre-lula-concorrera-a-vaga-em-disputa-pelos-oscars,614196,0.htm

FHC X LULA 2

FHC X LULA: Educação

http://www.estudosdotrabalho.org/anais6seminariodotrabalho/jaquelinerobertasilvaecarlosfonsecabrandao.pdf

http://www.isemanadeensinodehistoria.xpg.com.br/arquivos/trabalhos/37.htm

FHC X LULA: Política Externa

http://www.pralmeida.net/05DocsPRA/1227PolExtFHCLula.pdf

http://www.pucrs.br/edipucrs/IVmostra/IV_MOSTRA_PDF/Ciencias_Sociais/72115-NADIA_BARBACOVI_MENEZES.pdf

FHC X LULA: Diversos Pontos

http://visaopanoramica.wordpress.com/2009/08/05/comparacao-fhc-x-lula/

ALGUMAS CHARGES

FHC X LULA

Pesquisa do IBGE revela diferenças entre governos Lula e FHC

Vermelho 9 de setembro de 2010 às 12:05h

O Brasil melhorou ao longo dos últimos anos. Isto transparece na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada nesta quarta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que também constata a persistência de problemas como o analfabetismo, trabalho infantil (embora em queda) e domicílios sem acesso a rede de esgoto, entre outros.

A população brasileira cresceu 1% e totalizou 191,8 milhões de pessoas em 2009. É um contingente numeroso, o quinto maior do mundo, que hoje vive uma situação econômica um pouco mais confortável e promissora do que nos anos 1990, conforme revelam as estatísticas do IBGE.

Em ascensão – O rendimento médio mensal real de todas as fontes – incluindo os programas de transferência de renda – das pessoas com 10 anos ou mais de idade subiu 2,3% entre 2008 e 2009, pulando de R$ 1.064,00 para R$ 1.088,00, completando a quinta alta seguida desde 2004.

A renda domiciliar média mensal real cresceu 1,5%, passando de R$ 2.055,00 em 2008 para R$ 2.085,00 no ano passado. No acumulado desde 2004, o rendimento domiciliar acumulou 19,3% de alta. O índice de Gini, que mede a desigualdade social, caiu entre 2008 e 2009 para os domicílios particulares permanentes com rendimento de qualquer fonte. Neste caso, o indicador passou de 0,514 em 2008 para 0,509 no ano passado – quanto mais perto de zero, menor é a desigualdade.

Herança neoliberal – A renda mensal do trabalhador cresceu pelo quinto ano consecutivo. Todavia, ainda não recuperou os níveis da década de 1990. Em 2009, a renda média cresceu 2,2% e chegou a R$ 1.106. Já entre 2004 a 2009, a renda teve expansão de 20%. Mas o recorde ainda é o de 1996, que não considerava as regiões rurais da região Norte, quando o rendimento médio do trabalhador chegava a R$ 1.144. Na mesma comparação entre 2009 e 1996 –excluindo as áreas rurais–, a renda média no ano passado subiria para R$ 1.111.

De 1997 a 2004, o rendimento do trabalhador manteve queda constante, e a perda acumulada chegou a 18,1%, fechando 2004 em R$ 926 – o menor valor foi apontado em 1992, primeiro ano da série, com R$ 799. Os trabalhadores do Nordeste tiveram renda média de R$ 734 em 2009, a menor entre as regiões do país. No Centro-Oeste, os trabalhadores receberam R$ 1.309 médios, a maior do país.

Tais números refletem com fidelidade o buraco que o neoliberalismo deixou no bolso da classe trabalhadora. Foi uma herança perversa. Os governos FHC se notabilizaram pelo desemprego em massa, o arrocho dos salários e a progressiva precarização das relações trabalhistas.

Desigualdade e analfabetismo – Apesar da ligeira redução do índice de Gini, a desigualdade permaneceu alta no país. Os 10% da população ocupada com os rendimentos mais elevados concentraram 42,5% do total da renda do trabalho. Já os 10% com renda mais baixa foram responsáveis por apenas 1,2% das remunerações.

Outro problema que persiste aparentemente intocado é o analfabetismo, velha vergonha nacional. Em pleno século XXI, o Brasil ainda possui 14,1 milhões de analfabetos, o que corresponde a 9,7% da população com 15 anos ou mais de idade. Na comparação com 2008, houve queda de 1%. Naquele ano, a taxa de analfabetismo era de 10%. De 2004 a 2009, a taxa recuou apenas 1,8 p.p. (ponto percentual).

A distribuição regional do analfabetismo reflete as desigualdades nacionais. No Nordeste, 18,7% da população é analfabeta, ante 19,4% em 2008 e 22,4% em 2005. No Norte, os analfabetos representam 10,6% da população; no Centro-Oeste, significam 8%, e 5,7% no Sudeste. No Sul, temos a menor proporção: 5,5%.

Escolaridade melhora – O analfabetismo é maior entre os mais velhos, o que não deixa de sinalizar certo avanço. Do total de pessoas sem estudo, 92,6% têm 25 anos ou mais. Entre as pessoas com 50 anos ou mais, 21% não sabem ler e escrever. De 40 a 49 anos, são 9,3% de analfabetos. Na avaliação dos indivíduos de 15 a 17 anos, 1,5% são analfabetos. Entre a população de 18 a 24 anos, essa proporção chega a 2,1%.

O nível de escolaridade da população melhorou. Do total da população com mais de 25 anos de idade, 10,6% tem nível superior completo, ante 8,1% em 2004. Entre essa parcela da população, 12,9% não têm instrução –contra 15,7% em 2004. Outros 36,9% têm o ensino fundamental incompleto, e 8,8% finalizaram o ensino fundamental. Já 23% da população têm o ensino médio completo.

Mercado de trabalho – É notável o progresso realizado no mercado de trabalho, que explica o aumento da renda do trabalho. No ano passado, apesar da crise mundial, 483 mil trabalhadores foram formalizados, o que significou alta de 1,5% em relação a 2008. Ao todo, 32,4 milhões de empregados tinham carteira assinada em 2009, 59,6% do total, excluídos os trabalhadores domésticos, outros 28,2% não tinham carteira assinada, e 12,2% eram militares e funcionários públicos. O número é recorde. Na época de FHC mais de 50% dos empregados não tinham carteira assinada.

Se comparado a 2004, o contingente de pessoas empregadas com carteira cresceu 26,6%. No mesmo período, o total de trabalhadores aumentou 16,7%. A Pnad mostra ainda que 53,5% dos trabalhadores contribuíam para a previdência em 2009. Cinco anos antes, essa proporção era de 46,4%.

Crianças e adolescentes – O número de crianças e adolescentes que trabalham no país vem caindo nos últimos anos, mas no ano passado ainda havia 4,2 milhões de trabalhadores brasileiros com idade entre cinco e 17 anos, o que significa nível de ocupação de 9,8% do total das pessoas nessa faixa etária. Em 2008, esse número era de 4,4 milhões (10,2% do total).

Segundo dados históricos da Pnad, desde 1995, o percentual de crianças ocupadas entre cinco a nove anos caiu de 3,2% para 0,8% do total. Já entre os trabalhadores de 10 a 14 anos, o percentual desceu de 18,7% para 6,9%. Dos adolescentes de 15 a 17 anos, a média caiu de 44% para 27,4%.

Domésticos – O IBGE identificou 7,2 milhões de trabalhadores domésticos no ano passado, acréscimo de 9% frente a 2008. Ao mesmo tempo, o número de trabalhadores da categoria, com carteira assinada, apresentou expansão de 12,4%, ou 221 mil empregados a mais. De 2004 a 2009, houve aumento de 11,9% no contingente de trabalhadores domésticos. Em igual período, avançou 20% o total de empregados domésticos com carteira.

O contraste entre as realizações do governo Lula e a herança neoliberal do tucano FHC salta aos olhos. Mas a persistência de antigos problemas, como o analfabetismo e a dimensão arrepiante da desigualdade, indica será preciso avançar muito mais para construir uma nação mais justa, próspera e solidária.

http://www.cartacapital.com.br/politica/pesquisa-do-ibge-revela-diferencas-entre-governos-lula-e-fhc

Lula

Lula, sem sombra de dúvidas, é um fenômeno. Não colocamos juízo de valor algum nesta afirmativa, mas é notório como a figura do atual presidente da república é mostrada pelo mundo. Por isso, colocamos o link abaixo de duas matérias feitas sobre o presidente no ano de 2009.  No ano passado, Lula foi eleito pelos maiores jornais da França e Espanha, o Le Monde e o El País, como o homem do ano.  Isso mesmo, Lula a quem Barack Obama chamou de “o cara”. Eu que morei certo tempo fora do país fiquei impressionado como ele era bem visto e falado. Pois bem, seguem os links.

http://www.lemonde.fr/cgi-bin/ACHATS/acheter.cgi?offre=ARCHIVES&type_item=ART_ARCH_30J&objet_id=1110008

http://www.elpais.com/articulo/internacional/hombre/asombra/mundo/elpepuint/20091211elpepuint_1/Tes

Governo Fernando Henrique Cardoso

Governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002)

Estabilidade econômica e democratização das políticas sociais

Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
Divulgação/OEAFHC, do sucesso do Real ao desgaste do segundo mandato

Atualizado em 17 de fevereiro de 2010.

Fernando Henrique Cardoso ocupou o cargo de ministro da Fazenda no governo Itamar Franco. A estabilidade econômica e o controle da inflação alcançadas por meio do Plano Real abriram caminho para sua candidatura à Presidência da República, efetivada pela aliança partidária formada, majoritariamente, pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e o Partido da Frente Liberal (PFL, depois transformado em Partido Democratas).

Fernando Henrique, sociólogo e respeitado intelectual, elegeu-se presidente no primeiro turno com 55 % dos votos válidos. Popularmente chamado de FHC, assumiu a presidência em 1º de janeiro de 1995. A ampla aliança partidária que sustentou a candidatura e o governo possibilitou ao novo presidente contar com uma sólida base de apoio parlamentar. Isso permitiu a continuidade da política econômica e a aprovação de inúmeras reformas constitucionais.

Continuidade do Plano Real e reforma do Estado

No que se refere às reformas, o governo conseguiu que o Congresso Nacional aprovasse a quebra dos monopólios estatais nas áreas de comunicação e petróleo, bem como a eliminação de restrições ao capital estrangeiro. A ampla política de privatização de empresas estatais renovou o país, por exemplo, nas áreas de telefonia e de extração e comercialização de minérios.

O governo também cuidou que projetos de mudanças mais consistentes na estrutura e no funcionamento do Estado brasileiro fossem encaminhados a partir da discussão das reformas tributária e fiscal, da previdência social e dos direitos trabalhistas. O argumento era de que essas reformas e mudanças administrativas tinham por objetivo fomentar a modernização das estruturas estatais, a fim de sustentar o desenvolvimento econômico e a integração do país no mercado mundial.

Apesar das várias crises externas que impactaram a economia brasileira durante o período, graças à continuidade do Plano Real a inflação se manteve baixa, na casa de um dígito percentual anual, e assim continuou pelos anos seguintes.

Oposição versus Governo

No Congresso Nacional, as oposições, que taxavam as políticas governamentais de “neoliberais”, não tiveram forças para se opor, mas seguiram acusando o governo de defender os interesses do capital estrangeiro, de transferir para a iniciativa privada o patrimônio público, de eliminar direitos trabalhistas e de prosseguir com uma política econômica que prejudicava as camadas mais pobres.

O governo Fernando Henrique Cardoso rebateu as críticas, demonstrando que foram implementadas uma série de políticas sociais de transferência de renda para as populações mais pobres, através de programas como o bolsa-escola, o vale-gás e o bolsa-alimentação.

Avanços significativos foram alcançados nas áreas da educação, saúde (com a distribuição gratuita de medicamentos contra a AIDS e a criação dos remédios genéricos, vendidos a preços baixíssimos) e principalmente na questão agrária (com a implementação de um sólido programa de reforma agrária).

Apesar disso, durante toda a gestão Fernando Henrique Cardoso, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) promoveu por todo o país numerosas manifestações e invasões de propriedades agrárias, produtivas e improdutivas.

Estabilidade política e governabilidade

Apesar das críticas dos partidos de oposição às alianças políticas do governo, foi a forte base parlamentar de apoio a Fernando Henrique Cardoso que contribuiu decisivamente para a estabilidade política, um dos traços importantes da gestão FHC, pois, além de assegurar a governabilidade, consolidou a jovem e frágil democracia brasileira.

Reeleição

Contando com maioria parlamentar, o governo conseguiu que o Congresso Nacional aprovasse uma Emenda constitucional permitindo a reeleição do presidente da República. Desse modo, FHC disputou o pleito de 1998.

A aprovação da emenda da reeleição sofreu severas críticas da oposição, que acusou o governo de FHC de compra de votos de membros do Legislativo federal, o que jamais foi provado. Houve tentativas, por parte dos partidos oposicionistas, de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as denúncias. Não obstante, os governistas conseguiram barrar a abertura da chamada “CPI da compra de votos”.

FHC conseguiu se reeleger novamente em primeiro turno, contando com o apoio das mesmas forças políticas que sustentaram seu primeiro mandato. A aliança política congregava o PSDB, o PFL e parte do PMDB.

Um dos trunfos da propaganda eleitoral do governo para reeleger FHC foi a defesa da manutenção da política econômica. E, de fato, o governo prosseguiu com o programa de privatizações das empresas estatais e com o Plano Real.

Um dos pontos centrais para a manutenção da estabilidade econômica duradoura foi o controle dos gastos públicos. Foi visando a esse objetivo que o governo FHC aprovou, em maio de 2000, a Lei de Responsabilidade Fiscal. Tal Lei impede que prefeitos e governadores, e também o governo federal, gastem mais do que a capacidade de arrecadação prevista no orçamento dos municípios, dos Estados e da União.

A manutenção do Plano Real e das elevadas taxas de juros, as metas de ajustes fiscais e o controle dos gastos governamentais, contudo, não conseguiram dar conta de suprir lacunas deixadas pelas administrações anteriores. No setor elétrico, por exemplo, os baixos investimentos e a ocorrência de longa estiagem levaram ao colapso das centrais hidrelétricas, ameaçando o país com o chamado “apagão”. O racionamento de energia elétrica foi imposto e a economia brasileira sofreu um período de leve estagnação.

Reorganização das oposições

No primeiro mandato governamental, Fernando Henrique Cardoso conseguiu conter a oposição e aprovar com facilidade projetos políticos e reformas constitucionais. Porém, no segundo mandato, o presidente teve maior dificuldade de governar devido à reorganização das oposições.

No Congresso Nacional, o Partido dos Trabalhadores (PT) liderava a oposição. O PT articulou os movimentos sociais e sindicais e as esquerdas de modo geral, formando uma ampla frente de oposição parlamentar. O MST continuou a pressionar o governo, invadindo propriedades agrárias e ocupando sedes de órgãos governamentais. Em muitas ocasiões, as invasões desencadearam conflitos armados no campo. As centrais sindicais, também influenciadas pelo PT, promoveram diversas marchas e manifestações em defesa de reajustes e aumentos salariais.

Vitória da oposição

Ao se aproximar o pleito que escolheria o sucessor de Fernando Henrique Cardoso, o governo apoiou a candidatura do ministro da saúde, José Serra, do PSDB, em aliança com o PMDB. Os outros candidatos que disputaram o pleito foram: Luiz Inácio Lula da Silva (PT / Pc do B / PL / PMN / PCB), Anthony Garotinho (PSB / PGT / PTC), Ciro Gomes (PPS / PDT / PTB), José Maria de Almeida (PSTU) e Rui Costa (PCO).

Nenhum obteve índice de votação suficiente para se eleger no primeiro turno. Os dois candidatos mais votados foram Luiz Inácio Lula da Silva e José Serra. No segundo turno das eleições, Lula obteve 61,3 % dos votos; e José Serra, 38,7 %.

Eleito o novo presidente, Fernando Henrique Cardoso organizou a transição de modo a facilitar o acesso antecipado da nova administração às informações relevantes ao exercício do governo, fato até então inédito na história do país.

http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u75.jhtm

Entrevista com o músico Geraldo Vandré

Para quem não se lembra, Geraldo Vandré foi o compositor de uma das músicas mais entoadas no período da ditadura, Pra não dizer que não falei das flores ou Cantando. Após sua volta do exílio em 1973, Vandré nunca mais cantou e desapareceu do cícrculo midiático. Segue entrevistas recentemente dada por ele ao Globo News. Dica da professora Idalina Pires.

http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1620961-17665-337,00.html