A “TERCEIRA GUERRA MUNDIAL” E AS PERSPECTIVAS DA PAZ

Introdução para as reportagens

Caro leitor, tivemos disponibilidade de quatro repórteres, e cada um ficou encarregado de fazer uma reportagem, você ao ler as reportagens irá perceber que são falados de 4 conflitos diferentes e em locais também distintos, mas na realidade eles tem coisa em comum sim, como por exemplo as questões das terras, em todas as 4 reportagens existe problemáticas relacionadas com áreas, no caso dos judeus israelenses eles estão lá brigando pelas suas terras prometidas, o curdos por uma área para a sua etnia, os católicos na Irlanda lutam pela volta do território pego pelos protestantes britânicos e Kosovo é uma área que teve lutas por independência. Então é isto que nós desejamos mostrar, que há uma causa para tudo, inclusive para cada um desses quatro conflitos retratados, e também que mesmo em locais distintos, a luta por terras sempre foi algo que esteve muito forte a ponto de causar vários conflitos como alguns destes quatro e vários outros não citados aqui.

 

 

OS VERDADEIROS DONOS DA TERRA

A história do conflito árabe-israelense

Esse é um dos mais marcantes conflitos da atualidade.

É difícil escolher quem está certo e quem está errado, mas o que podemos afirmar é que esta guerra de terror não pode continuar

Por Danielle Patrícia

Em um passado remoto, os judeus deixaram o território Palestino quando os romanos apossaram-se da região, espalhando-se por distintas regiões da Europa.

Séculos depois, no ano de 635, durante a expansão Islâmica,  o povo árabe ocupa a Palestina e, no começo da idade moderna, a área foi conquistada pelos turcos e incorporada ao império Otomano.

Após a Primeira Guerra Mundial(1914-1918), o império Turco-Otomano foi separado e  a região do Oriente Médio foi repartida em regiões de influência da França e da Inglaterra.

Em paralelo, os Judeus(semitas) espalhados pela Europa, eram vítimas de perseguições  religiosas, políticas, raciais e econômicas.

O conflito árabe-israelense está extremamente ligados á disputa pelo território dessa região.

Desde meados do final do século XIX, muitos Judeus passaram á adquirir terras na região, tendo como principal objetivo o estabelecimento de um Estado judeu independente. Esta migração agrava-se ainda mais durante a Segunda guerra mundial, quando milhares de judeus vão á Palestina como modo de fuga do terror nazista.

Depois da guerra, com a opinião pública mundial afetada com a morte de mais de 5 milhões de Judeus, pelas mãos criminosas nazistas, a ONU consente a criação do  estado judeu na Palestina, em 29 de novembro de 1947(proclamada em maio de 1948). Também estabelece a criação de  um estado árabe-palestino na região- O que nunca chegou á acontecer.  Vários Judeus, vindos de todo o mundo, foram viver em Israel, provocando o atrito com a população árabe que morava na região e que discordava com a criação do estado para os  Judeus. Teve início, deste modo, os conflitos, que se estendem até os dias de hoje.

Os líderes de  Israel apoiadas pelos governos dos Estados Unidos da América, tiraram proveito desses conflitos armados para expandir o território Israelense, expulsando  os  árabes da região.  Tirados de seu território, os Palestinos distribuem-se pelos países árabes vizinhos  e passam á pedir o direito á uma pátria.

O confronto entre árabes e Israelenses teve momentos dramáticos destacados  pelo extremo ódio de organizações guerrilheiras palestinas, como o assassinato dos atletas judeus nas olimpíadas de Munique(Em 1972). Por sua vez, os israelenses também cometeram atrocidades contra seus opositores, como o massacre em campos de refugiados de Sabra e Chatila(No sul do Líbano).

No ano de  1964, os Palestinos criam a OLP(Organização para a Libertação da Palestina), que desde a criação tem Yasser Arafat como uma das suas principais lideranças.  Á partir do ano de 1974,quando foi á ONU como presidente da OLP, Arafat inicia a busca pelo apoio da comunidade  internacional para a fundação de um estado Palestino.

No dia 13 de Setembro de 1993, Arafar e o primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin assinam um primeiro acordo de paz, sob a mediação do presidente norte-americano Bill Clinton, este representa o início das negociações entre os dois povos.

Em 4 de novembro de 1995, Yitzhak Rabin é assassinado por um extremista Judeu que era contra a firmação de acordos de paz com os Palestinos.

A partir deste momento, a luta dos Palestinos vem sendo combatida pelos Israelenses. O processo é marcado por avanços e recuos, acordos planejados e não cumpridos,massacres civis e ataques suicidas, adentrou o século XXI, persistindo até os dias atuais e sem uma perspectiva de encerramento.

Depois da morte de Arafat em novembro de 2004, Mahmoud Abbas é escolhido como presidente da Autoridade Nacional Palestina(ANP).

Alguns especialistas afirmam que foram abertas novas possibilidades de negociação de paz na localidade.

DESABAFO DA ESCRITORA….

Tentativas não são o bastante, é preciso tomar uma iniciativa já, algo que estabeleça a  paz entre os povos. Meu Deus! Existem pessoas sendo dizimadas, entre elas crianças e idosos. É uma barbaridade, um absurdo. Onde está o estabelecimento da paz que a ONU tanto prometera? Para mim esta é uma farsa, e só piorou o confronto e a rivalidade entre os povos. Que eu me lembre foi ela quem dividiu o território de maneira injusta.

São necessários protestos pela paz, mobilizações mundiais.

Olá? Nós fazemos parte do mundo, e quem está morrendo? Pessoas como nós…

Alguns países de bastante influência até financiam um dos lados(prefiro não citar nomes)… Poxa! Se não quer ajudar, tudo bem, não atrapalhe.

E se cada um fizesse a sua parte para acabar com o conflito? E se buscássemos tentativas de acordo? Viva a diplomacia! Ela existe para isso.

Matar não resolve o problema, apenas adia a sua resolução.

Vocês, árabes e Israelenses, não esperem que o mundo resolva o problema de vocês sozinhos, nada vai adiantar se vocês não consentirem com o acordo selado. A paz só existirá se vocês realmente desejarem isto.

Alguns reclamam da visão dos terroristas que nós temos de vocês, os esteriótipos, mas vocês fazem por onde… Por que não chamar a atenção do mundo com algo não violento, ei? Mostrem que vocês não são apenas ridículos terroristas que matam o adversário de maneiras tão cruéis, o JN  estava certo…

Bem, é isso.

Espero que isto que acabo de falar tenha de algum modo tocado em vocês.

Você pode estar orgulhoso por estar lendo um texto de uma garota de 13 anos de idade, estudante, mas tudo isso é verdade.

 

Fontes.:

VICENTINO, Cláudio. História Integrada  8ª série O século XX. Ano de publicação:1997.

 

IMAGENS:

Fig. 1.0

Charge que ilustra a matança de árabes pelos Israelenses.

Vemos que ao lado do soldado de israel está o Tio sam,

o símbolo dos EUA, sendo ele utilizado para relembrar da ajuda vinda

Do governo do mesmo para os soldados de Israel

 

Fonte da imagem.:

:http://naufrago-da-utopia.blogspot.com/2009/05/conflito-arabe-israelense-temos-de.html

Figura 1.1

Pessoas correndo, buscando abrigo, em meio ao terror do conflito.

Fonte da imagem.:

http://www.grupoescolar.com/materia/conflito_arabe-israel.html

Figura 1.2

Várias imagens que ilustram o contexto de terror que estende-se sobre a disputa da região.

Fonte da imagem.:

http://contextopolitico.blogspot.com/2009/09/o-conflito-arabe-israelense-historia.html

 

 

Figura 1.3

“Até quando? Meu Deus.”

Fonte da imagem.:

http://blogdomensageiro.blogspot.com/2010/06/o-conflito-arabe-israelense-sob.html

 

Figura 1.4

Promessas de um novo mundo(Promises).

É um documentário exibido pela primeira vez em 2001.

Ele mostra relatos da vida de jovens em meio ao cenário

de terror em que vivem, o seu cotidiano, e o que eles pensam sobre

o assunto.

Fonte da imagem.:

http://liviamartramos.blogspot.com/2009/11/nomes-de-alguns-filmes-que-ajudam-na.html

 

Figura 1.5

Representação das duas partes do conflito.

Á direita, os Israelense e á esquerda, os Palestinos.

Fonte da imagem.:

http://antigasternuras.blogspot.com/2009/01/terra-santa.html

Figura 1.6

Conflito árabe-israelense.

Fonte da imagem.:

http://antigasternuras.blogspot.com/2009/01/terra-santa.html

 

Link de Vídeo.:

http://www.youtube.com/watch?v=foaPOycd1WE&feature=related

 


Cristãos ao invés de lutarem por Deus lutam por terras


Mesma crença, mas lados opostos. Católicos x Protestantes.

Por Danilo Luna

 

Senhoras e senhores, os cristãos ingleses, escoceses e irlandeses não parecem mais tão devotos, pois enquanto os protestantes da Inglaterra e Escócia cometeram o pecado da avareza ao tomarem 90% das terras ocupadas pelos católicos nas ilhas da Irlanda e Grã-Bretanha para si mesmos, e no caso dos irlandeses, aqueles que participaram da morte de cerca de 1800 pessoas quando estavam no grupo IRA já são pecadores ao tirarem a vida de outros seres-humanos. Para vocês leitores entenderem melhor o que eu estou a falar irei voltar alguns anos e contar o que aconteceu lá na Europa.

No século XVII o governo britânico resolveu pegar cerca de 90% das áreas ocupadas pelos católicos nas ilhas Irlandesas e da Grã-Bretanha e dar para os britânicos protestantes. É claro que e os católicos que habitavam nas áreas pegas não aceitaram isto facilmente, logo em 1921 criaram o partido Nacionalista para reivindicar a perda dessas terras. Em 1949 foi dividida a Irlanda em Irlanda do Norte e Irlanda do Sul, a parte de cima seria dos protestantes e a parte de baixo seria dos católicos, mas mesmo com essa divisão bem melhor do que a dos 90% os católicos não se contentaram com perder um parte das suas terras e por fim o partido Nacionalista acabou originando uma facção militar, o IRA (Exército Republicano Irlandês). Esta organização acabou sendo bem violenta a ponto de matar cerca de 1800 pessoas lutando pela volta das posses das terras. Os protestantes também organizarem grupos paramilitares contra o IRA,na realidade nunca passou pela cabeça deles a idéia de devolver as terras para os católicos, na realidade eles até os reprimiam enquanto simultaneamente a Inglaterra acobertava isto. Em 1994, houve um cessar-fogo entre as duas partes conflituosas, nesta época os protestantes decidiram fazer um acordo pela paz, chegando ao ponto de dizer que se o IRA não fosse mais um grupo armado aceitariam que a Irlanda tivesse um governo conjunto (ao invés de apenas católico, ou apenas protestantes com se pensava antigamente), o IRA acabou aceitando este acordo mesmo que não tenha se desarmado. Em 1998 foi feito o Acordo da Sexta-Feira Santa, ele dava mais autonomia a Irlanda do Norte e dividiu o poder desta parte para os católicos e também para os protestantes, mas o IRA não estava cumprindo seu acordo de se desarmar. Cada vez mais, os Estados Ocidentais começaram a pensar mais na problemática do terrorismo, e a organização do IRA era meio terrorista mesmo, e com a idéia de várias pessoas serem contra o que este grupo fazia, então ele disse que renunciou oficialmente suas lutas armadas. Realmente o IRA começou a desativar seus aparelhos paramilitares da organização, mas não o suficiente, a ponto de em 2006 a Comissão Internacional de Monitoramento afirmar que a organização ainda estava atuando em atividades paramilitares e criminosas.

Agora que o tema foi aprofundado você caro leitor deve ter entendido que há uma problemática na Irlanda que é religiosa e política, mas ela não é de hoje, pelo contrario, começou faz mais de um século, porém estes conflitos existem até hoje, de um lado o protestantes que já estão errados em tomar terras dos outros, do outro o IRA que é um grupo realmente agressivo que já deu fim a vida de várias pessoas, certo nenhum lado esta, mas para você, qual é o menos pior?

 

Fontes:

Adas, Melhem / Geografia – O mundo desenvolvido; comunicação cartográfica Marcello Martinelli. – 5. Ed. – São Paulo : Moderna, 2006

Imagens:

http://o7cinema.files.wordpress.com/2008/09/ira-e-menina.jpg

http://jpn.icicom.up.pt/imagens/mundo/IRA.jpg

Vídeos:

http://www.youtube.com/watch?v=vq-AshejGE4 (vídeo que mostra a atividade agressiva do IRA)

 

 

 

Minoria Curda em busca pela paz.

Por Marcelo Simões

Vítimas de preconceito e xenofobia, a minoria curda defende um Estado independente para os Curdos,

numa região que a eles já pertencia.

 

Os curdos são o maior grupo étnico sem nação do mundo, atualmente lutam por um lar. Sua história pode ser comparada à de Israel, que lutaram por uma nação, porém temos que ter em vista que a nação pela qual os Curdos lutam sempre foi deles, que estão na região há cerca de oito mil anos, ou seja, os países que delimitam esse espaço estão tomando terras Curdas.

A história desse povo começou na região da antiga Mesopotâmia, quando já abitavam a região e imigrantes vindos da Europa chegaram à essas regiões; A partir de então ouve uma miscigenação de povos, dando origem aos Curdos, que são portanto descendentes de indo-europeus.

A região habitada pelos curdos é denominada de Curdistão, e abrange a área da Turquia, Iraque, Irã, Síria, Armênia e Azerbaijão; Sendo pois o Curdistão, palco dos conflitos atuais, que tiveram inicio no começo do século XX.

Em 1919 o Xeque  Mahmoud Barzanji, ou seja, o líder Curdo se autoproclama rei do Estado Independente Curdo; E um ano depois, em 1920 é assinado o tratado de Sèvres, na França, que delimitava o Estado Curdo e o tornava independente. Mas para a infelicidade dos Curdos, esse tratado não foi posto em prática. E no começo da década de 1920 é assinado um novo acordo na Suíça, que divide o Estado Curdo entre outros países, que vão desde a Turquia à Síria. Essa divisão é um dos fatores que dificulta a situação Curda, pois o território que daria origem à um Estado independente Curdo está fragmentado, de forma que seja preciso a aceitação de todos os países que possuem uma parte desse fragmento do Curdistão, para que seja criada uma nação Curda. A partir de então os Curdos lutam por uma nação independente.

A luta dos Curdos por uma nação acabou causando outros conflitos, como por exemplo, com o Iraque, que começaram a criar medidas anti-curdas a partir de 1968, e se tornaram oficiais em 1986, quando Saddam Hussein estava no poder; Essas medidas tinham como um objetivo, impedir a criação de um Estado Curdo. Essas medidas começaram com a expulsão de Curdos das fronteiras Iraquianas e foram até prisões dessas minorias, sob o pretexto de estarem realizando atividades oposicionistas. No período em que Hussein governou, os Curdos foram perseguidos de forma muito intensa: eram alvos de armas químicas, suas cidades e vila eram destruídas e chegavam até a ser envenenados. Outros países de minorias curdas também tomaram medidas anti-curdas, porém de formas menos violentas que o Iraque, como a Turquia, que proibiu a língua Curda em seu país.

Atualmente os Curdos lutam por um Estado independente, assim como lutaram durante sua história, e a questão dos Curdos ganhou importância para o mundo em 2003, desde então procura-se melhores formas de resolver o conflito. Mas a situação se agrava ainda mais pois os Curdos são vítimas de uma especie de xenofobia, na qual países como Turquia e Iraque não aceitam as minoria étnicas, consequentemente não aceitam a criação de uma nação Curda.

 

Fontes:

 

Kosovo: um conflito em busca de paz

Por Maria Eduarda Alves

Em 1990 foi promulgada a nova constituição iugoslava, que retirou a autonomia da província de Kosovo. Isto gerou muitos protestos entre os habitantes da província, em maioria muçulmana de origem albanesa. A partir de então, a população se rebelou e começou uma luta por independência. Com o fim de 1997 as guerrilhas lideradas pelo Exército de Libertação de Kosovo entraram em ação para acirrar ainda mais a luta por independência.

Em 1998 Slobodan invadiu o Kosovo para estimular os sérvios e para conter as reivindicações de emancipação. Para garantir sucesso em Kosovo, Slobodan promoveu as mesmas barbáries que cometeu na bósnia, assassinatos em massa, estupros, espancamentos e expulsões. Em julho de 1998 milhares de pessoas já haviam saído de suas casas.

Com o agravamento das repressões sérvias, as lideranças européias e os Estados Unidos começaram a mudar lentamente de posições. Este fato se deu mesmo com a Sérvia sendo parceira no tratado de Dayton.

Os países membros do grupo de contato (com exceção da Rússia.) aplicaram sanções contra a Iugoslávia como forma de repreender a política adotada com o Kosovo. Em outubro de 1998 o Conselho da OTAN permitiu o uso da força contra a Iugoslávia e deu uma ultima chance para que Slobodan aceitasse um cessar-fogo. O acordo foi confirmado no mesmo mês junto ás forças sérvias.

O ultimato da OTAN teve duas faces, a situação humanitária em Kosovo melhorou e em contrapartida, em dezembro as hostilidades recomeçaram. Um assassinato em massa que ficou conhecido como massacre de Racak, com típicas características de limpeza étnica.

O massacre de Racak fez com que houvesse uma mudança muito expressiva no posicionamento dos países ocidentais, a partir disto o Exército de Libertação do Kosovo passou a ser o representante legal destes países, e também aumentaram as pressões, Slobodan não declarou autonomia ao Kosovo. No inicio de 1999 as forças sérvias continuaram intensificando a repressão contra o Kosovo.

Diante disto, o conflito do Kosovo deixou de ser uma guerra civil para se transformar em uma crise de caráter internacional. Por fim, a OTAN iniciou a operação “Força Aliada” em março de 1999 e escolheu por intervir em determinados alvos, utilizando bombardeios aéreos, quem comandou a operação foi o comando Supremo Aliado na Europa, sob direção dos USA e até as armas adotadas foram escolhidas pelo pentágono.

A ONU teve que fornecer força internacional de manutenção da paz.

Com esta última intervenção, as tropas sérvias se retiraram do Kosovo logo após os bombardeios da OTAN. A força internacional de paz da ONU assumiu o controle militar do Kosovo.

O que leva as pessoas a lutar tanto e no final olhar para trás e deixar um rastro de morte, refugiados e dor? Que paz é essa tanto defendida? Não vejo motivo para tanto, se tudo pode ser resolvido de um modo pacifico. Se formos analisar a história atual, todas as guerras são em busca da tão sonhada paz, e assim como a questão do Kosovo ainda em aberto até os dias de hoje, outros conflitos sucederam-na ainda na Iugoslávia.

Fontes:

Adas, Melhem / Geografia – O mundo desenvolvido; comunicação cartográfica Marcello Martinelli. – 5. Ed. – São Paulo : Moderna, 2006

 

 

 

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