Atividade – 11/11/2010

Pessoal,

hoje faremos nossa segunda atividade. De antemão gostaria de parabenizar a turma pelos textos da outra tarefa, que em geral foram muito bons. Pois bem, neste momento eu quero que vocês leiam o texto abaixo que fala um pouco sobre as duas visões do conflito Palestina x Israel e gostaria que comentassem o texto levando em conta o que viram no filme. Quero que vocês digam, por exemplo, se vocês são solidário a algum desses povos específicos. Além de escrever se há convergências e divergências entre texto e filme. O COMENTÁRIO É PARA SER FEITO NO PRÓPRIO POST E NÃO POR E-MAIL e pode ser escrito até este Sábado.

BOM TRABALHO!

Luiz Paulo

A Criação de Israel: duas visões conflitantes

A história é contada de forma diferente por judeus e palestinos. Para aqueles, foi a concretização de um sonho milenar. Para estes, uma verdadeira desgraça

Se existe uma lição filosófica inconfundível na criação do Estado de Israel, é esta: o significado de um fato histórico depende do olho de quem o vê. Para boa parte do mundo (incluindo a maioria dos judeus ao redor do planeta, claro) a fundação de Israel foi um feito heróico, uma proeza épica, a culminância de um sonho milenar, que inflamou o coração de gerações e gerações de hebreus desde os tempos da Diáspora. Para os árabes palestinos, no entanto, foi uma catástrofe. Até hoje, eles relembram o ano de 1948 como “El-Nakba” – ou “a desgraça”.

A versão israelense

Espalhados pelo mundo desde os tempos do Império Romano, os judeus mantiveram vivas sua cultura e religião e nunca deixaram de sonhar com o retorno à Terra Santa. “Durante mais de 3,7 mil anos, eles mantiveram o vínculo espiritual com sua pátria histórica”, escreve o historiador Mitchell G. Bard em Mitos e Fatos – A Verdade sobre o Conflito Árabe e Israelense, obra que mostra a versão oficial de Israel para as origens da briga.

O sonho do regresso ganhou ares de necessidade política na segunda metade do século 19. O anti-semitismo estava crescendo e perseguições multiplicavam-se pela Europa. Por volta de 1890, um grupo de intelectuais europeus de origem hebraica decidiu que seu povo só poderia sobreviver, se pudesse governar a si mesmo – ou seja, criando um país. O movimento ganhou o nome de sionismo (em homenagem a Sião, um dos antigos nomes de Jerusalém) e teve sua figura de proa no judeu austro-húngaro Theodor Herzl (1860-1904), que hoje é um herói quase mítico para os israelenses. Foi Herzl quem lançou a semente que mais tarde germinaria em Israel. No livro O Estado Judeu, de 1896, ele propôs a criação de um país soberano, governado e habitado por judeus, na antiga Terra Santa – que os judeus chamavam de Eretz Israel, ou Terra de Israel, e os árabes de Filistin ou Palestina.

Em 1897, na cidade suíça de Basiléia, os expoentes do sionismo promoveram seu primeiro congresso e criaram a Organização Mundial Sionista, que passou a patrocinar e incentivar a emigração judaica para a Palestina. A idéia de reerguer a antiga Israel das cinzas do passado espalhou-se pelas comunidades judaicas ao redor do mundo com uma labareda idealista. Muitos judeus religiosos acreditavam que a Terra Santa lhes pertencia por decreto divino – afinal de contas, segundo a Torá, Deus passara a escritura de todo o território para Abraão. Outros tinham aspirações mais práticas do que teológicas: queriam ser livres e escapar da Europa o mais rápido possível. O sionismo também foi inflamado pela força crescente dos nacionalismos regionais e a idéia de que todos os povos tinham direito à autodeterminação, que se espalhou pela Europa a partir de 1850.

No final do século 19, havia cerca de 20 mil judeus na Palestina, cujos ancestrais haviam conseguido driblar a expulsão romana e conviver com os árabes ao longo de séculos. Até 1947, o número aumentaria vertiginosamente. Mais de meio milhão de judeus desembarcaram na região, vindos principalmente da Europa – muitos deles fugindo dos nazistas.

Recém-chegados à Palestina, os judeus fundaram comunidades de agricultores de feitio socialista (os kibutz) e passaram a lutar pela criação de seu Estado. A princípio negociaram e depois compraram briga com os britânicos, que na época faziam um jogo duplo, ora comprometendo-se com os interesses sionistas, ora fazendo promessas de independência total aos árabes. A partir de 1945, militantes sionistas passaram a atacar as tropas de ocupação, realizando inclusive atentados terroristas. Outra frente de batalha foi contra os árabes da Palestina, que reagiram com violência à chegada dos imigrantes.

A violência cresceu até que, em 1947, a Inglaterra resolveu tirar o pé desse barril de pólvora. O governo britânico anunciou que encerraria sua presença militar na Terra Santa e deixaria que árabes e judeus resolvessem seu destino. Naquele mesmo ano, a Organização das Nações Unidas decidiu que a melhor maneira de decidir o impasse era dividir a antiga província otomana em dois pedaços. Em uma assembléia presidida pelo diplomata gaúcho Oswaldo Aranha, a ONU instituiu o Plano de Partilha: 55% da região ficaria com os judeus, e 45% com os árabes. Em 14 de maio de 1948, os sionistas, liderados pelo legendário Davi Ben Gurion, fundaram o Estado de Israel, com capital em Tel Aviv, na fatia concedida pela ONU.

Ao contrário do que o mundo esperava, a Partilha não terminou com a disputa – apenas a agravou. Nas décadas seguintes, Israel iria se envolver em uma série de guerras contra seus vizinhos. Para os sionistas, a culpa foi dos árabes, que não aceitaram a divisão da Palestina e tentaram destruir o estado de Israel. “Ficou claro que era impossível uma solução política para o conflito por um fato simples: os árabes não aceitavam a existência de um estado judeu na Palestina, enquanto que os sionistas jamais se contentariam com menos do que isso”, escreve Bard. Já a história contada pelos árabes é bem diferente.

A versão palestina

No século 19, quando propagava a idéia da migração em massa para o Oriente Médio, o movimento sionista cunhou um slogan famoso: “a Palestina é uma terra sem povo para um povo sem terra”. A idéia de que o local estava vazio, à espera de colonos judeus, deixava os árabes palestinos furiosos. “Muitos sionistas ignoravam o fato de que a Palestina era habitada por mais de meio milhão de árabes no início do século 20 – e que, para eles, aquela terra era o seu lar”, diz o relatório “Origens e Desenvolvimento do Problema Palestino”, produzido por especialistas e observadores da ONU na década de 80.

Para os palestinos, a imigração maciça de judeus era uma invasão colonialista. “Eles não tinham muitos problemas com os judeus naturais da Palestina, que lá estavam havia séculos e tinham vínculos culturais com seus vizinhos árabes. Mas aqueles que vinham da Europa, com aparência e costumes europeus, eram vistos como colonizadores estrangeiros”, diz Paulo Vicentini, especialista em relações internacionais e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Além do mais, nem todos os judeus nascidos na Palestina eram sionistas – ao passo que todos os asquenazes (judeus vindos da Europa) estavam lá com o firme intento de criar um estado. Dividir a região em dois pedaços, pensavam os árabes, equivalia a entregar metade do país a forasteiros.

O maior medo dos palestinos era perder suas terras, já que a maior parte deles vivia da agricultura. Temiam que milhares de famílias tivessem de abandonar suas casas e vilas para dar lugar aos colonos judeus. Muitos desconfiavam que os líderes sionistas não se contentariam com metade da Palestina e planejassem, em segredo, conquistar toda a Terra Santa. “Os sionistas sabiam que o território concedido a Israel pela ONU não era grande o bastante para acolher todos os judeus”, diz Vicentini. Mesmo havendo sionistas dispostos a ficar só nos 55% acertados pela ONU e a acender o narguilé da paz, a evolução dos eventos acabou descambando para uma ladeira trágica, e o pior dos medos árabes virou realidade.

Para os palestinos, a partilha da ONU tinha um feitio absurdo. Primeiro, achavam a divisão desproporcional: mais da metade da região foi dada ao grupo minoritário, que ainda por cima era formado principalmente por imigrantes (os sionistas respondem que a vantagem territorial era ilusória: boa parte das terras de Israel era desértica). Outro ultraje aos olhos árabes: os territórios dos palestinos estavam picotados, com três fatias separadas umas das outras. A população era de 800 mil árabes, com 10 mil judeus espalhados em vilas dispersas – já na porção que ficou para Israel, havia entre 397 mil e 497 mil árabes, contra 500 mil a 538 mil judeus. “Era óbvio que os sionistas deveriam aceitar uma eventual maioria de árabes em Israel ou expulsá-los do país. Não havia outra escolha”, escreve o historiador Michael Palumbo em The Palestinian Catastrophe (“A Catástrofe Palestina”).

Logo após a criação de Israel, os vizinhos árabes resolveram entrar na briga e cometeram o que muitos historiadores até hoje consideram um erro estratégico: mandaram a diplomacia às favas e fizeram soar as trombetas da batalha. “Todos os caminhos que tentamos para a paz fracassaram. Não nos resta nada além da guerra. Terei a honra e o prazer de salvar a Palestina”, anunciou Abdullah, rei da Jordânia, em 26 de abril de 1948. Um mês depois, exércitos de cinco países árabes (Líbano, Iraque, Jordânia, Síria e Egito) vestiram seus turbantes, empunharam suas metralhadoras e marcharam contra o inimigo recém-nascido. Começava, oficialmente, a primeira guerra entre árabes e judeus.

Mas o ataque iniciado pelo rei da Jordânia e seus aliados de nada serviu para ajudar os primos palestinos. Ao contrário: apenas selou sua ruína.

http://historia.abril.com.br/guerra/criacao-israel-duas-visoes-conflitantes-435008.shtml

73 comentários sobre “Atividade – 11/11/2010

  1. Pedro Buril disse:

    Acho que nesse conflito não existe certo ou errado por parte desses dois povos, os dois povos estavam fazendo ações de seu passado milenar (um defendendo sua terra e outro indo pra sua terra prometida). Na minha opinião o principal erro foi o da ONU, quando fez uma divisão territorial ridícula, sem levar em conta a população local, a característica territorial, esse foi o estopim para ocorrer um conflito mais sério. O texto é bem interessante utilizando de falas ricas e inteligentes. Não posso escolher um lado para defender com argumentos fortes pois em minha opinião não tem um lado bom/lado ruim ou bonzinho/vilão, como já falei no início do comentário, esse conflito não existe certo ou errado mas concerteza existem atitudes certas e erradas por parte dos dois povos, a atitude hostil e de rivalidade é uma dessas atitudes erradas, pois, o primeiro passo para acabar com essa guerra deve ter o entendimento pelas duas partes.

  2. Matheus Tiné disse:

    Primeiramente, elogios ao texto, que foi bem escrito, e assim como os vídeos, tem um caráter de comparação o que permite uma melhor visão da situação.
    Ao meu ver, nenhum dos dois lados – Israel e Palestina – tem razão, ambos tomaram decisões certas e erradas, creio que os “mais errados” dentro do conflito são o Reino Unido que segundo o próprio texto “na época fazia um jogo duplo, ora comprometendo-se com os interesses sionistas, ora fazendo promessas de independência total aos árabes.” e a ONU que estabeleceu fronteiras artificiais no território (sabemos que isso não dá certo, a África não nos deixa mentir, né?).
    Acho que o texto acrescenta algumas informações ao documentário, ele foi bem escrito, pessoalmente eu gostei bastante, e não existem grandes divergências em relação aos vídeos.

  3. Bárbara Santana disse:

    Na minha opinião, o texto e o filme são bastante semelhantes justamente por focarem nos dois lados de um mesmo conflito entre árabes e israelenses, mas acho que o texto é mais pormenorizado em relação ao lado árabe, o que me proporcionou maior entendimento sobre o ponto de vista dos palestinos.
    Mesmo apoiando os judeus nesse conflito (pois eles eram um povo sem terra e perseguidos por conta do antissemitismo), tenho que concordar que a divisão proposta pela ONU não correspondeu à realidade, pois os árabes eram maioria e já eram instalados na região há séculos, enquanto os judeus eram imigrantes e não residiam no território há tanto tempo. Os palestinos, porém, tomaram uma decisão equivocada quando decidiram apelar para a guerra como o único meio de solução do impasse, pois acabaram por perder ainda mais territórios para os israelenses, além, é claro, do número indiscriminado de mortes consequentes da guerra.

  4. Lucas disse:

    O texto e o documentário relatam de forma excelente sobre os conflitos entre árabes e judeus. Acredito que ambos os lados tem seus erros e acertos em relação ao conflito. Creio eu que os grande culpados dsses conflitos sejam o todo poderoso Império Britânico que fez um jogo sujo na base do morde e assopra. Também é culpada a ONU, que nunca viu com bons olhos os árabes entregou mais da metade do território para um povo que não residia na região. Os árabes estiveram errados quando começaram a guerra, sem pensar em uma possibilidade de diálogo, como os judeus também estiveram errados quando invadiram um território que não é seu e se fazerem de coitados perante a Onu e os EUA para finalmente conseguirem um desejo de séculos em busca da terra prometida. Tem uma frase do grande escritor português José Saramago que cita esse fato ” Viver a sombra a sombra de Holocausto esperando que o mundo esqueca tudo o que fazem considerando o que eles soferam, me parece abusivo. Eles nada aprenderam com o sofrimento dos seus pais e dos seus avós.”

  5. Tiberio Araujo disse:

    Uma das maiores semelhancas entre o texto e o documentario eh que os dois teem como objetivo comparar os dois lados da historia.
    Eu acho que quem teve grande contribuicao para esse conflito foi o reino unido que ficou jogando um contra o outro. Mas eu acho que a maior culpa ficou dividida entres os dois povos. Os arabes ficaram errados de comecarem a guerra, e dos palestinos por terem se mostrado como uns pobre coitados diante da ONU tentando enganar tal organizacao, que nao teve uma visao ampla do conflito. E dos dois ao mesmo tempo por terem continuado esse conflito sem tentar racionalizar esse conflito, assim custando milhares de vidas.

  6. Mariana Seidel disse:

    O texto e o vídeo relatam bem o conflito ocorrido, mostrando os dois lados da história. Um dos piores erros cometidos foi o da ONU, ao dividir o território injustamente, já que não levou em consideração a quantidade de árabes e judeus.
    Concordo quando dizem que os palestinos se equivocaram ao dar início a uma guerra, entretanto, acho que eles tinham o direito de se defenderem por todo o ocorrido. Uma guerra não foi uma boa alternativa, mas foi um meio que eles encontraram de mostrar que também podiam lutar.
    A junção do vídeo com o texto ilustrou bem esse conflito, e facilitou a compreensão do assunto.

    • Maria Luiza Beltrão disse:

      Achei o texto mais claro que o vídeo, uma vez que este distingue bem os dois lados desse imenso conflito. Na verdade um completa o outro, já que o vídeo apresentou relatos que só fazem confirmar o que é exposto no texto.
      No decorrer de ambas situações são apresentados argumentos que explicam alguns atos que os povos praticaram. É, só alguns. Para mim, não tem como escolher um lado, ou até mesmo ser solidário a algum deles, já que em muitos momentos cometeram atitudes erradas como o caso dos Judeus com os ataques as tropas de ocupação e os diversos ataques terroristas e os palestinos que viram a Guerra como a única solução para a resolução do problema . Após a realização dessas atividades, esperava apresentar argumentos que convencesse alguém para defender algum dos lados, mas é bastante difícil já que esta é uma guerra que envolve caráter político, social e religioso e que seria necessário conviver como um de seus habitantes para realmente compreender a complexidade dessa Guerra que hoje em dia tantas pessoas comentam e quando esse assunto é falado o mundo todo fica ‘’ de pé’’ para assistir.

  7. Ana Beatriz Melo disse:

    Na minha concepção o texto complementa o vídeo, e assim pude entender bem mais sobre o assunto, apesar do vídeo se utilizar de imagens e vídeos além de depoimentos, creio que o texto esclareça as idéias expostas no vídeo.
    Acredito que a divisão das terras imposta pela ONU seja injusta a partir do momento que os judeus ficam com a maior parte da terra, já que estão em minoria e os Árabes habitam há bem mas tempo nessa área. Os Árabes estão errados a partir do momento em que vêem a batalha como uma solução viável e iniciam um ataque.
    Os dois países tem suas atitudes certas e erradas em relação a essa guerra e na minha opinião a solução mais pacífica seria dividir a terra a partir do número de habitantes de cada lado, sendo assim uma divisão justa.

  8. maggi10 disse:

    Achei o texto maravilhoso, pois me ajudou a entender melhor a disputa, pois foi bem mais direto ao ponto do que o filme.

    Achei o texto parcial para os Árabes, que na minha opinião saíram perdendo e ainda tentaram reverter de uma não civilizada. Já no caso dos Judeus, para mim, eles tiveram apoio dos EUA e da Inglaterra, sendo que no final das contas acabaram se fazendo de vítima para a ONU. Isso me indignou no fato da ONU ter aderido à esse fato, pois assim os Judeus ficaram com 55% das terras enquanto os palestinos 45%, o que não foi uma partição justa, visto que os palestinos eram e são maioria no lugar.

    Uma coisa que não se pode esquecer é que “o movimento sionista cunhou um slogan famoso: “a Palestina é uma terra sem povo para um povo sem terra”.”, quem gostaria de ser chamado de nada, e principalmente ser tirado-lhe as terras por uma afirmação no Torá, o livro sagrado deles. Nisso a ONU pecou, pois de nada tem haver isso com o território palestino pertencer à eles. É a mesma coisa se comparado ao fato deles não quererem a perda de uma área de influência, já que este não é território seu oficialmente, porém funciona como um anexo ou uma extensão do mesmo.

    Os Árabes(Palestinos) lá estavam tinham uma relação boa de comércio com os Judeus que lá habitavam, porém estes não estavam ainda com a ideologia sionista na cabeça, o que não despertava essa rincha entre eles. Porém com a chegada dos Judeus “Europeizados”, os Palestinos se sentiram em uma tentativa de colonização judia. Aumentando essa força de repulsa de ambas as partes. A Inglaterra soube aproveitar o momento de se retirar, pois senão iria sobrar para ela.

    Adorei. ^^

  9. Alice Arruda disse:

    Esse é um texto muito interessante e se assemelha com o documentário, pois ambos apresentam os dois lados do conflito, o que cada um dos povos acha.
    É difícil saber qual dos povos está com a razão, pois os judeus sempre sonharam em voltar a Terra Santa, mas os palestinos já estavam habitando aquele território, e maior parte deles viam da agricultura.Na minha opinião nenhum dos lado está certo, pois os dois povo também cometeram atos errados.. E também não concordo com a decisão da ONU de dividir o território sem levar em conta a quantidade de judeus e palestinos

  10. João Victor disse:

    Em minha opinião, tanto o texto como o filme são muito bons pois nos trazem as duas versões desse conflito, o que nos permite compreender melhor a situação na guerra das duas nações. A única diferença ara mim entre texto e o filme é que o filme ele tende a mostrar (não de forma clara como eu já falei no comentário da última atividade) a palestina como a vítima desse conflito, ao contrário do texto que apenas mostra as duas versões sem tomar partido em relação aos israelenses ou palestinos.
    Para mim, nesse conflito tanto os israelenses como os palestinos tomaram decisões erradas, porém “fico no lado” dos palestinos, pois eles tiveram seu território invadido pelos israelenses que não se preocuparam em perceber, ou melhor, não se preocuparam com o fato de que aquele território já pertencia outra nação. Além disso, como o texto e o filme deixam claro, a Inglaterra teve uma enorme influência nesse conflito quando decidiram fazer um jogo duplo, como diz no texto -“na época fazia um jogo duplo, ora comprometendo-se com os interesses sionistas, ora fazendo promessas de independência total aos árabes”- e no filme – “uma nação que promete a outra a terra de uma terceira” -. Em relação a atitude da ONU, tudo bem que ao dividir o território em duas partes, ela estavam criando fronteiras artificiais e praticamente sem critérios, porém, acho que ela tomou essa atitude pois achava que essa seria a única maneira de acabar com o conflito que estava acontecendo na época, que terminou piorando a situação entre as duas nações.

    João Victor – 9° ano B

  11. Ricarth disse:

    Melhor.
    Realmente. Para mim aprender sobre esse conteúdo através deste texto foi mais rápido e mais fácil. Porque além de tudo, o texto, trás a portabilidade que o vídeo não trás. Que é imprimir e sair lendo. Enfim, na minha opinião foi melhor estudar pelo texto que pelo livro. O que é um caso a parte, porque geralmente vídeos são melhores que texto (na minha opinião). O texto está de parabéns, pela forma que ele é escrito, e como fala do tema.
    O que por sinal, se assemelha muito com o vídeo porque os dois, tentam manter o equilíbrio, e buscar a imparcialidade, sem pender nem para os judeus nem os palestinos.
    Enquanto se eu apoio algum dos lados? Não, como eu disse no ultimo comentário, guerra é guerra, quando dois países começam uma guerra (de ambas as partes) os dois estão errados. Sempre há sangue inocente derramado. Além de que todas as duas causas estão de acordo com o ponto de vista histórico de cada povo. Para mim os dois estão errados. Uma guerra que é duradoura, um dia acabará com a paz, o que é o melhor para TODOS.

    Ricarth Ruan

    PS.: Belo post do F5. Parabéns. Boa Sorte com o blog.

  12. Dani disse:

    O texto é muito interessanO texto é muito interessante e serve como um ótimo complemento do vídeo, ambos descrevem os dois lados da história do conflito entre Israelenses e árabes. Este é bastante objetivo, e, em minha opinião, até mais claro do que o documentário da BBC(visto anteriormente).
    Ao ter acesso á todos estes materiais referentes ao conflito, defendo o lado Palestino. Sei que ambos cometeram atrocidades, milhares de pessoas foram mortas, violando qualquer princípio, mas continuo no lado árabe da história.
    Reconheço que o povo semita estava passava por dificuldades, mas “os palestinos não tiveram culpa do Holocausto”, e por isso, não achei justo que saíssem das terras que habitavam.
    O trecho que trata do famoso slogan do movimento sionista foi importantíssimo para a minha decisão de defender o lado Palestino da história: “a Palestina é uma terra sem povo para um povo sem terra”. Como assim? E o povo Palestino que habitava a região, nada era?
    Os Palestinos foram muito prejudicados… O que falar sobre a atitude da ONU que repartiu injustamente as terras? Os Palestinos apenas ficaram com 45% e eles eram a maioria no lugar.
    Enfim, o texto é muito rico e facilita o entendimento do conflito pelas duas partes envolvidas.
    Mesmo defendendo os Palestinos, ainda acho que algumas de suas atitudes são incorretas. Eles deveriam resolver a problemática de maneira civilizada, e não através de um meio violento.
    O conflito tem que parar imediatamente!

  13. Dani disse:

    O texto é muito interessante e serve como um ótimo complemento do vídeo, ambos descrevem os dois lados da história do conflito entre Israelenses e árabes. Este é bastante objetivo, e, em minha opinião, até mais claro do que o documentário da BBC(visto anteriormente).
    Ao ter acesso á todos estes materiais referentes ao conflito, defendo o lado Palestino. Sei que ambos cometeram atrocidades, milhares de pessoas foram mortas, violando qualquer princípio, mas continuo no lado árabe da história.
    Reconheço que o povo semita estava passava por dificuldades, mas “os palestinos não tiveram culpa do Holocausto”, e por isso, não achei justo que saíssem das terras que habitavam.
    O trecho que trata do famoso slogan do movimento sionista foi importantíssimo para a minha decisão de defender o lado Palestino da história: “a Palestina é uma terra sem povo para um povo sem terra”. Como assim? E o povo Palestino que habitava a região, nada era?
    Os Palestinos foram muito prejudicados… O que falar sobre a atitude da ONU na instituição do plano de partilha que dividiu injustamente as terras? Os Palestinos apenas ficaram com 45% e eles eram a maioria no lugar.

    Enfim, o texto é muito rico e facilita o entendimento do conflito pelas duas partes envolvidas.
    Mesmo defendendo os Palestinos, ainda acho que algumas de suas atitudes são incorretas. Eles deveriam resolver a problemática de maneira civilizada, e não através de um meio violento.
    O conflito tem que parar imediatamente!

  14. Leandro Santiago disse:

    O texto e o vídeo se relacionam muito bem pois mostram a visão das duas forças, gostei muito de ambos pois achei mais interessante ter assistido o vídeo, porque eu acho que com imagens e falas eu consegui aprender melhor o assunto, mesmo assim o texto também está de parabéns. Na minha visão, eu não acho que eu deva apoiar nem um nem outro, eu sei que eles tiveram lá suas culpas, mas numa guerra, não tem o vilão nem o herói, são duas forças lutando por algo precioso, ou só pela honra, o que por sinal é uma coisa ridícula pois na guerra é derramado muito sangue inocente, e existem outros modos para resolver um conflito, eu digo que não é só lutando que resolve as coisas.
    Achei que a ONU agiu injustamente sem ter uma visao ampla do conflito, fazendo aquela divisao de terras onde favoreciam os judeus que eram a minoria a ocupar a maior parte da terra.

  15. Luiz Cabral disse:

    Primeiramente, achei legal a postagem deste texto, pois complementou algumas lacunas e fortaleceu alguns dados que tinha sido apresentados de forma um pouco superficial.Achei interessante e bastante inteligente a forma da estrutura do texto ao dividir o ponto de vista de cada lado da história.O texto tambem não é muito parcial, pois traz mais espaço para o ponto de vista árabe, mas pelo menos deixa um pouco mais claro esse fato. Enfim, deixemos de enrolação :) e vamos ao fatos:
    A Inglaterra foi teve um posicionamento duplo no qual eu interpretaria da seguinte forma: Ela era a favor da criação de um estado Judeu, mas não declarava esse posicionamento, por temer uma represália vinda dos países árabes (Luiz Paulo, depois eu queria discutir contigo sobre isso pessoalmente tá?) o que mostra que a a Inglaterra não é nem um pouco bobinha(tanto que resolve aparecer menos do conflito, ao retirar suas forças deste território).
    Achei errada a divisão feita pela ONU de ter dado cerca de 55% para a menor parte das pessoas (Judeus), enquanto a maioria da população que estava a bem mais tempo que os Judeus vindos da Europa (Arabes) recebeu apenas 45% das “Terras Santas”, diante destas injustiças a unica coisa que a ser esperada era a guerra armada, na qual foi inutil para os árabes, pois esta apenas selou as suas ruínas.

  16. Pedro Alves disse:

    Bem, devo dizer que achei o texto mais esclarecedor do que o documentário em alguns pontos. O que poderia falar é que acho que nem os judeus nem os palestinos foram as principais causas do conflito, mas na verdade foram a Inglaterra, que criou grande parte da tensão, e a ONU, que fez uma pessima distribuiçao de terras de certa forma, já que não favoreceu os palestinos que viviam lá a tanto tempo. Devido a essas ações, foi criado um imenso conflito não apenas entre palestinos e judeus, mas também entra uma grande porção de árabes que moram em territórios vizinhos.
    Em minha opinião, isso ocorreu porque a ONU quis agir rapidamente e sem ver ambos os lados que estavam em questão, o que mostra que ela de certa forma não liga muito para os países da Ásia e possivelmente da África.
    E o pior nessa história não foi o conflito em si, mas a falta de importancia dada aos palestinos pelos judeus, que praticamente disseram que eles não existiam, o que pode trazer um complexo para tal população e talvez conflitos futuros.

  17. Marina Mergulhão disse:

    Em minha opinião o texto e o vídeo são bem parecidos, ambos buscam não tenderem a nenhuma das nações e mostram o lado de cada uma explicando detalhadamente, porém por incrível que pareça, achei que o texto apresenta o assunto de uma forma mais sutil o que facilita o aprendizado.
    Persisto na idéia de que não existe o certo e o errado, apenas existem dois povos em que lutam por tais motivos e na visão de cada um, esses motivos estão certos. Poderia acusar os judeus por terem invadido as terras dos palestinos, mas também poderia acusar os palestinos por terem iniciado uma guerra. Porém não acho que nenhum dos dois povos estejam errados completamente, já que os judeus sempre tiveram o desejo de voltar a Terra Santa (apesar dos palestinos já ali habitarem) e os palestinos iniciaram o confronto apenas em forma de defesa, e é por isso que não defendo a opinião de nenhum dos dois.
    Também acho que fica claro que o Reino Unido e a ONU tiveram participação efetiva neste conflito, o que piorou significativamente o que já estava ruim.

  18. Tácio Barreto disse:

    Mais um post, o quarto até agora, e mesmo mais um deles parece ser o primeiro. E mais um belo pedaço de material sobre o conflito na palestina foi disponibilizado para o nosso fruir,e este,ainda mais do que o documentário mostra de forma detalhada e com fatos,como se desenrolou este complicado conflito asiático.Tanto os vídeos quanto o texto mostram de maneira clara a diferença entre os pontos de vista dos dois povos,embora o texto enfatize mais a parte política do conflito e deixe de lado as atrocidades cometidas, ele faz seu trabalho magnificamente,com explicações incríveis,que torna mais fácil a compreensão deste complexo conflito.A euforia da minoria,a depressão da maioria seria uma frase que definiria bem a visão geral sobre a palestina,para os judeus sionistas,a conquista de um sonho milenar,para os palestinos muçulmanos, uma invasão sem escrúpulos ou indenização.Com total apoio internacional no pós-guerra,os judeus “invadiram” a terra árabe e incorporaram Jerusalém e seus arredores,e com eles formou seu território,embora a ONU tivesse posto uma marca de 55% para um e 45% para outro,os árabes não se contentaram,pois além de ficarem com a menor parte de seu território,ainda estaria perdendo sua terra para estrangeiros.Muito embora Israel hoje seja um pais de economia crescente e rápido desenvolvimento científico(sendo detentor de um moderníssimo acelerador de partículas,além da maior antena parabólica solar do mundo),Israel é um país que muitos especialistas duvidam da existência daqui a um século,pelas tensões políticas e religiosas nele existentes.Polêmicas marcam os dois lados,como a duvidosa história de Ben-Gurion(Primeiro presidente de Israel,reconhecido como herói nacional e idolatrado em todo o país) e os atentados terroristas a favor dos palestinos,além das atuações do Haganá(ou Haganah). É um conflito relativamente novo,e muito delicado,com geração de tensões internacionais a todo instante.O futuro deste conflito nenhum homem sabe,porém um dia saberá,e algum veiculo transportador de informações(como um livro,ou até mesmo este blog),irá contar ao estudante do futuro como isto aconteceu,por isto declaro meu total apoio a iniciativas como este blog.Bom,parando com a sessão bajulação(^^) acabo o post de número 4, de muitos que virão por ai !.

  19. Marília Barbosa disse:

    Na minha opinião o texto completa o vídeo e vice-versa. Como já foi dito antes, nesse conflito não existe um lado totalmente certo nem totalmente errado.
    Eu concordo quando foi dito que a ONU não realizou um bom papel no conflito, e até ajudou a piorar a situação, já que criou uma divisão que não prática seria difícil existir. O Reino Unido também teve um péssimo papel, já que acabou ajudando ainda mais a colocar um lado contra o outro, e no final “pulou fora” da confusão.
    Porém eu discordo com os judeus sionistas que quiseram criar seu Estado na terra prometida que era sua “por direito” segundo a religião deles. Pois o próprio slogan dos sionistas era equivocado: uma terra sem povo para um povo sem terra. Os palestinos tinham toda razão de não aceitarem e lutarem por seus direitos, já que estavam no local há anos, e conseguiam conviver muito bem com os judeus que ali permaneceram.
    Eu não concordo com a atitude dos sionistas, e defendo em parte os palestinos, porém estes erraram quando evitaram resolver o problema por meio de uma discussão diplomática. É um conflito complicado, principalmente por envolver religião, e difícil de tomar um partido; eu me mantenho imparcial.

  20. Filipe Brito disse:

    Eu gostei muito do texto ,em minha opinião é mais completo que o documentário e também mais fácil de compreender. Ele assim como o vídeo fica neutro apresentando duas versões sobre o mesmo fato a criação do estado de Israel. As duas versões são a judia e a palestina. Apesar da versão árabe (palestina) estar bem detalhada no documentário e no texto eu ainda continuo do lado judeu que foi um povo que foi expulso de sua terra natal por varias invasões: os árabes que viviam ou vivem(em um numero bem menor) em Israel ocuparam um local que antes era judeu.
    Os judeus em minha opinião tinham o direito de morar no local que era a antiga moradia dos seus ancestrais. Não concordo com a visão de que a partilha feita pela ONU não foi justa, pois nela nem um dos dois lados não iriam sair ganhando já que os judeus que vivessem na parte palestina iriam ter que se mudar para a parte judia assim como os árabes que vivessem na parte judia é claro que os palestinos que viviam na parte judia estavam em grande numero, mas deve ser lembrado que o objetivo da criação do estado não era fazer um país para os judeus que habitam o local e sim para todos os judeus no mundo e eles não iriam sair ganhando na partilha, pois assim como é citado no texto o território que ficou com os judeus não era suficiente para todos os judeus do mundo. E após essa partilha feita pela ONU os árabes queriam acabar com todas as esperanças dos judeus de conseguirem um estado fazendo uma guerra que acabou por prejudicar o lado palestino.

  21. Ygor Leonardo disse:

    O texto,em minha opinião,explicou melhor o conflito em relação aos vídeos.Os dois trazem pra você os dois lados,os dos judeus e árabes.Como mostrado no vídeo e no texto,não se pode dizer ao certo,quem foi o culpado desse conflito.No texto,foi ressaltado a intervenção da ONU,nessa guerra,que acabou colocando “mais lenha na fogueira”.Apesar de os vídeo e o texto,mostrarem os dois lados,as justificativas utilizadas pelos árabes me convenceram de que eles é que estavam mais corretos,que os judeus.Isso não quer dizer,que eu não observei o ponto de vista dos judeus,tudo bem eles estavam sem terras,mas ainda não os vejo no direito de avançar nas terras onde já havia muita gente,onde vidas estavam relacionadas.
    Pode-se concluir,que não se pode dizer quem está correto,no meu caso,eu não julguei e sim só quis colocar um ponto de vista meu, logo fui por aquele que tinha as melhores justificativas,porém não se pode chegar e dizer que um dos dois foram certo,tem que se ter bastante conhecimento sobre o assunto.

  22. amanda machado disse:

    Ambos são semelhantes, pois tanto o documentário como o filme, expõem de forma satisfatória as duas faces (a palestina e a dos judeus) da história do nascimento de Israel, entretanto há diferenças, pois o documentário demonstra depoimentos que não se encontram no texto, mas são confirmados pelo mesmo, com isso podemos perceber que os dois se completam.
    Em minha opinião o conflito se agravou por causa da atitude da ONU, que ao elaborar um acordo para dividir a palestina, com objetivo de exterminar os conflitos, cedeu mais da metade do território para os judeus que possuíam uma população inferior a dos palestinos. Além disso, o povo palestino se equivocou ao dar início a uma guerra, entretanto o povo judeu também errou quando se fizeram de vítima para conquistar um território próprio. Ambos não levando em conta o sofrimento da população inocente. Concluindo, no geral todos possuem a sua parcela de culpa, pois os mesmos cooperaram para o surgimento e o desenrolar do conflito ate os dias atuais.

  23. Hellen Dantas disse:

    O filme foi fundamental para entendermos melhor o conflito e apesar de ser mais cansativo (por conta do tempo), quando o assunto é ilustrado (em imagens e vídeos), facilita a compreensão. Concordo que o texto é mais simples, já que levamos menos tempo para concluir a leitura, porém, acho que se existe essa “simplicidade”é por termos já estudado/visto sobre isso antes (pelo filme). Então, para mim, o texto foi mais um complemento para fixação do assunto e para analisar o conflito por outro autor, porém, a maioria das informações foram bastante parecidas (e como o filme, o texto não se inclinou para nenhum lado), sendo só um pouco mais resumido.
    Por abranger os mesmos fatos, minha opinião permaneceu. A minha análise sobre o conflito foi a mesma: a culpa foi de ambos. Onde os dois cometeram equívocos para tentar solucionar o problema. E se eles realmente prezassem pelas vidas da sua população, eles não teriam iniciado a guerra. Isso é afirmado até em um ditado popular: “quando um não quer, dois não brigam”.
    Até compreendo a dificuldade de estabelecer um acordo para divisão da terra. Os árabes palestinos que há muito tempo ocupavam a terra, não queriam abrir mão para a minoria judaica habitar em uma maior parte do território. E a minoria judaica queria retornar para a “Terra Santa”, a terra prometida por Deus para os israelitas.
    Apesar de compreender, não quer dizer que eu concorde com os motivos dos conflitos. Afinal, eles, os palestinos e israelitas, deveriam colocar em primeiro lugar a sua população, que há tantos anos sofre com o mesmo problema e que com certeza isso atinge no desenvolvimento e na educação da população.
    Como no vídeo, no texto também foi citada a intervenção fracassada da ONU, que foi realmente muito negativa para o conflito, agravando com o Plano de Partilha, o que já estava bastante ruim.

  24. Amanda Vieira disse:

    Na minha opinião o texto foi bem escrito e serviu como complemento para o meu entendimento desse assunto. Também achei interessante a maneira como o autor o escreveu, sem ser a favor ou contra um dos lados, mas apenas querendo passar a ideia de cada povo para que o leitor possa escolher de que lado quer ficar.
    Para mim não existe culpado ou inocente nesse caso. Os judeus tinham o direito de lutar por um país só para eles e os palestinos tinham o direito de lutar pela sua terra. Eu acredito que o que ocorreu foram alguns “erros”. O primeiro seria o lugar que os judeus escolheram para criar seu país, pois eles não tinham o direito de invadir a terra de outro povo. Outro erro foram as fronteiras que a ONU estabeleceu, que não seguiram a real divisão da área. O último erro que eu pude observar foi dos palestinos que depois de verem o estado de Israel ser formado decidiram esquecer a lei e “partir para a briga “, o que agravou ainda mais a situação deles mesmos.

  25. Ana Karolina disse:

    Em minha opinião o texto e o documentário são bastante parecidos, já que ambos procuram falar detalhadamente sobre este conflito sem defender os palestinos ou judeus. Achei o texto mais simples e prático de entender, porém, acho que isso só ocorreu por já ter visto o documentário, acredito que um seja a complementação do outro.
    Como já tinha comentado na outra atividade, não apoio nenhum dos lados, pois ambos tem errado bastante. Acho injusto o fato de os judeus terem tomado a terra dos palestinos e a divisão feita pela ONU, que favoreceu a minoria, porém discordo totalmente do modo que eles encontraram para tê-la de volta.
    Neste conflito não existe um povo mais certo que o outro, porém, cada um acredita que seus motivos estão certos e por isso nenhum da o “braço a torcer”, persistindo nesta guerra há 62 anos. O que fazer? Parar, discutir, e tentar fazer algum acordo, pois permanecer deste jeito não da.

    Ana Karolina – 9º ano A

  26. Bernardo Salazar disse:

    O conflito foi bem abordado tanto no texto quanto no documentário, sendo que texto ficou, em minha opinião, o ponto de vista de cada um dos povos.

    Acho que não se devem procurar os povos que estão corretos ou errados nessa história, e nem tentar apontar seus erros e acertos. Talvez seja fácil para os palestinos, por exemplo, apontar para os judeus, que eram perseguidos e descriminados na Europa, e dizer que eles estão tomando seu território, que no passado era povoado por também judeus. Talvez, também, seja fácil para um judeu, apontar para os palestinos e dizer que eles não aceitam a partilha do território (os palestinos perderam mais da metade de seu território), e por isso, talvez no desespero de ver sua terra sendo tomada, partiram para a guerra.

    Na questão da partilha do território, acredito que se deva levar em conta, as condições desse território (área produtiva, área habitável e etc), para daí ser feita a partilha, levando em conta a necessidade de cada um dos povos.

  27. Manu disse:

    O texto, assim como o vídeo, traz ambos os lados da história, porém, pelo menos pra mim, o texto é mais compreensível, eu consigo entender melhor, coisas que no vídeo, não tinha reparado, o que no fim, acabou por complementar as ideias postas no vídeo, o que ajudou bastante as imagens e o texto juntos. Como eu já comentei e acredito que todos, ou pelo menos a maioria, também já tenham comentado, é difícil estabelecer quem é o certo nessa história e por isso prefiro pensar que ambos erraram, isso sem falar na ONU que acabou por dividir uma terra dando maior parte, para um povo que morava ali fazia pouco tempo, se comparar com os palestinos, que por sua vez, erraram por ver na guerra a única solução de um impasse com os israéis que também erraram ao terem invadido a terra dos palestinos, a qual consideravam a terra sagrada, que segundo eles, sempre lhes foi de direito de acordo com sua religião, porém era cabível lembrar que os tempos já eram outros e que os palestinos já habitavam ali faziam muitos anos. Pois bem, perdura esse impasse até hoje, de quem realmente são essas terras? Afinal, quem tem seus direitos sobre ela? É.. cada um que conte sua versão.

    (Desculpa a demora pra responder, mas foi porque eu acabei de chegar de Garanhuns com a professora Sandra e vim direto fazer esse texto, já que era até hoje e eu não sabia se você ia deixar ir até amanhã pra quem viajou, bom, via dúvidas está aí)

  28. Hannah Medeiros disse:

    Mesmo após ler o texto, continuo a me manter neutra. Admito que tenho uma leve inclinação pelo lado judeu por conta do nazismo e também pela questão religiosa árabe, a qual sou totalmente contra, principalmente em relação ao tratamento dado às mulheres, mas não concordo totalmente pois hoje em dia, o território pertencente aos árabes é bastante reduzido.
    Achei bastante importante o fato de ele ressaltar mais a divisão territorial feita pela ONU que foi, realmente, ridícula e muito mal feita, bem no estilo das fronteiras artificiais africanas, sem levar em conta a população, dando mais território à minoria, mesmo se levando em conta as áreas desérticas os judeus levaram vantagem nessa divisão.
    Mas de nada adianta dizer se a divisão foi justa ou não, pois ela não se manteve, os israelenses acabaram por tomar mais território, pois ‘a melhor defesa é o ataque’, já que após ficarem com a minoria territorial, os árabes atacaram.
    Não percebi divergências entre ele e os vídeos, e achei que ele se manteve mais neutro.

  29. Adilson Angelo Jr. disse:

    Na minha opinião o texto foi mais pro lado dos árabes. O documentário se manteve mais neutro quanto ao lado de cada um, mas o texto – apesar de mostrar explicitamente “a versão israelense” e a “visão palestina” – puxou a sardinha pro lado dos palestinos, colocando implicitamente a opinião do próprio autor.

    Fora isso, o texto mostrou com clareza os acontecimentos do conflito, foi um complemento ao documentario.

    Não é pelo fato de terem sofrido a vida toda, não terem um país, serem odiados por pessoas que se achavam superiores, etc. mas eu sou a favor do estabelecimento da nação de Israel.

    Adilson Angelo JR. 9º ano “B”

  30. Ayrton Araújo disse:

    Gostei muito do texto, achei bastante semelhante ao vídeo, em relação a como os dois trabalham nesse tema, focando no ponto de vista de cada um povos. Achei melhor, para aprendizado, o texto, pois ficou mais sintetizado nas explanações das idéias, porém quando se tem imagens e pessoas falando, fica bem mais fácil de aprender o conteúdo. Na minha opinião, é muito difícil resolver esse problema, porque por questões territoriais, o território pertence aos palestinos, porém por motivos históricos, os judeus estão certos em lutar por seu território. Porém não achei correto da ONU, retirar metade de um território pertecente a uma nação e dar para outro povo, porém também não gostei dos palestinos verem a guerra como um único modo de resolver o problema.

  31. Monique Fernandes disse:

    Em minha opinião, o texto está bem escrito e pendendo um pouco para o lado palestino. Além de complementar o documentário, expondo o assunto de forma mais objetiva e direta o que é bom para quem não consegue gravar e relacionar bem os nomes de líderes com os países/organizações. O único ponto negativo em relação ao filme, foi o fato do texto não possuir nenhum depoimento.
    Por mim, apoio em parte os palestinos, embora eu fico muito sentida pelo sofrimento judeu. Já que eu não gostaria que, no conforto de minha casa chegasse alguém dizendo que aquela casa era dela, se apossando do lugar como se não vivesse ninguém ali. Claro, poderia ceder uma parte, mas não minha casa toda. Além de que não sairia matando todo mundo por causa disso.
    O que quero dizer é que entendo os lados de cada um. Mas para mim, a culpa foi da ONU, que não levou em conta a quantidade de pessoas existentes lá, ficando a minoria com a maior parte das terras.
    No resto, não há divergências entre o texto e o filme.

    Monique Fernandes 9º B

  32. Maria Carolina Aguiar disse:

    Posso dizer que o texto acima foi muito bem elaborado, e rico em conteúdo sobre a temática, trazendo as visões conflitantes sobre a criação de Israel.
    Tanto o texto, como os vídeos, trouxeram a questão israelense fazendo uma analise comparativa, e de certo modo parcial, balanceando os dois lados.
    Podemos compreender que os judeus foram vitimas dos nazistas, que sofreram aos bocados com as perseguições, mas não é justo com os palestinos que ali habitavam, perderem tudo o que tinham. Sem dúvida, o pior erro foi o da ONU, que teve por base seus critérios (e influência dos judeus, que se fizeram de vitima para a organização) e dividiu o território de modo que a maior parte da população, que é de palestinos, e que residem lá a muitos e muitos anos ficassem com menos da metade do território, e os judeus, minoria, conseguiram a maior parte do território, e é claro, uma injustiça dessa, só poderia levar a uma guerra.
    Eu não apoio nenhum dos lados, embora eu entenda que seria inevitável uma guerra entre os dois povos, para mim, nada justifica uma guerra, não justifica matar pessoas, e pior, com números altíssimos de mortes. Sou contra a divisão da ONU, e a culpo, por ser uma forte ocasionadora dessa guerra, ela deveria dividir o território de forma justa, como a maioria fica com a menor parte, que divisão é essa? E temos que destacar que não era qualquer maioria, eram os próprios “donos” daquele espaço..

  33. Mateus disse:

    O texto é mais explicativo que o vídeo e posiciona melhor os dois lados da história. Não é cansativo e tem fácil compreensão. Para mim, a partir de que se inicia uma guerra, os dois perdem a razão, mas acho que antes de começar a guerra a razão estava do lado dos judeus já que a Palestina era praticamente a terra deles e fazia 3,7 mil anos que a terra santa nao era mais a terra de fato dos judeus. Com isso, para fugir dos europeus, de uma hora pra outra os judeus disseram que a terra santa era sua terra novamente. Por causa de outros fatores como a partilha da terra, a guerra foi inevitavel para os judeus.

  34. Larissa Wanderley disse:

    Assim como o vídeo o texto é excelente, e aborda da mesma maneira os dois lados. Verdade, o texto é muito menos cansativo, e explica alguns fatos melhor do que o do vídeo, por isso, se torna mais fácil de entender.
    Ao meu ver, os dois povos cometeram erros e acertos, porém a maior culpada dessa guerra atual é a ONU, pois a tentativa de repartição das terras foi um fracasso… A ONU não levou em conta qual dos povos tinham maior quantidade de pessoas, e necessitava de mais território, um ponto crucial quando falamos de divisão territorial. Sem querer favorecer os árabes, (até porque não concordo nem discordo com nenhum dos lados), mas todos sabemos que eles tinham toda uma vida plantada naquele lugar, que sua população era majoritária, e que eles já lutavam por aquele espaço a muito tempo atrás. Apesar disso tudo, não tinha necessidade dos palestinos começarem uma guerra civil.

  35. Larissa Wanderley disse:

    Obs: Luis Paulo, ontem eu não estava conseguindo postar, pois a minha internet estava muito instável, peço desculpas, e agradeço se aceitar o meu post!! Obg

  36. Leonardo Henrique disse:

    Religião; Fato que causou um imenso conflito entre israelenses e palestinos 60 anos atrás, pelo simples motivo de que os judeus acreditavam que a Terra Santa, supostamente, lhes pertencia por decreto divino. Na minha opinião não existe isso de divindade, mas se na opinião dos judeus “Deus” era um ser bom, porque iria expulsar os palestinos de sua origem apenas para abrigar seus seguidores ? Para tentar interromper o conflito a ONU tentou dividir o território, deixando a maior parte com os judeus (55%), isso com certeza ia dar problemas, e os palestinos se revoltaram, já que não iam aceitar um estado Judeu na palestina.
    Nesse conflito a ONU errou feio, pois se tivesse feito uma divisão mais inteligente, de modo que os palestinos ficassem com a maior parte do território, já que os judeus eram a minoria e eram os “invasores” do território, a disputa poderia ter sido interrompida. E eu continuo a afirmar, que, na minha opinião, os corretos são os palestinos.

    Desculpa o atraso, pela segunda vez. :x

  37. Alan Victor disse:

    O texto se assemelha aos vídeos, por mostrar pontos de vista diferentes. Gostei do texto, pois me esclareceu mais a situação, mas permaneceu minha opinião de que os dois estiveram e estão errados.
    Meu único comentário segue em relação a divisão do território: eu discordo com a ONU que, dividiu injustamente as terras, pondo a minoria na maior parte do território. Mesmo se fosse a mesma quantidade de terras para cada um (metade), ainda discordaria. A ONU deveria levar em consideração a quantidade de habitantes em cada região.

  38. Maria Eduarda disse:

    Em minha opinião, nenhum dos dois lados estão certos, porque os dois participam de uma guerra, não querendo dizer que se um dos lados fosse atacar o outro, o que está certo a se fazer é não revidar. O que percebi foi que, primeiramente, o texto é muito bem escrito e bastante claro, já em relação ao conteúdo , é bastante difícil de se comentar, pois não defendo nenhum dos lados envolvidos. Porém, acredito que uma das grandes dificuldades foi a divisão feita pela ONU, pois a Palestina estava revoltada com essa conclusão que a ONU fez, porque estavam instalados ali a mais tempo, sua população era majoritária, existia uma cultura que eles tinham pelo lugar, e mesmo assim tiveram que dividir, segundo eles, desigualmente seu território. Já da parte dos Judeus, acredito que invadir a Palestina e criar ali um lugar ara viver, foi tanto uma questão religiosa como uma única saída que eles viram para continuarem vivos, pois estavam sendo perseguidos pelos nazistas. Porém, os comentários feitos acima não justifica os ataques que ocorreram entre os dois. Ou seja, os dois tiveram atitudes erradas, não podendo assim “pesar” essas atitudes e dizer quem está mais certo.

    OBS: Luiz Paulo, só pude responder a questão hoje, pois não só eu, mas como outras pessoas do nono A e do nono B, foram para Garanhuns apresentar um trabalho de Educação Ambiental, não tendo assim disponibilidade de tempo para responder a atividade. Obrigada pela compreensão.

  39. Danilo Luna disse:

    Primeiramente quero pedir desculpas a Luiz Paulo por estar enviando o trabalho Domingo, ao invés do Sábado. O motivo do meu atraso foi que eu observei que o trabalho passado deveria ser entregue no dia anterior a nossa aula (entrega do trabalho quarta e quinta seria a aula que não teve), ai então eu acabei imaginando que este trabalho também teria que ser entregue com 1 dia antes da nossa aula (a aula será terça, e eu pensei que seria pra entregar segunda), por isso que eu só entrei no blog para ver a atividade, aproximadamente na madrugada do sábado para o domingo, vi que era para sábado, mas tive que ir dormir pela hora, então eu estou fazendo meu comentário hoje (domingo), peço desculpas e torço que aceite-o.
    Vou ser sincero, vi o vídeo, fiz o comentário, mas eu ainda me sentia muito confuso, pois o vídeo uma hora falava da palestina, outra de Israel e então havia horas que eu não sabia de quem o vídeo estava falando. Por isto estes texto foram extremamente esclarecedores, e de grande ajuda para eu poder finalmente me posicionar de algum lado, já que está dividido em versão de Israel e versão da Palestina. Mesmo que eu possa estar errado, eu me sinto mais seguro a defender a versão Palestina, pois em minha opinião é ela que esta correta (ou digamos que menos errada, já que nenhum destes conflituosos estão totalmente certos ou errados). Me pus no lado Palestino, pois ao ler os textos, me senti como se estivesse vendo algum caso de invasão do MST, e sempre que eu vejo isto eu me sinto revoltado, pois cada pessoa conseguiu suas terras e dinheiro com seus esforços, ai chegam um montante de pessoas do nada e invadem suas terras sem precisarem de nada, apenas de violência, tudo bem que estas pessoas não tem terras, mas porque elas não tentam trabalhar e conquistar suas áreas com seus próprios esforços?
    É aproximadamente isto que eu quero comparar, os Palestinos tem lá suas terras, e do nada chegam vários judeus querendo pegar seus territórios, sei que esses judeus tem suas razões, estão fugindo dos nazistas e querem um lugar para morar, mas mesmo assim não acho nada correto chegarem em outra área, já ocupada por várias pessoas (no caso os árabes) e quererem que aquelas terras fossem suas, até porque eu desejo um pouco das idéias socialistas, de que tudo deveria ser dividido igualmente para todos, logo, como é que menos da metade das pessoas podem ficar com 55% de um território já ocupado por pessoas que os utilizavam, faziam agricultura e etc? Não acho algo bom guerras, mas também não acho nada bom as pessoas darem seus territórios por nada, por isso que mesmo sendo algo errado a Palestina criar uma guerra com os judeus, eu acho que foi o único meio de impor seus desejos, e mostrar que não dariam de mão beijada mais da metade de seus territórios, e ainda sabendo que a ideia dos judeus era criar uma terra Santa, e não apenas metade de uma terra, logo o mais provavel era que os judeus aceitassem 55% das terras por um tempo, e depois já quererem os 100% da Palestina.

    É por isto que eu peço que quem ler meu comentário pense como se as terras da Palestina fossem suas, e depois respondam a pergunta.

    Você daria a terra onde você mora, trabalha, sustenta sua família para forasteiros em troca de nada?

  40. Guilherme Bayma disse:

    O documentário da BBC e o texto são ótimos. Porém compreendi mais fácil com o texto que separa as duas versões, diferente do documentário que fica alternando e em certos momentos dificultou a compreensão. O texto assim como o vídeo se mantém imparcial, sem tender a um dos dois lados.
    Não acho que tenha um certo e um errado, ou um bom e outro mau, tanto os palestinos quantos os israelenses cometeram erros. Mas pra mim, quem cometeu o maior erro foi a ONU, que tentou acabar a disputa dos dois povos, e só fez piorar. Dando 55% do território para os israelenses e 45 % pros palestinos, sendo que os palestinos tinham população maior e estavam lá a mais tempo. Pra mim, se alguém fosse merecer uma quantidade maior de território seria os árabes, não os judeus que apesar de ser a terra prometida deles, eles chegaram muito depois dos árabes.

  41. Sarah Melo disse:

    Luiz Paulo, eu não pude enviar fazer a atividade até sábado porque na quinta eu estava sem internet e eu viajei sexta e sábado. Eu espero que o comentário ainda seja aceito.

    Quanto ao texto, achei muito bem escrito e rico em informações o que o tornou tão bom, talvez até melhor, quanto o vídeo. Também achei o texto e o vídeo equivalentes no quesito imparcialidade.
    Eu não acho que da pra apontar um culpado principal nessa questão, já que várias decisões erradas foram tomadas por parte dos palestinos, dos judeus, da ONU, e de outros países envolvidos, principalmente a tão falada Inglaterra. Foi uma bola de neve que foi crescendo com a ocupação dos judeus e a expulsão dos palestinos; a divisão desproporcional do território feita pela ONU, entre outros fatores.

  42. Eduarda Alves disse:

    Achei o texto muito mais explicativo, isto não diz que o vídeo não seja bom. Depois de ver duas fontes diferentes, minha opinião está formada, não que seja a culpa, mais a responsabilidade do conflito é dos palestinos, no texto que mostra a versão deles, isto ficou bem claro, apesar de contraditório. Se a ONU dividiu o território de modo justo, porque continuar coma briga? cada um teve seu espaço e só o próprio lhe diz respeito. Cada um constrói suas cidades e estados no seu território, se Israel tivesse sido erguido em parte do outro território, até concordaria com uma reivindicação. Mais nada justifica uma guerra.

  43. Marcelo Simões disse:

    Bom, o texto mostra um pouco do que foi mostrado nos vídeos, trazendo a história contada pelos dois lados do conflito. Assim como no vídeo da BBC, esse texto traz argumentos de uma forma mais histórica, e eu concordo com ele quando ele traz que “o significado de um fato histórico depende do olho de quem o vê”, assim como o provérbio africano que diz: “Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caçadas continuarão glorificando o caçador”, ou seja, é preciso que analisemos os dois lados da história, para que não venhamos a deixar fatos relevantes de lado e consequentemente uma opinião mais bem estruturada sobre o assunto; Por isso que acho muito importante trazer os dois lados da história, e foi isso que ele fez.
    Com exceção de alguns partes da historia, que foram abordadas pelo documentário da BBC, que não estavam no texto, achei este texto muito parecido com o vídeo, por isso, mesmo após minha leitura, continuo com a mesma ideia a respeito do assunto: acho que esse conflito deveria ser resolvido através de acordos, e vias diplomáticas, para que a população que está na linha de fogo dessa discussão, não continue a ter uma vida de sofrimentos.
    Por isso não apoio nenhum dos lados, pois todos eles estão prejudicando as pessoas da localidade de forma que tomaram várias atitudes erradas que decorreram desde a ocupação dos judeus estrangeiros (não os que já abitavam na região) ao confronto que os Palestinos deram o ponta pé inicial.
    Atitudes estas como a frase utilizada pelos judeus:“a Palestina é uma terra sem povo para um povo sem terra”, a meu ver, além do fato de dizerem que a Palestina não era ocupada (como é mostrado no texto), essa frase também ofendia os Palestinos ao dizer que eles não são um povo, ou seja, eles não tem direitos a essas terras; Ou como começar uma guerra já afirmando que não há outra solução. É por causa de atitudes como essas que pessoas levam suas vidas cercadas pelo medo.
    É neste ponto que baseio minha ideia sobre o assunto: a população local; Todos falam sobre um lado vencedor, mas seria mesmo este o melhor meio de resolver o assunto?

  44. Lucas Monteiro disse:

    O texto foi bem claro e objetivo, mostrando as duas versões sem nos enrolar. É dificíl dizer quem o culpado. Para mim a atidude dos israelenses de invadir um outro território, é super errada, e se fosse só isso estaria do lado dos palestinos. Porém, começar uma gurerra também não é aceitável seja qualquer motivo. Guerra esta que Israel não exitou em cessa-la, e por isso tambem tem culpa. E como Ricarth disse, ambos não tinham nenhum direito de fazer uma batalha em que se está em jogo a vida de milhões de inocentes.Quanto a ONU não acredito que esteve errada. Pelo menos se for verdade a parte que boa parte dos 55% de territórios israelences eram desérticos. E além do mais o papel dela realmente é tentar uma consiliação evitando ao maximo guerras. Por fim também temos a Inglaterra, que fazia um jogo duplo, e os deixou se matarem.
    P.s.: me confundir com as datas e achava que como a outra espirava um dia antes de uma aula, essa seria assim e espiraria segunda.

  45. amanda soares disse:

    Texto e filme juntos nos dão uma idéia muito boa do que foi este conflito e nos coloca numa situação de dúvida, já que ambos mostram os dois lados da história. Dessa maneira, é difícil apontar quem é o culpado do conflito; cada povo aponta o erro para o outro mas é preciso reconhecer que cada um tem uma parcela de culpa.

    Entendo perfeitamente o lado dos judeus, a história desse povo foi marcada por sofrimento. Este povo durante muito tempo foi perseguido na europa, sofrendo nas mãos dos nazistas, é impossível não se emocionar com a história deles principalmente quando lembramos dos campos de concentração. Porém, este triste passado não os dá o direito de tornar a história de outro povo igual a deles. Como sabemos, para os palestinos a perda de sua terra para os judeus foi uma grande desgraça em suas vidas.

    Árabes e Judeus já tinham pólvora para começar uma guerra e a Inglaterra contribuiu muito colocando fogo nessa história. Ora apoiava os judeus, ora apoiava os árabes. Desta maneira, incentivou que judeus fossem à luta de suas terras, que eles acreditavam ser suas por direito divino, e ao mesmo tempo que os palestinos lutassem para não perder seus direitos naquela terra. O resultado só poderia ser um: guerra. Como se já não bastasse, a ONU ao tentar criar um acordo fez com que os judeus ficassem com 10% a mais das terras que os palestinos diziam ser suas, pois viviam lá há muito mais tempo, eles não podiam aceitar que ‘imigrantes’ chegassem se apossando de tudo que era seu.

    Particularmente, acho que esse conflito está longe de ter um fim, pois os dois povos não aceitam dividir o território, eles querem a Palestina toda. Seria muito bom se pudesse ser como era antes, uma terra onde judeus e árabes conviviam juntos, trabalhando em cooperação.
    Porém, neste contexto histórico, é difícil de revermos esta cena.

  46. Germano Wallerstein disse:

    Acredito que o texto mostra melhor que o documentário os dois lados da moeda. Tanto o texto como o vídeo deixaram claro que os dois lados cometeram erros, portanto não podemos apontar alguma nação como causadora desse conflito. Vendo as versões dos árabes e dos judeus eu acredito que os principais culpados foram os judeus, mas sem ausentar de culpa os árabes. O texto mostra um slogan judeu que diz “Uma terra sem povo para um povo sem terra” o que é simplesmente um absurdo, visto que aquele território era ocupado pelos palestinos, e mostra também como os judeus incentivaram a migração para uma terra que já tinha dono e tomaram o espaço dos palestinos. Para poder entender melhor o que os palestinos sentem é só imaginar, se algum povo invadisse o Brasil e eu fosse forçado a me mudar eu não ficaria nem um pouco feliz. Acredito que agora que os judeus já se instalaram em Israel deveria haver uma divisão mais justa, porém acho que o grande culpado de ter iniciado os conflitos foi o povo judeu, mesmo eu tendo descendência judia.

  47. Renata Vaz disse:

    Antes de tudo eu queria me desculpar por não ter mandado o comentário antes, pois só pude mandar agora já que estava impedida disso como dizia no e-mail que marina te mandou.

    Gostaria de parabenizá-lo pelos bons materiais, gostei bastante do texto, tanto quanto do vídeo. Eu acredito neste caso não há um certo e um errado, creio que os dois lados pecaram em certos momentos. Os verdadeiros errados foram o Reino Unido, pelo jogo duplo, e a ONU pela divisão grosseira que só fez piorar as coisas. Não consigo apoiar apenas um lado, mas acredito que os mais prejudicados foram os palestinos que não tiveram culpa do holocausto e ainda tiveram que se mudar, entretanto se eles não tivessem optado pela guerra não teria ocorrido tamanho estrago que aconteceu hoje!

  48. Juliana Galvão disse:

    Achei que o texto mais esclarecedor que o vídeo. Assim como no documentário, ele falou das duas posições, das duas histórias e das duas ‘justificativas’ apresentadas entre os povos em conflito sem influenciar (muito) a opinião de quem está lendo/vendo. Mas, pra mim, o texto foi melhor porque ele ‘dividiu’ as duas histórias e conseguiu mostrar mais claramente o que cada sociedade pensava. Ficaria ainda melhor se também tivesse no texto pequenas citações de pessoas que viveram e ainda vivem em meio a esse conflito, mas nem tudo é perfeito, certo?
    De qualquer forma, mantenho a mesma posição que escolhi no comentário anterior: não tem como a pessoa escolher um bonzinho ou um vilão. Os dois povos estão apenas lutando pelo que julgam ser certo, mesmo sabendo-se que a guerra não é o melhor caminho para a resolução desse impasse. Julgo que os fatores que contribuíram mais fortemente para que essa guerra fosse oficialmente declarada foram: o jogo duplo britânico e a posição tomada pela ONU. Ao dividir o território entre palestinos e sionistas sem levar em consideração a distribuição populacional, a ONU acabou por acirrar ainda mais os ânimos na região.
    E, bom, acho que a forma como o texto foi encerrado ficou muito boa. O autor conseguiu mostrar que a coisa está feia na região, e que é preciso resolver esse impasse o mais rapidamente possível sem, contudo, proteger um dos lados.

    PS.: Desculpa a demora Luiz Paulo, só consegui entrar agora no pc :S

  49. Vitor Amaral disse:

    O texto, assim como o documentário, visa esclarecer as dúvidas acerca da Guerra da Palestina que tanto chama atenção, mas que pouco se sabe. Para ser imparcial, o texto apresenta as visões dos diferentes lados, mostrando as dificuldades que passaram para chegar a este estado e qual é o objetivo deles.

    Essa estrutura de apresentar os argumentos de cada lado, se assemelha com o filme que mostra relatos de ambos os lados, podendo assim termos uma visão mais ampla.

    Na minha opinião os palestinos não mereciam ter que perder suas terras por problemas históricas de outro povo. A terra, naquele momento, era deles. Eles não tinham nenhuma obrigação de partilhar com outros povos. Por questão de orgulho, é claro que eles não iriam aceitar entregar a maior parte de suas terras para “estrangeiros” de mão beijada, o que gerou a guerra.

    PS: Com o texto eu consegui entender um pouco melhor essa história da criação de Israel do que com o filme, acho que mais pela facilidade de visualizar e voltar algum ponto que não entendi.

  50. Amanda Lima disse:

    Eu falei contigo na ultima aula. Só consegui fazer hoje.

    O texto trás os mesmos pontos que o documetário, contando a história vista pelos dois lados. Como a gente sabe que as histórias se repetem, da mesma forma que acontece em outros conflitos, ninguém quer assumir a responsabilidade do negócio quando tem problema no meio. Tanto o texto, quanto o documentário, mostrou que os judeus culpam os palestinos, e os palestinos culpam os judeus pelo início da guerra.
    Posso até ser um pouco egoísta assim, mas eu acho que os judeus tem o direito suficiente de ficar naquela terra que foi deles há tanto tempo. Mas assim, os palestinos ficariam sem ter pra onde ir, já que era muitos e já estavam lá também depois de algum tempo. A partilha foi feita, mas como eu já disse que a história se repete, nenhum dos dois povos iriam se contentar com a área que recebecem. Daí vem a guerra, iniciada por partes iguais dos dois lados. Acho que todos dois tem culpa, até porque, se um não quer, dois não brigam.

  51. Flávio Lins disse:

    Na minha opinião, o texto consegui abordar os conflitos da Palestina melhor que nos vídeos, pois traz mais detalhes dos ocorridos. O texto mostra que os judeus, que eram minoria, viviam em disputas com os palestinos, que eram a maioria da população. Esses dois lados fizeram muitas guerras para acabarem em o que ainda estão hoje. Essas guerras e disputas não resolveram nada, e a ONU tentando resolver tudo, fez com que essa rivalidade se transformasse em um caos maior. A ONU separou os palestinos dos judeus dividindo o território em duas partes iguais, porém os palestinos eram um grupo bem maior que o grupo dos judeus. Alguns palestinos tiveram que sair do seu espaço e dar lugar para ou judeus, isso causou muitos problemas e mais conflitos. Concordo que os palestinos sofreram uma grande injustiça na divisão de territórios, e acredito que a ONU deveria tentar estudar melhor todos os pontos do local, antes de tomar uma decisão tão importante para esses povos.

  52. fernando henrique disse:

    Bom, na minha opinião, o texto foi bem explicativo, até um pouco mais que o vídeo. O texto mostra as duas versões do conflito, a versão árabe e a judaica, mas eu acho que fora feito por algum muçumano, pois eu achei esse texto indo um pouco mais para o lado da palestina, até pelo subtítulo dele mesmo, onde fala ” para aqueles uma concretização de um sonho milenar, e para estes, uma verdadeira desgraça”. Só com isso dá para ver que o autor está a favor dos palestinos. Bom, essa é a principal diferença entre esse texto e o docimentário, ou seja, o documentário se mostrou(pelo meu ver) sempre imparcial, sem favorecer nenhum dos lados, já o texto defende o lado palestino às vezes até de forma irônica.
    Porém, pelo o que eu já sei sobre o conflito, eu acho que o texto meio que me convenceu pois eu era (até depos do video)a favor dos judeus, pelo tudo que eles sofreram, mas agora vejo que os palestinos estão sendo as “vítimas” dessa história, porque suas terras foram tomadas e sua população que ocupava essas terras não foram aceitas pelos israelenses. Um conquista o seu maior sonho e o outro o seu maior pesadelo.

  53. Bruna Siqueira disse:

    O texto demonstra claramente os interesses diferentes de árabes e israelitas.Embora tenha pendido para o lado palestino, já que eles pareceram bem mais oprimidos e subestimados, pois, de um lado, os israelitas, com o sonho de voltar à Terra Santa, junto a demais acontecimentos, começaram as imigrações massivas direcionadas à Palestina, por serem um povo bastante disceminado e consequentemente desprezado, era necessário que encontrassem um lar, e convenientemente já tinham encontrado este lar neste país árabe, obviamente não escolhido ao acaso, já que alguns israelitas já teriam iniciado uma base nacionalista neste estado. Por um outro lado, os palestinos, que já ocupavam este espaço, e obviamente se sentiram subestimados ao presenciarem uma imigração colosal ao seu país, e , também por este ter que ser “dividido” para abrigar os estrangueiros que invadiram seu país.

  54. Marcela Souza disse:

    Primeiro, gostei muito do vídeo e do texto, pude perceber a visão dos dois lados. Acho que não tem aquele certo e errado no conflito, penso que, quando um não quer, dois não brigam. Depois de assistir ao vídeo da BBC e de ler o texto, eu acabo por ficar do lado dos palestinos, certo que eles também tem sua parcela de culpa nisso, mas, pelo que vi, eles estavam lá, vivendo na deles, inclusive com uma parcela de judeus nascidos lá, e então percebem que a cada minuto que se passa, mais e mais judeus imigrantes estão a tentar espaço em uma terra, que até o momento era considerada deles. E, a gota final para que o conflito ficasse ainda pior do que já estava, foi a participação da ONU, ao dividir o território, sem se preocupar se tinham mais judeus ou mais palestinos, o que eles queriam mesmo era que aquela bagunça acabasse de uma vez por todas, então pensaram que o certo a fazer seria dividir o território, fazendo com que os judeus ficassem com a maior parte do território e consequentemente a menor parte ficasse com os palestinos. Colocando assim, mais lenha na fogueira, fazendo com que os dois lados só se odiassem mais a cada dia que se passa.

  55. Olavo Rocha disse:

    O texto é muito bom, mas há um pequeno problema: A primeira impressão é a que prevalece, o documento começa com a visão israelense para depois mostrar a visão palestina, fazendo nos crer que a primeira visão e a certa, diferentemente do documentário que mostra os dois lados da moeda ao mesmo tempo, mas este fato não tira a qualidade de sua informação, outra diferença que notei entre os dois trabalhos é o fato de que o texto não dá um devido destaque aos conflitos armados, que são somente citados.
    No final do texto podemos encontrar o seguinte texto: “…Um mês depois, exércitos de cinco países árabes (Líbano, Iraque, Jordânia, Síria e Egito) vestiram seus turbantes, empunharam suas metralhadoras e marcharam contra o inimigo recém-nascido.”, eu particularmente não entendi muito bem a mensagem que o autor do texto queria passar com este trocadilho envolvendo um pouco da cultura palestina, mas creio que a “piadinha” não foi muito adequada.

  56. Luciana disse:

    Em minha opinião, os dois abordam o conflito na Palestina muito bem. Eu gostei tanto do vídeo quanto do texto, mas eu preferi o texto. Eis os motivos:

    1- OBJETIVIDADE: Talvez, eu esteja muito acostumada a estudar com textos, mas eu consegui entender o conflito melhor lendo esse texto do que assistindo ao vídeo. O texto trata o conflito em questão de forma direta, objetiva, sendo assim mais claro para mim. Eu preferia ter lido esse texto antes de ter assistido ao vídeo, pois eu nunca tinha estudado esse assunto; então, eu fiquei meio perdida ao fazê-lo.
    2- PRATICIDADE: Vídeos, para mim, não são muito bons para estudar qualquer assunto que seja; no texto, eu conseguia reler algo que não havia entendido facilmente, pois ele não apenas resumiu o assunto, mas resumiu bem. O vídeo é bem longo; então, quanto mais eu voltava para entender completamente o assunto, mais cansativo tornava-se o vídeo.
    3- COMODIDADE: Com o texto, eu não precisei ficar quase uma hora na frente do computador para ler. Na verdade, eu nem fiquei na frente do computador, eu simplesmente imprimi e li deitada confortavelmente no sofá, hehehe. Então, por ser mais cômodo, eu reli algumas vezes, entendendo ainda melhor o conflito. Pensei em rever o vídeo, mas é muito longo e isso me desestimulou; além do fato de que o meu computador quebrou e tornou impossível até o acesso ao blog.

    Apesar de ter visto primeiro o vídeo, achei que ele complementa o texto com seus depoimentos, imagens, etc. Na verdade, penso que vídeos servem para isso. Prefiro vídeos que tratam de “tópicos” de um determinado assunto do que os que tratam de um todo, deixemos isso para os textos. A propósito, gostei muito do vídeo que mostra a vida das famílias (das crianças principalmente) na Palestina que vimos na última aula.

    Enfim… O texto foi mais objetivo, simples, resumido (mas sem perder conteúdo), cômodo e prático. Assim como o vídeo, são mostrados os dois pontos de vista, tornando o vídeo igualmente imparcial. Bem, o texto é neutro assim como o vídeo; mas eu continuo a favor dos palestinos. Não vi divergências entre os dois em relação às informações que eles trazem.

    Bom, é isso. Parabéns pelo texto, realmente muito bom.

    Apenas achava melhor que tivesse postado o texto antes do vídeo. Mas parabéns pela escolha de texto e de vídeo, Luiz Paulo.

  57. Davi Galindo disse:

    Para mim, o texto esclarece mais coisas que o documentário, e é bem menos cansativo ler o texto do que assistir seis vídeos de dez minutos cada um. Ao contrário do que chegaram a falar (acho que no desespero de colocar informações novas), eu não acho que o texto facilita a visão israelense só por vir primeiro, e tampouco acho que o autor fez uma “piadinha” no final. Numa análise mais aprofundada, a mensagem pode parecer inapropriada, mas como estamos lidando com estereótipos, não acho que o autor quis depreciar ou mesmo ‘fazer humor’ com ela.
    Na minha opinião, a culpa não é de Israel e nem da Palestina. As regiões apenas foram vítimas de uma má delineação de fronteiras, sincronizadas apenas com as vontades do povo europeu. À exemplo da África, as regiões foram delimitadas sem levar em conta as características da etnia nativa, do povo que já residia o local, e assim explodiu uma série de conflitos. O Reino Unido, muitas vezes considerado um paraíso para os habitantes do já extinto Terceiro Mundo, mostra que pode ser pretensioso e até perverso quando levamos em conta seus feitos na África e na Ásia, que embora egoístas, foram grandes da mesma maneira. É uma pena que os autóctones tenham sido ignorados nesse processo, e francamente, eu jamais poderia acusar uma das regiões como culpada sem vivenciar. Nesse momento, para mim, o verdadeiro impedimento de uma eventual paz foi a Europa e a sua malícia.

  58. Pedro Melcop disse:

    Também gostei muito do texto, acho que ele complementa o filme.
    A principal questão é: quem tem direito à terra? Os judeus têm a seu favor o fato de que a terra de Israel já pertenceu a eles e eles têm um forte senso de pertencimento à tal terra. Mas depois eles foram embora e se espalharam pelo mundo, e os palestinos vieram e começaram a habitar a região. Este é um problema que tem de ser visto de uma maneira mais global. E os povos que habitavam a região da Palestina antes dos israelitas, como os filisteus e os cananeus? Estes povos desapareceram, mas hoje em dia há outros povos sem uma pátria, tais como os curdos, que são formados por cerca de trinta milhões de pessoas, e os ciganos.
    Na minha opinião, o problema é que o consenso geral e internacional é de que um Estado precisa de e só pode ter um único povo. Por que não se cria um único Estado para os atuais israelenses e palestinos?
    Esta foi a principal dúvida que o texto me levantou.

    • Andre Filippe disse:

      Eu acho que o texto mostra muito bem tanto o lado de israel, como o da palestina, que têm culpa em conjunto neste conflito, já que para que haja um basta nesta guerra temos que ter o consentimento dos dois lados. Pra mim não nenhum dos dois estão certos, porém eles lutão pela posse dessas terras, e a única previsão de fim para este conflito é quando a palestina ou israel se renderem, já que nenhum deles aceitaram até agora uma solução pacífica, o que so aumenta a rivalidade entre esses povos.
      Uma das ações que influência negativamente foi a ação da ONU em dividir as terras, que foi errada, por que ela não levou em conta a população local que morava naquela região. Pra mim a melhor solução para este conflite é que eles cheguem a um acordo, o que parece estar um pouco difícil de se realizar.

  59. Gilmar Albino disse:

    Bom, o filme e o texto falam, basicamente, das mesmas coisas e juntos fazem uma grande união para o nosso entendimento total. Mas o vídeo aborta algumas partes que não aparecem texto, o que me fez valorizar o vídeo, contudo eu consegui extrair melhor as informações enquanto forma de texto, por isso a minha preferência vai para o texto.
    No final de tudo, eu não defendo um mais do que o outro, porque nós estamos aqui estudando e estudando, mas na maioria das vezes, não temos a real certeza do que acontece por lá. Gaza, por exemplo, é um lugar que hoje em dia pessoas sofrem bastante, e vendo esse sofrimento nós começamos a apoiá-los, mas será que só acontece isso nesse movimento de guerras? Acho que não. Podem ter ocorrido atos que realmente nos deixariam confusos, que nos traria ainda mais dificuldade em decidir qual lado tem razão. O que nós devemos fazer é analisar devidamente cada situação e sem deixar nada escapar, tentar criar acordos de conciliação em que serão equilibrados, para cada um dos lados, os bens necessários para as duas partes da história. É essa a minha opinião.

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