Atividade – 09/11/2010

Meus queridos,

como vocês sabem, teremos alguns pequenos exercícios pela internet para compensar nosso tempo perdido. O que eu quero hoje é que vocês vejam o documentário da BBC O nascimento de Israel, que eu posto logo abaixo. A duração é de 58 minutos. Quero que vocês se atentem para as diferentes versões sobre a História de Israel, uma ligada aos próprios israelenses e uma ligada ao povo Palestino. Procurem ser críticos e observar se o filme pende para algum dos lados. Vocês tem até a quarta-feira para fazer um comentário nesse post com as suas impressões sobre o documentário, a partir das informações contidas nele e no que vocês já sabem ou já escutaram sobre o assunto. Divirtam-se! E qualquer dúvida, perguntem o quanto antes. Lembrando que essas atividades não são opcionais são obrigatórias e que quinta-feira terá outra atividade, mas fiquem tranquilos que será mais leve.

Luiz Paulo Ferraz

 

71 comentários sobre “Atividade – 09/11/2010

  1. Pedro Buril disse:

    O documentário da BBC deixa claro que entre os dois lados existem opiniões diferente e fatos diferentes, os Palestinos dizem que haviam fugido e iriam voltar em 2 ou 3 meses, seria como “férias”, e quando voltaram o povo israelense não deixaram eles entrarem de novo no Israel, o povo Israelense discorda, deixam claro que isso foi um erro dos palestinos e que eles não foram atrás da sua terra sagrada. O filme também mostra que ainda existe um clima muito hóstil entre esses dois povos antigos. A história dessa terra sagrada, deixou de ser sagrada a partir do ponto que começou a existir, roubos e furtos por parte dos povos, o sangue começou a ser derramado e as necessidades foram esquecidas.
    Acho que o documentário não favoreceu nenhum dos lados, ele trouxe fala interessantes dos dois povos, o que eu não achei tão claro/especifico, foi o quê aconteceu de verdade, acho que ele cita os dois lados da história, mas não fala o quê realmente causou esse conflito. Vai ver que os dois lados estão certos, só que cada um conta a história que lhe favorece :)

  2. Pedro Alves disse:

    Bem, em meu ponto de vista o vídeo foi bastante interessante porque ele conta muito bem sobre a história de Israel depois de sua criação. No início do vídeo, lembrei-me da época da Segunda Grande Guerra, pois ele citou os campos de concentração e a triste história dos judeus, e que mesmo após o holocausto, eles sofrem até hoje por causa das guerras nesse mesmo território. Porém, não são apenas eles que sofrem, os palestinos também perderam bastante, já que muitos deles perderam suas casas e foram impedidos pelos israelitas de retornar a elas, o que significa que perderam tudo que tinham, seu lar, seu dinheiro, suas preciosidades. O interessante sobre esse conflito que foi mostrado no vídeo foi que cada nação ficava “jogando a culpa” na outra, nenhuma assumia culpa pela catástrofe que aquela briga havia causado. Outra coisa que me chamou atenção foi de como a Inglaterra interferiu na história dessas duas nações, já que ela foi uma das razões para que esse conflito se estendesse até hoje.

    Enfim, para mim o vídeo foi bastante interessante porque ele procurou mostrar os dois lados da história, por isso você não tinha um pensamento de “esse é o vilão”. Infelizmente, é difícil para um povo que perdeu suas terras não se sentir injustiçado, e isso cria um grande conflito que não dura pouco tempo.

  3. lpferraz disse:

    Meus queridos,
    os comentários de Buril e Alvez estão de bom tamanho e de ótimas reflexões. Se tiverem dúvida com relação ao tamanho estão aí exemplos. Tem muito o que se falar ainda, podem explorar o tema.

  4. Amanda Lima disse:

    Eu achei o documentário muito interessante. No começo ficou um pouco confuso para mim, porque eu não conhecia a história recente de Israel. Pelo menos, agora dá pra entender as notícias nos jornais.
    Eu estava comentando com alguém essa semana que as coisas seriam bem mais fáceis, se os países aceitassem ceder uma terra a outro povo sem precisar ir para as brutalidades, e o caso de Israel mostra bem isso. O judeus começaram sofrendo bem antes, quando foram expulsos de Jerusalém muitos anos antes pelos romanos. Tinham que ir pra algum lugar. Os que foram para Europa, quando aconteceu a Segunda Guerra, sofreram mais ainda, e os sobreviventes tiveram que fugir. Fugiram para a Palestina, o outro lugar para onde os judeus foram, quando os expulsaram de Jerusalém. A essa altura, muitos séculos depois, os judeus tinham se multiplicado entre os árabes que viviam ali antes. E ninguém quer tanta gente de outra nação no seu território. E nessa história, os palestinos também perderam. Perderam casas, vidas e ficaram sem poder voltar para o seu lar.
    O documentário mostrou muito bem os dois lados, trazendo pessoas tanto israelenses, quanto palestinos, que viveram a mesma história em lados diferentes. Talvez ele realmente não tenha explicado tão bem como a coisa se desenrolou por tentar se colocar neutro entre os países. Mas é duro pros dois lados. Primeiro por até hoje não terem se resolvido. Depois por tudo que os dois perderam, tentando que algum deles ganhasse alguma coisa.

  5. Mariana Seidel disse:

    O vídeo foi bastante interessante,tanto para passar o conhecimento sobre a guerra, quanto para mostrar os dois lado da história. Muitas vezes vemos documentários e filmes que mostram justamente isso, apenas um lado, apenas uma opinião e uma idéia. Aqui não, podemos ver tanto o que os palestinos pensam, como também o que os israelitas.

    O documentário da BBC, retrata muitas mortes, furtos e perdas ocorridas na época. Um caso que me chamou atenção, que foi mostrado no início, foi o de Izzedine al-Qassam, um dos mais populares pregadores do período. Pelo fato de ter se tornado líder de ataques contra os britânicos e judeus, foi morto em 1935. Mas o que pensar disso? Sim, ele liderou os ataques com o propósito de “derrubar” a Inglaterra, a “culpada” pela existência da guerra até hoje; mas isso lhe daria o direito de matá-lo?

    Mas finalmente, de quem é a culpa de tudo isso? Já está mais do que na hora, que os dois países parem e pensem um pouco. Cada um tem sua parcela de culpa na história e não é fugindo disso e gerando mais conflitos que eles irão conseguir resolver os problemas atuais.

  6. Dani disse:

    Achei o vídeo bastante interessante, ele conta muito bem(detalhadamente) a história de Israel, como o próprio título do documentário da BBC já antecipa.
    Inicialmente ele ilustra o período da segunda guerra, mostrando imagens dos campos de concentração, exibe relatos bastantes comoventes que retratam o “Inferno” que era a Europa Nazista, a perseguição dos semitas.
    Os judeus estavam realmente sofrendo naquele período. Muitos dos sobreviventes dos campos de trabalho forçado e de extermínio foram transferidos para a região antes ocupada pelos Palestinos, que saíram das terras pensando que a volta seria breve(em torno de 2 meses), e por isso até deixaram seus pertences pessoais lá. Mas, não foi isso que aconteceu: Eles saíram de suas terras e depois não puderam retornar.
    O conflito inicia-se.
    Várias pessoas são mortas, milhares feridas, um cenário de terror até pior do que aquele observado durante a segunda guerra. As imagens são chocantes.
    Cada um defende o seu lado, ninguém assume a culpa pelo terrorismo e as barbaridades que ocorreram.
    Achei também muito interessante como o vídeo mostrou o posicionamento mundial para com o conflito.

    Em minha opinião, argumentos exibidos foram mais favoráveis aos Palestinos, pois em diversos momentos é afirmado que estes só são os “coitadinhos” dessa história, e que eles nenhuma culpa tiveram do Holocausto, “Porque castigaram quem nada fez contra o povo? Porque os expulsaram?”. Não acho que eles são os inocentes, aliás eles cometeram diversos crimes de guerra, e fizeram milhões de vítimas.
    É realmente difícil falar quem são os verdadeiros merecedores da vitória deste conflito. Existe uma dificuldade de compreensão dos Palestinos com a perda das terras, mas não podemos expulsar, simplesmente, milhares de famílias que lá habitam.
    Realmente é uma questão difícil. Quem será o vencedor? Não sei, realmente, mas o conflito tem que parar.
    Afinal, não podemos perder mais vidas do que as que já se foram.
    SERÁ UM PESADELO SEM FIM?

  7. Ayrton Araújo disse:

    Gostei muito do vídeo, porque primeiramente, eu não sabia nada sobre o assunto, apenas que eles estavam em conflito, segundo porque ele trás entrevistas com pessoas que viveram naquela época, tanto como palestino, como israelita, o que o deixa bem interessante. Trás a tona o contexto histórico da época, a segunda guerra mundial e a questão do nazismo, que forçou os judeus a se retirarem da Europa e procurar outras localidades para viver. Mas um bom aspecto que eu notei no documentário, é que ele não mostra somente os judeus como os sofredores da história, mas também os palestinos, pois perderam suas terras. Nesse ponto eu achei que o vídeo ficou bastante intermediário, ele procurou mostrar os dois lados na guerra. Porém acho que o documentário exaltou demais nas partes em que os israelitas se saíram vencedores nas batalhas.
    Num sentido mais amplo, a BBC se saiu de parabéns, pois mostrou a história como era de fato, que cada um, palestino e israelita, tinha sua opinião em relação a guerra, procurou ser bastante mediador em relação a favorecimento, achei que ficou bastante claro, quanto a participação de países estrangeiros no conflito, e que até hoje, a situação dessas duas etnias ainda é de hostilidade.

  8. Leandro Santiago disse:

    Achei esse documentário da BBC sobre o nascimento de Israel muito interessante pelo fato de ele ter contado os dois lados/versões da história, e acho que ele não favorece nem um nem outro pois cada um conta a história favorecendo a si mesmo, tentando acusar e jogar a culpa pra cima pro outro e cada um tem uma visão diferente, é como aquele ditado “quem conta um conto aumenta um ponto”. Uma coisa que me chamou muita atenção no começo do vídeo foi a maneira de ter explicado o período “pós” guerra, mostrando que ao redor e dentro da faixa de gaza os dois lados ainda continuam lutando brutalmente, Israel soltando ataques aéreos, os palestinos soltando foguetes na fronteira, etc.
    Em fim, gostei muito do documentário, do seu jeito dinâmico e detalhado de contar a história da guerra. O ponto negativo é que há uma ausência da explicação da origem da guerra de Israel e os palestinos, não se explica o porque da guerra.

  9. Renata Vaz disse:

    Quando assisti ao vídeo, percebi que ele mostra argumentos a favor de ambos os lados. Ao mesmo tempo em que ele fala da necessidade da criação de um Estado judeu, ele também demonstra fatos que mostram o que a Palestina sofreu com esse desejo. No documentário, aparece que antes os sionistas tinham vizinhos fazendeiros árabes palestinos e conseguiam ter uma boa relação com esses, o que não permaneceu por muito tempo. Teve uma participação dos britânicos, que queriam melhorar a imagem diante do oriente médio, estando a favor dos judeus, porém não concordavam com que houvesse uma imigração em massa desses judeus para a Palestina, porque assim podia desencadear uma guerra civil, e com isso os judeus começaram a atacá-los, pois quanto maior o número de judeus na Palestina, mais fácil seria para que se criasse um Estado deles. Acredito que foi graças à Inglaterra ter jogado a responsabilidade para a ONU que houve a divisão palestinense em 1947, do contrário, se um dia realmente tivesse essa divisão só seria possível posteriormente.
    No vídeo também mostra que não era justo tudo o que era feito com os árabes, “Por quê deveriam os palestinos, que não tinham ouvido falar disto, pagar o preço do Holocausto? Por quê? Por quê? Por quê deslocar o povo palestino para pagar um preço por um crime que eles não tinham cometido?”.
    Gostei muito desse vídeo, pois pude perceber os dois lados da história, e não sair com um “vilão” e um “mocinho”, e dava pra ver também o que cada um achava do outro.

  10. Eduarda Alves disse:

    Eu acredito que o fundamental em um documentário é a imparcialidade. Neste documentário percebi que a BCC se preocupou bastante em demonstrar os dois lados sem ser tendencioso.
    Antes de assistir o vídeo, eu acreditava que a culpa era dos palestinos. Todos tem uma parcela de culpa claro, mais eu acho absurdo uma guerra durar tanto tempo, tendo formas de negociações, seria tão simples se cada um cedesse uma pequena parte para os judeus, será que não foi sofrimento bastante a segunda guerra mundial? Depois de tanto conflito, o povo judeu poderia finalmente ter sua própria terra e o conflito um fim.
    Eu acredito que com um solução pacifica o relacionamento entre os países periféricos ao conflito melhoraria bastante, possibilitando até um avanço da região que abriga tantos povos distintos.

  11. amanda machado disse:

    Gostei da muito da forma como o documentário aborda o surgimento de Israel, pois expõe as duas faces da história (a palestina e a dos judeus) do nascimento da mesma, assim podemos analisar como o fato realmente aconteceu.
    A face palestina afirma que o povo judeu os ameaçou com as volumosas compras de terras e as gigantescas imigrações, também relata que não tiveram nenhuma culpa do Holocausto e que não merecem sofrer por causa de uma coisa que não fizeram. Já o povo judeu assegura que os confrontos continuam, pois os palestinos não aceitaram a divisão da palestina em dois estados, além disso, após todo o sofrimento desse povo com o holocausto, alegam que tem o direito de possuírem uma terra própria. Achei muito interessante o fato do documentário mostrar a comportamento mundial em relação ao conflito, no caso dos EUA, que apoiaram o direito dos judeus construírem vidas novas e no caso da interferência Inglesa que foi uma das razões para o desdobramento do conflito até hoje.
    No decorrer do documentário cada povo julga o outro como o culpado pelo surgimento e o desenrolar dos conflitos, ou seja, nenhum assume a responsabilidade pelas brutalidades cometidas. Mas é realmente difícil distinguir quanta parcela de culpa cada um tem e quem é o maior responsável por tudo.

  12. Lucas Gondim disse:

    Os documentário brilhantemente apresentado pela BBC, apresenta o grande desejo do povo judeu de ter um território próprio, é relatado também, que os palestinos que viviam na região não gostavam muito dessa ideia, pois isso significava a perda de seu território. O documentário apresenta os que antes da 2ª Guerra, os sionistas e os vizinhos fazendeiros árabes, conseguiam manter uma relação cordial. A participação do Império Britânico no Oriente Médio é retratada no filme, onde o poderoso império para buscar apoio dos sofridos judeus na segunda guerra, dizia ser a favor da criação de um estado judeu porém era contrária a fuga em massa para o território da Palestina, pois isso poderia causar uma guerra civil entre os dois povos. Os povos judeus sobreviventes ao massacra na segunda guerra, estavam indo em grande quantidade para o chipre, que na época pertencia ao todo poderoso império britânico. Depois do fim do seu fracassado mandato no Oriente Médio, a Inglaterra passou o abacaxi pra ONU onde houve uma reunião entre os países em 1947, onde foi decidida a criação do estado de Israel (o Brasil foi favorável a criação do estado). Percebi que o documentário procurava demonstrar que essa guerra estavam culpando injustamente os árabes, pois eles não tinham nenhuma culpa com todo o sofrimento do povo judeu. O documentário apresenta uma linguagem leve sobre um tema tão complicado de se entender, apresenta os dois lados da história, não como nos documentário estadunidenses que sempre culpam os árabes e tratam os judeus como coitadinhos.

  13. Marília Barbosa disse:

    O documentário é muito interessante, pois como Amanda Lima disse ele nos faz ter uma noção sobre esse conflito que ocorre entre Israel e a Palestina, e que na minha opinião é muito complicado.Também achei que o vídeo procurou mostrar os argumentos de ambos os lados, expondo os fatos que acontecerem e permitindo que o espectador criasse sua própria opinião.
    Nesse breve resumo sobre a criação de Israel e a guerra que se sucedeu, foram muito bem ilustrados os principais massacres que aconteceram, e o relato dos soldados e líderes da época ajudou bastante na compreensão.
    A partir desse vídeo,eu penso que esta foi uma guerra estúpida e desnecessária, onde diversos erros levaram a uma situação de imenso caos que dura até hoje.
    A Segunda Guerra Mundial gerou consequências desastrosas não somente aos judeus como nos já sabíamos, mas também aos palestinos que pouco tinham haver com o Holocausto. Os árabes acabaram tendo que arcar com o prejuízo provocado pela loucura de Hitler.
    Outra nação que teve uma participação negativa nessa guerra foi a Inglaterra, que a partir do documentário, pode ser acusada como uma das principais causadoras do conflito.Ela acabou se comprometendo com os dois lados, pois procurando arrumar uma “solução” para os judeus sobreviventes da Guerra, prometendo a terra de um outro país, que já era ocupada e tinha extrema importância para a Palestina.
    No desenrolar do conflito os judeus acabaram cometendo muitos erros, já que para eles construir o seu próprio país estava acima de tudo, e pouco importava se teriam que matar camponeses palestinos e desabrigá-los de suas casas.Era uma nação que teve sua honra ferida pelos alemães e queria se mostrar forte e se “reerguer” através dos palestinos.
    Estes também tiverem que arcar com o erro de não ter insistido por resolver o problema por via diplomática, e já de início partir para uma guerra.
    Atualmente o conflito ainda não foi resolvido, e pelo que eu assisti acredito que a guerra de 1948 ainda não acabou, que esses conflitos na faixa de gasa estão longe de se resolverem, já que tudo tomou um rumo que envolve não só disputas por terra, mas também a honra dos judeus e palestinos, e muito dificilmente algum deles irá concordar em ceder e chegar a um acordo, já que é da natureza humana querer sempre vencer e se sair por cima como uma grande campeã.Na minha opinião se as coisas continuarem como estão, dificilmente se chegará a uma boa conclusão, este conflito ainda continuará por muito tempo nessa imensa “bola de neve”, onde os envolvidos já não sabem mais nem porque disputam.

  14. Andre Filippe disse:

    Na minha opinião o documentário, trata muito bem o tema da história de Israel, pelo fato dele mostrar tanto o lado dos palestinos, como o dos Israelistas que lutam a mais de 60 anos por esse território. Ele mostra o ponto de vista dos dois lados, pelos depoimentos dos entrevistados, mostrando a história desta guerra que muitas pessoas não sabem seu contesto somente que a guerra ocorria.
    O histórico desta guerra não dá a razão nem aos palestinos, e nem aos israelitas que até hoje não entraram em paz, continuam lutando e várias pessoas são mortas pela posse destas terras, que está dividida e não tem estimativa alguma de seu termínio.

  15. Alice Arruda disse:

    Esse documentário é muito interessante, pois nele são apresentadas as duas versões da história do conflito dos palestinos contra os judeus. Fala sobre a época da Segunda Guerra Mundial, quando os judeus eram perseguidos pelos nazistas e sofriam demais, e quando foram à Palestina e não encontraram ninguém (pois os palestinos tinham fugido, e voltariam depois de alguns meses) tomaram conta de tudo. E os palestinos quando chegaram não puderam voltar para suas casas. O filme todo conta detalhadamente a triste história desses dois povos e mostra vários depoimentos de pessoas que presenciaram tudo, cada uma colocando seu ponto de vista. É interessante, pois nenhum se responsabiliza por nada que aconteceu, só culpa os outros e negam sua versão.
    Acredito que o documentário mesmo apresentando os dois lados da historia ainda favorece os palestinos, pois há muitos comentários inocentando eles e culpando os judeus, mostrando os palestinos como “coitados” e algumas vezes os judeus como “os culpados”. Ainda sim é difícil saber quem este realmente certo nessa história.

  16. Ana Beatriz Melo disse:

    Eu achei muito interessante esse documentário pois são expressas as duas opiniões em relação à guerra (a dos palestinos e a dos judeus), além de se utilizar de várias fotos e registros da época até a atualidade, mostrando a realidade da população que viveu e vive na guerra.
    os depoimentos utilizados no documentário ajudam muito na compreensão do tema e as imagens também. Foi vista a interferência da Segunda Guerra mundial, que causou a migração de vários judeus para a região, e da inglaterra.
    As cenas dos massacres, pessoas mortas e na Segunda Grande Guerra os judeus sobreviventes e os mortos me marcaram muito e mostraram a brutalidade desse conflito que dura até hoje.
    Esse vídeo expõe também a indignação da Palestina com a criação do estado judeu, e a comemoração com esta, o que foi um dos motivos para o começo deste conflito, causador de mais de 60 anos de sofrimento dos dois lados, lados estes que ficam firmes e não desistem, em que algumas pessoas preferem morrer à ficarem submetidas à seus adversários.
    Esse é um vídeo muito interessante, cheio de informações, onde eu aprendi muito e entendi os motivos e brutalidade da guerra.

  17. Germano Wallerstein disse:

    O documentário se esforça muito pra tentar manter a imparcialidade, mas, acredito que, em algumas partes, acaba exaltando Israel, principalmente por ter sido feito em um país ocidental. Ainda assim, acredito que o documentário mostra bem o desenrolar da guerra, com bons depoimentos de israelitas e palestinos, que mostra os dois lados da história. O povo judeu sempre foi um povo migrante, e que, por nunca ter tido uma pátria sempre foi alvo de ataques por parte de outras nações. Quando finalmente conseguiram se assentar em um território, os judeus lutaram arduamente para mantê-lo. É bem demonstrada a culpa da Inglaterra nesse processo, assim como as tentativas frustradas do ONU em estabelecer acordos de paz. Acredito que o documentário poderia ter abordado melhor o envolvimento de Estados Unidos e União Soviética nessa guerra na época da Guerra Fria, Estados Unidos que ainda expressa constantemente o seu apoio incondicional à nação de Israel. As batalhas e chacinas também são bem retratados no documentário, que mostra a quantidade absurda de mortes nessa guerra. Ainda hoje não há previsão para o fim dessa guerra, pois é muito difícil chegar a um consenso.

  18. Manu disse:

    Bom, pra falar a verdade, os vídeos são um pouco cansativos até pelo tempo, mas por ser um assunto novo (pelo menos para mim) e muito bem feito (isso ajuda bastante, por incrível que pareça).
    Também achei muito interessante, por assim dizer, o discurso do presidente de Israel quando ele diz (no primeiro vídeo) que os palestinos deveriam ter aceitado as terras lhe oferecidas dizendo: “ELES recusaram, não nós […] Nós não podemos nos desculpar pelo erro deles.”
    Podemos dizer que isso tende ao lado dos israéis, em minha opnião. Porém durante todo o documentário ele traz diferentes pontos de vista, tanto de palestinos, quanto de israéis, como foi o do presidente, cada um tentando ‘puxar’ pra o seu lado. Acho que nessa história não existe alguém que esteja totalmente certo ou totalmente errado, e assim o documentário se mostrou neutro, pelo menos pra mim, em relação a esse assunto.
    Como por exemplo, quando ele mostra a história do momento em que os palestinos saíram de suas casas, muitas vezes deixando suas coisas de valores, como jóias, dinheiro e etc, achando que, como foi dito no documentário, iria ser algo rápido de dois, três meses… mas não foi bem assim. E após isso, com cada um sempre pondo a culpa no outro, inicia uma guerra, que deixa muitas vítimas e até hoje trás ressentimentos e impasses como o da Faixa de Gaza. Será que realmente vale tudo isso?
    Enfim, a BBC tá de parabéns, por ter feito um documentário tão rico em detalhes e tão bem feito.
    (O fim do último vídeo travou e não conseguir assistir os ultimos 1 minuto e pouco… Se depois eu conseguir assistir esse fim, e obtiver outra conclusão, o que acho difícil, eu posso vir aqui novamente?)

  19. Bárbara Santana disse:

    Luis Paulo, peço para que não repita uma atividade com vídeos do Youtube,ou se o fizer, proponha uma atividade alternativa, pois tive sérias dificuldades para conseguir carregar os vídeos e acabei não conseguindo, pois são longos e a minha internet é lenta.Eu sinto muito por não ter sido possível a realização da atividade, e mais ainda por não ter conseguido assistir pouco mais do que 4 minutos do vídeo, o que demorou para mim cerca de 1:30 e muita decepção, já que o vídeo parecia ser muito interessante, pois fez um breve histórico de como o atrito entre judeus e palestinos começou e mostrou um pouco dos dois lados da história. Sinceramente gostaria de ter assistido ao documentário completo.

  20. fernando henrique disse:

    Na minha opinião, o video foi excelente porque nos ajudou a compreender mais sobre os conflitos entre judeus e árabes, onde a gente ouve tanto falar na mídia(faixa de gaza e outros mais), mas que não fica muito claro a razão de tantos ataques entre eles.
    Bom, o doumentario fala sobre o nascimento de uma nação, quero dizer a de israel(ah vá! é mermo), onde a população é majoritariamente de judeus. Como estudamos alguns meses antes, os judeus foram muito sacrificados durante a segunda guerra mundial, onde a Alemanha fascista(nazista) tinha um plano de expansão e extermínio de outras etnias. Se os judeus antes já queriam sua própria nação, imaginem depois de tudo que sofreram na guerra. Então é que daí surge Israel, uma nação para os judeus, com terras palestinas.
    Indignados com essa situação, os palestinos resolvem, pois terras foram perdidas(pessoas perdem casas e não são a aceitas pelo povo judeu), eles resolvem “responder” em meio a ataques, começando uma guerra sem meios e muito menos um fim.
    No video ainda mostra muito bem algumas imagens de ataques com foguetes, aeroplanos etc.
    Um outro ponto positivo no documentário é que ele mostra digamos os “dois lados da moeda”, mostrando os fatos da palestina e de Israel, sem favorecer nenhum dos dois países.

  21. Hannah Medeiros disse:

    Durante os seis vídeos, várias interpretações são mostradas, mas pode-se perceber que os palestinos são tratados como vítimas, como um povo que teve sua terra tomada, seus cidadãos mortos ou transformados em refugiados e sua cultura interferida. Quando foi oferecido à Palestina mais da metade do território eles não aceitaram, gerando mais conflitos, pois os judeus não desistiriam de ter suas terras. Durante o desenrolar de todo o conflito, a Inglaterra, que não tinha muita coisa a ver com a história, tentou resolver o problema, mas acabou gerando mais, pois ambos passaram a vê-la como inimiga, tanto que os judeus fizeram organizações de exércitos e etc. contra os ingleses. Em minha opinião a Inglaterra ‘meteu o nariz onde não foi chamada’.
    Após alguns conflitos, entra em questão os nazistas. Toda a questão do holocausto fez o mundo ver os judeus como vítimas, um povo sem terra que havia passado por coisas terríveis e mesmo após o fim da perseguição, não teriam para onde ir, um lugar para recomeçar. Os Estados Unidos então tenta ajudá-los, e mais uma vez entra a Inglaterra afirmando que a imigração em massa iria gerar uma guerra civil na Palestina, e os palestinos por sua vez, não queriam pagar por um crime que não haviam cometido, no caso eles viam a ‘doação’ de terras como uma recompensa aos judeus pelo que eles haviam passado. Acho que de certo ponto eles estão certos, mas faltou um pouco de humanidade ao dizerem não aos judeus, sim, realmente ninguém deve pagar por algo que não fez, mas para onde iriam os judeus? Não havia outro lugar possível para mandá-los, a não ser onde eles já haviam iniciado a construção de uma pátria.
    Enquanto assistia aos vídeos não posso dizer que mantive uma opinião, pois é difícil quando se assiste e se ouve o relato pelos dois lados, mesmo que principalmente pelo lado da Palestina. Sempre pensava “a Palestina realmente teve seu território tomado sem motivo algum além da necessidade de terras por parte dos judeus”, mas então eu lembrava a questão do nazismo, todo o sofrimento passado pelos judeus, e acabava sempre ficando em cima do muro em relação a essa guerra que depois de 62 anos, ainda continua.

  22. João Victor disse:

    Gostei muito do documentário da BBC, Nascimento de Israel, pois mostra como era o modo de vida e a relação entre os palestinos e os judeus, assim também como foi que se desencadeou o conflito entre essas duas comunidades, mostrando as conseqüências desse conflito, as versões de cada um dos lados desta guerra, através de depoimentos, e os principais países que influenciaram o decorrer do conflito. Além disso, acho que apesar de o documentário apresentar argumentos (tanto de coisas “boas” como de coisas “ruins”) dos dois “lados”, ele mostra (não de forma clara) a palestina como a vítima por ter tido seu território invadido por outra nação que queria criar um estado nesse local.

    Antes da segunda guerra mundial os sionistas (judeus) e os palestinos tinham uma relação “pacífica”, porém essa relação começou a ser afetada, pois os judeus queriam criar um estado próprio. A palestina começa a perceber que a sua existência estava em risco quando perceberam a grande imigração para sua região e a compra de grande quantidade de suas propriedades. Nessa situação o documentário deixa claro a influência da Inglaterra nesse conflito, a Inglaterra dizia que era a favor da criação de um estado judeu na palestina e a apoiou, como declarou na Declaração de Balfour. Porém, em minha opinião, a Inglaterra cometeu um grande erro, como diz o comentário: “uma nação que promete a outra a terra de uma terceira”, ou seja, “ela prometeu aos judeus a terra dos palestinos”. Além disso, depois ela se põe contra a imigração de judeus para a palestina (dizia que isto iria causar uma guerra civil na palestina e arruinaria a sua relação com os estados árabes), confrontando as idéias dos israelenses. Terminou que a Inglaterra jogou todo o conflito nas mão da ONU, que determinou a divisão da palestina em dois estados: um judeu e o outro árabe. Porém a palestina não concordou com a divisão, o que em minha opinião foi um “erro”, pois eles poderiam ter aceitado a divisão para que a guerra, o sofrimento de sua nação acabasse, ou pelo menos diminuísse.
    Algo que foi determinante nesse conflito foi o fato de as duas “comunidades” jogarem a culpa uma na outra e não assumirem que ambas tiveram culpa no desenrolar do conflito, talvez sendo esse um dos principais motivos pelo qual essa guerra continua nos dias atuais e que nunca irá acabar.

    João Victor – 9° ano B

  23. larissa disse:

    Gostei muito desse documentário, pois podemos perceber que ele apenas apresenta as defesas, e as idéias de cada um dos lados, ele não defende a palestina ou Israel, são apenas versões de diferentes lados de uma mesma história.
    Obviamente cada um defende a sua pátria, o seu ponto de vista, por exemplo, para os Palestinos afirmam que eles foram retirados de suas terras e eles achavam que seria por um curto período de tempo, porém como não foi assim, eles alegam que Israel não os deixou voltar para as suas terras; e os israelitas dizem que na verdade o erro foi dos Palestinos e que eles não podem se desculpar por um erro da parte deles.
    Além disso os palestinos também desencadearam uma guerra civil a partir do momento em que a ONU delimitou que o território deveria ser repartido meio a meio com os judeus, porém os árabes não concordaram e desencadearam uma guerra que dura até hoje.
    Porém, é muito fácil para nós dizer que esse conflito TEM que acabar de qualquer maneira, e é verdade, ele precisa acabar para que evite mais violência, e mais mortes… Mas como dois povos tão distintos culturalmente podem ser vizinhos? É impossível a convivência de ambos neste território, e mais impossível ainda um dos dois abrir mão dele.

    (Refiz meu comentário, pois possuía equivocos no outro, e não sei como apagar o primeiro que foi feito)

  24. Marina Mergulhão disse:

    Achei o documentário interessante, já que eu não conhecia a história do nascimento de Israel e o mesmo conseguiu trazer informações suficientes para que fosse entendido esse período da história. Facilitou-se o aprendizado a partir do momento em que palestinos e judeus que viveram nesse período puderam dar depoimentos explicando o que aconteceu diante do ponto de vista de cada um. Não achei que este documentário privilegie a nenhum dos dois povos, ele apenas esclarece a história vista sob os ângulos de cada um dos povos, já que a história é fundamentada no principio de não existir uma única versão e sim, a versão de todos aqueles que viveram estes fatos.
    A guerra entre esses dois povos iniciou-se e até hoje ambos não assumem a culpa, o que é de se imaginar já que são povos rivais e dessa forma desde a época ate hoje os conflitos são constantes, apesar das inúmeras mortes e tragédias que esse confronto já causou. Ao tentar esclarecer os fatos, é perceptível que os palestinos alegam que os judeus os ameaçaram com compras de terras e imigrações, expulsando-os de seu território, porém os palestinos pensavam que em 2 ou 3 meses estariam de volta a suas terras, tanto é que no documentário ele cita que foi deixado dinheiro, jóias e objetos de valor nas residências. E os judeus afirmaram que os conflitos permaneceram pelo fato de que os palestinos não aceitavam a idéia de que suas terras fossem divididas em dois estados.
    O vídeo também deixa clara a intervenção da Inglaterra neste conflito, um dos principais fatores para que ele se estenda ate os dias atuais e as tentativas da ONU, pelas quais não tiveram sucesso, com acordos de paz.
    Da mesma forma que Germano, acho que o vídeo deveria mostrar um pouco mais sobre o envolvimento dos EUA e da URSS durante o período da Guerra Fria, neste conflito, já que os EUA expressam o seu apoio incondicional a Israel.

  25. Luiz Cabral disse:

    Em minha opnião, a reportagem tem um posicionamento (não totalmente declarado) em defesa aos judeus. A direção do documentário conseguiu deixar uma imagem de que os judeus era uma comunidade oprimida por grandes nações (ao mostrar, por exemplo, imagens de campos de concentração de judeus na alemanha) e na qual se encontrava sem patria, sem identidade, até que se instalaram naquela região e por lá se fixando (obs: não estou dizendo que eles não passaram por isso, OK?).Tirando esse aspecto negativo, o documentario tem boas citações de figuras importantes como o proprio presidente de Israel, ótimas imagens de cenários de guerra, principalmente dos confrontos entre judeus e nações arabes como, Iraque, Libano, Egito, Trasjordânia e Siria. Outro aspecto no qual foi bem lembrado foi o das tentativas de acordos de paz feitos pela ONU e até George W. Bush. Concluindo, gostei da atividade, pois apesar do documentário ter sido um pouco cansativo, aprendi mais sobre a história do conflito.

  26. Filipe Brito disse:

    Em minha opinião o documentário feito pela BBC sobre o nascimento de Israel foi muito bem feito no seu curso a BBC procurou não pender para nenhum dos pontos de vistas nem o judeu nem o palestino. O documentário foi facilitado pelo fato de que o tema é extremamente atual. Permitindo então deixar pessoas que presenciaram a historia contarem os fatos pelos seus diferentes pontos de vistas (o judeu e o palestino) Mas apesar disso houveram partes que o documentário aparentemente pendeu pelo lado palestino.
    Porem o documentário relatou só os fatos relativamente atuais esqueceu o que não facilitou a completa compreensão do conflito, Ele esqueceu de explicar porque os judeus estavam espalhados pelo mundo, a área do estado de Israel passou pela mão de vários povos como, por exemplo, os impérios: Hitita, Egípcio, Romano, Babilônio, Bizantino, Mulçumano (que foi o causador de que a região estava ocupada por povos islâmicos( palestinos))e britânicos. Graças a esse domínio os judeus ficaram sem estado próprio, sendo recebidos por muito preconceito e violência em outros países.
    Os judeus, graças ao preconceito,viram a necessidade de voltar para sua terra natal e criar um estado que servisse de lar para o seu povo, esse sentimento foi apresentado no documentário pelo nome de sionismo. Esse sentimento se espalhou rapidamente depois do holocausto. Não concordo com a opinião do vídeo que os palestinos tiveram que arcar com o prejuízo, pois mesmo se não tivesse havido o holocausto os judeus iriam querer refazer sua nação o holocausto só adiantou o processo. Daí o vídeo relatou muito bem a historia de Israel, mostrou a tentativa dos britânicos de fazer da região um lar para os dois povos, o que foi extremamente falha.
    O documentário em seguida mostrou o erro cometido pelos povos de não aceitarem a solução proposta pela ONU este erro resultou em anos terríveis de uma guerra que ainda não teve o seu fim, pois o povo palestino é o que esta agora exilado de sua terra… Em minha opinião é de que para finalizar toda essa luta a solução mais correta é a que foi anteriormente proposta pela ONU repartição da palestina entre os judeus e os palestinos e de que Jerusalém fique sobre o controle internacional por ser considerada uma cidade sagrada pela maior parte da população mundial.

  27. Juliana Galvão disse:

    Em minha opinião o vídeo ficou bem feito, ele mostra os dois lados da guerra, não ‘preferindo’ os judeus ou os palestinos. Mas ao mesmo tempo em que ele se mostrou o mais imparcial possível, ele ficou um tanto quanto confuso. Ele tenta tanto não escolher um lado que acaba não contando a historia de um jeito interessante, ou fácil de entender pra quem não sabe muito sobre o assunto.
    Eu acho que se o vídeo tivesse sido dividido em ‘duas partes’ ficaria melhor. Em uma ele podia acusar os palestinos, e aí ele colocaria todas as entrevistas que ele fez, e tudo de bom que é falado no filme. E na outra parte ele defenderia os palestinos, e aí colocaria os vídeos dos judeus e etc. Pra mim, ficaria melhor desse jeito. A pessoa conseguiria ter uma visão mais ampla do conflito. E não teria um monte de informações sem saber o que fazer com elas.
    De qualquer forma, achei o vídeo interessante. Através dele ‘obtive’ novas informações, como o fato da Inglaterra ter ‘se metido’ no meio da guerra. Eu nunca nem sequer desconfiei disso. E, bom, eu nunca tinha parado muito pra refletir sobre essa guerra e tal, mas pensando agora sobre o assunto, é estranho o fato de eles estarem lutando por uma terra santa e estarem se matando por isso. É um pouco contraditório isso, eu acho. E também tem o fato de que a pessoa não tem como escolher um vilão e um carinha do bem, essas pessoas só estão lutando pelo que elas acham que é certo. :/

  28. Ana Karolina disse:

    Apesar de um pouco cansativo, achei o documentário bastante interessante, pois através de várias imagens, entrevistas e vídeos, conta detalhadamente um pouco deste conflito que mesmo depois de 62 anos, ainda continua.
    Mostra ambos os lados da história, sem favorecer nenhum. O documentário inicia-se contando um pouco da história dos judeus israelitas durante a segunda guerra mundial, mostrando o holocausto que estes sofreram. Em uma entrevista com um sobrevivente de um dos piores campos de concentração da época, o campo de auschwitz, ele fala que depois de tudo que sofreram os judeus não deixariam mais de se impor e os mesmos desejavam criar seu próprio estado, e foi assim que surgiu Israel. Porém, o território de Israel, já era habitado há séculos pelos palestinos, que com o passar do tempo, foram perdendo suas casas, seus pertences, enfim, tudo de uma hora para outra.
    Como os palestinos não queriam abrir mão de sua terra, e os judeus da sua chance de criar seu próprio estado, iniciou-se um conflito que dura até os dias atuais.
    Durante o documentário é impossível não sentir-se sensibilizado ao ver as várias imagens de pessoas feridas, mortas, casas destruídas, pessoas chorando, vendo os estragos que esse conflito acarretou.
    Em minha opinião, não existe nenhum certo, nem um mais merecedor do território do que o outro, porém, estes precisam deixar de lado o orgulho e entrar em um acordo para por finalmente um basta nesse pesadelo que já dura cerca de 62 anos.

    Ana Karolina – 9º ano A

  29. Tácio Barreto disse:

    Começando mais esta postagem no blog. Venho apenas tentar comentar,como leigo que sou, sobre este incrível documentário que tivemos a sorte de termos incluso no nosso programa. A essência do documentário, é exatamente o olhar duplo que ronda cada segundo do vídeo, explicando cada momento com os dois olhares, o dos nativos árabes e os imigrantes judeus, além de explicar de modo satisfatório a relação entre os conflitos passados e os atuais entre estes dois povos. Outro ponto positivo do documentário, é mostrar não apenas as opiniões de cada grupo, mas também as atitudes, tanto “diplomáticas” quanto “terroristas”;e como é citado no documentário: “o terrorismo é relativo, o que é terrorista para um, para o outro é um defensor da liberdade”,e o vídeo deixa isto explícito em todos os momentos, deixando para o leitor o direito de julgamento, entre os dois lados, o “correto”,ou mais convincente.As posturas dos dois lados também eram diferentes, como no trecho em que Israel conquista sua soberania,os palestinos,que assistiam aos poucos suas terras serem retiradas de suas mãos,e seus direitos privados, apresentaram uma rápida reação contra a decisão da ONU. A relação entre este conflito e as guerras mundiais é incontestável, já que Gaza(a última faixa de forte resistência palestina em Israel) foi parte do império Turco-Otomano,que se dissipou com o fim da primeira guerra,e a ocupação judia foi reflexo da segunda guerra,das perseguições alemãs contra os judeus,o que acarretou ao êxodo para o oriente médio, em busca do sonho de consolidar o primeiro estado judeu,Israel(Estado este,que recém formado,já é datado por alguns especialistas como acabado,ou “jurado de morte”,se entendermos isto como uma metáfora).O documentário mostra a face armada do conflito,não apenas aquilo que vemos na Televisão,mas sim manifestantes e guerrilheiros,defendendo suas causas e arriscando suas vidas em suas reivindicações armadas,mostrando desde os ataques dos grupos Israelita anteriormente,na época em que ainda não era estado formado, até hoje, com manifestantes espalhados por todo o mundo.A causa destes dois grupos hoje em dia é muito famosa, e está em todos os noticiários e revistas, além de milhares de pichações em ruas de todo o mundo com mensagem de “Libertem a Palestina!” ou coisas do tipo.Embora famoso, suas faces que são mostradas em noticiários não são as verdadeiras,alguns mostram Israel como um estado forte que luta para manter sua democracia,enquanto outros mostram Israel como um completo opressor;Este extremismo em relação aos meios de comunicação modernos acaba dificultando o entendimento geral em relação ao assunto.Muito embora jóias raras como este noticiário,nos mostram uma visão central do conflito,com referÊncias históricas excelentes,e que tornam ate mesmo um tema complexo como este em algo prazeroso e leve de se estudar.Obrigado Luiz Paulo por mais esta reportagem incrível.Vida Longa Ao Blog!

  30. Matheus Tiné disse:

    Na minha opinião, esse belo documentário apresentou muito bem a questão do nascimento de Israel, apresentando opiniões dos dois lados – palestinos e judeus -, permitindo que quem está vendo “visualize” bem a situação.
    No começo dos vídeos são muito lembradas questões da 2ª Guerra, como Auchwitz (escreve assim?), todo o Holocausto, etc. E a comparação que eu já citei, entre os dois lados é o que mais “marca” esse documentário, que chega a se assemelhar à um debate, pois cada pessoa “joga” a culpa para o outro lado, achei interessante no começo do documentário justamente um desses momentos, quando o presidente de Israel diz que em 1947, os palestinos tinham a opção de ficar com uma divisão do território e não quiseram, então os palestinos é que debem assumir a culpa, etc.
    Eu gostei muito do documentário, assimilei novas informações sobre o nascimento de Israel, e na minha opinião, o documentário se manteve imparcial do início ao fim.

  31. Bernardo Pereira Salazar disse:

    O documentário produzido pela BBC apresenta de forma clara o tema da história de Israel, principalmente no período de sua criação. A organização e a forma em que o documentário foi apresentado ajudaram bastante no entendimento do assunto. Em minha opinião, seus produtores tentaram buscar a imparcialidade na produção do documentário.

    O documentário destaca a Segunda Guerra Mundial como período primordial para o surgimento do Estado de Israel, já que houve migração de judeus para aquela região. Também é lembrado a ‘não competência’ da ONU e da Inglaterra em tentar controlar o conflito.

    No que se remete em achar um culpado ou uma vítima para a história, acredito que não exista aquele que esteja correto ou errado, mas que cada um, tem seu ponto de vista e seus motivos para (infelizmente) estarem em conflito em busca de seu território.

    Por fim, acredito que o documentário poderia abordar de forma mais detalhada a posição de outros países do mundo diante do conflito.

  32. Hellen Dantas disse:

    O documentário traz de forma muito clara o conflito entre a Palestina e Israel, sabendo colocar de forma igualitária os dois lados, tanto o da Palestina, quanto o de Israel, fazendo que com isso, pudéssemos tirar nossas próprias conclusões sobre o conflito.
    Nunca havia escutado falar sobre o nascimento de Israel e os conflitos que aconteceram após seu nascimento, mas esse documentário soube resumir bem o assunto.
    A “Catástrofe Palestina”, retratada no próprio vídeo, foi um período e grande dificuldade para os palestinos, onde eles, “sem mais nem menos” foram exilados das suas próprias terras. E, com a ilusão de que tudo ficaria bem em um certo período de tempo, perderam tudo o que tinham, além das terras, perderam jóias, dinheiros, móveis, etc. Com toda essa certeza, esse desejo foi de fato não realizado, para tristeza dos palestinos e felicidade dos israelitas.
    E, com 60 anos, enquanto os palestinos relembram o período do começo dos grandes sofrimentos (já que ainda há uma realidade bastante difícil pra eles, com muitos ainda refugiados), os israelitas comemoram o aniversário do país.
    O depoimento de israelitas e palestinos da época nos fez perceber o quanto eles tentam jogar toda a culpa do terrorismo no outro, não admitindo os seus erros. Para Hazem Nusseibeh (palestino), por exemplo, a expulsão dos palestinos de sua própria terra é algo imaginável, já que eles foram os primeiros povos a habitar naquela região. E, para o Shimon Peres (israelita), a culpa da expulsão, foi dos próprios palestinos, que não queriam selar um acordo de divisão do território, “Nós não podemos nos desculpar pelos erros deles”, disse Shimon.
    Mostra também a culpa da Inglaterra no decorrer do conflito e as tentativas fracassadas da ONU de estabelecer um acordo de paz.
    Com o fim do documentário, a dúvida inicial não foi resolvida. Ainda não consegui criar uma opinião sobre quem é o real culpado de tudo isso. Todo esse conflito é bastante difícil, mas precisa-se ter um fim. Certamente, eles só poderiam estabelecer uma certa “paz”, com a divisão territorial proposta por Israel.

  33. Guilherme Bayma disse:

    Pra mim, o documentário foi bastante produtivo, pois apesar de ser um tema interessante e atual, estando o tempo todo nos noticiários, nunca aprofundei no assunto. Na minha opinião, a BBC se manteve imparcial, se mostrando não tendenciosa ao relatar comentários dos dois lados, palestinos e israelenses. Mantendo essa imparcialidade, nos possibilita entender o nascimento de Israel e o conflito que dura até hoje por duas visões.
    Primeiramente ele mostra o holocausto e o sofrimento que os judeus passaram. Depois, têm comentários que abordam bem o assunto, onde os palestinos acusam os judeus de os ameaçarem com grandes imigrações, expulsando os palestinos de sua terra, mas os palestinos achavam que iriam retornar em pouco tempo para seu território, inclusive deixaram pertences em suas residências. Porém os judeus se defendem alegando que o conflito só permanece, pois, os palestinos não aceitavam dar uma parte de seu território para os judeus. Como não chegaram a um acordo, criou-se esse conflito que dura até hoje. O documentário coloca muito bem as imagens do conflito, que tem inúmeros mortos, pessoas feridas e refugiados. Também mostra a intervenção inglesa no conflito, um dos principais fatores para o conflito permanecer até hoje, e depois as frustradas tentativas da ONU de estabelecer a paz. Não acho que tenha um lado certo e um errado, os dois tem seus erros, porém eles devem chegar num acordo pois esse conflito já gerou muitas mortes feridos, e isso tem que ter um fim.

  34. Flávio Lins disse:

    Ao assistir a todo o documentário consegui perceber que a história das guerras de Israel com os palestinos é exposta de formas diferentes, dependendo se está sendo apresentada pela população de Israel ou pelos palestinos. Entretanto, os vídeos não defendem ou apóiam nenhuma das duas versões.
    Mas, o que não pode ser discutido, na minha opinião, é o quanto todos os palestinos e israelenses sofreram com todas essas problemáticas que aconteceram e vão aumentando ao longo do tempo. E no documentário fica muito claro que ambos os lados estão com uma parte da culpa dos conflitos e das tragédias ocorridas durante todo esse período.
    As intervenções que os outros países fizeram em relação às guerras também são bem observadas nos vídeos. No caso da Inglaterra, por exemplo, que é responsável por várias mortes nas guerras e ainda ficou com fama de traidora pelos dois grupos rivais, pois a Inglaterra fez muitas promessas que não foram exercidas até hoje.

  35. Bárbara Santana disse:

    O documentário me ajudou bastante na compreensão do conflito territorial e histórico entre Israel e Palestina. O histórico mostrado pelo documentário é bem interessante, pois possibilita o entendimento de como a história de atritos mútuos entre palestinos e israelenses começou, e os pontos de vista tanto de judeus quanto de palestinos contribuíram para enriquecer o documentário, que não pende para nenhum lado, mas mostra os dois lados de uma mesma moeda.
    Os judeus sempre visavam a criação de um Estado próprio, e retornar à terra bíblica dos judeus para tornar possível essa ambição.
    Os palestinos, por sua vez, residiram na região que posteriormente passou a integrar Israel por muito tempo,e seus habitantes, por causa da guerra de independência de Israel, se refugiaram e acabaram por encontrar-se aprisionados na Faixa de Gaza, já que não podiam mais retornar a Israel.
    O documentário também coloca a importância da Inglaterra no conflito. Na Declaração de Balfour, a Inglaterra deixa claro seu apoio à formação de Israel e, ao mesmo tempo, o respeito às comunidades não-judias de Israel.Isso se mostrou totalmente impossível, e a Inglaterra acabou por ser rival dos dois lados, pois a Palestina não aceitaria a tomada de seu território e Israel não recebeu apoio britânico.
    Para a guerra que se seguiu, precisou-se de uma intervenção da ONU. Ficou decidido, então, que mais da metade do território palestino constituiria o Estado de Israel, que apenas possuíam 10% do território e população bem menor do que a dos palestinos.
    Resultado: A guerra piorou, e continua até hoje.
    Devo confessar que a minha balança pende para o lado israelense, pois os judeus nunca tiveram uma nação para si, encontrando-se dispersos pela Europa e perseguidos pelos nazistas. Se eles tivessem seu próprio Estado,estariam seguros e sem motivos para serem perseguidos pelos nazistas. Para mim, a guerra não teria acontecido se os palestinos tivessem sido solidários e cedessem uma parte do seu território aos judeus: eles ainda teriam uma porção de terra grande e teriam evitado o caos nos dois países e na faixa de gaza.

    (Apesar das dificuldades e da lerdeza do meu computador, consegui carregar os vídeos)

  36. Marcela Souza disse:

    Começo dizendo que achei o documentário de bastante importância para o meu aprendizado, já que não sabia nada sobre o Israel, para falar a verdade, eu sabia sim, que é um lugar que vive acontecendo guerras, parece até que é o centro de batalha. Mas, depois de assistir a esse documentário, percebi o quanto de história esse país possui, e que nem me dava conta, e nem tinha interesse em saber mais sobre o assunto.
    Tudo começa então, depois de uma guerra que ocorreu a 62 anos atrás, onde os israelitas saíram vitoriosos, deixando os palestinos furiosos. No meu ponto de vista, mesmo sabendo que muitas vidas seriam perdidas,e que afetaria a vida das que sobreviveriam, penso que o Israel fez o que devia fazer, já que todos queremos estar livres para fazermos o que bem entendermos, no momento em que queremos, ou seja, não queremos ficar recebendo ordens de alguém que se diz o nosso superior, era justamente isso que eles (israelitas) queriam, então, por que não?? Tudo bem que isso pode ter sido um “pouco” precipitado, mas se era o que eles realmente queriam, deveriam sim, lutar por seus direitos e lutar por sua terra sagrada, a qual tanto amam.
    Hoje, o lugar que mais sofre as consequências é na Faixa de Gaza, lar da maioria palestina (em geral, refugiada). E o que mais acho interessante é que os dois lados se acusam, ninguém assume o erro, só quer mesmo é colocar a culpa no outro e deixar como está, todos se perguntando quem foi o culpado por tudo o que aconteceu, e o que ainda hoje acontece em Israel. É fácil acusar o outro, o díficil é falar a verdade e mostrar realmente a face que há tempos está escondida. Agora eu me pergunto, e aqueles que passaram por tudo aquilo e que sobreviveram, como vivem hoje? Feito ratos? Se escondendo de tudo e de todos? Por que tanto pode ter sido seus inimigos como aqueles se fazem de amigos. Sendo assim, para quê se arriscar, sabendo que o seu próprio país pode ter matado a sua amada família anteriormente e que pode até mesmo matar a sua família que vive hoje??
    Penso que os dois inimigos de batalha deveriam abrir o jogo e mostrar a todos a verdadeira cara, e tentar acabar com eses embates onde uns matam os outros para mostrar quem é que manda.
    Repetindo, o documentário foi valioso e quis mostrar os dois lados, nem apoiar um, nem o outro, somente mostrar o que cada um fala para se defender e para acusar o outro.

  37. Luciana B. S. disse:

    O conteúdo do vídeo é muito bom, explica bem essa questão de Israel, judeus, palestinos, etc. O único problema foi o tamanho… Não tinha um videozinho menor não, Luiz Paulo? Hehehehe. Pra quem tem internet lenta como a minha fica complicado, mas eu, pelo menos, consegui assistir a tudo… Falta só saber se entendi… Vamos nessa então.

    Em Israel, acontece um dos diversos conflitos da problemática região do Oriente Médio. Não é de hoje que os judeus querem criar um Estado Judaico (vide o“Movimento Sionista” iniciado no final do século passado), mas se intensificou com o Holocausto e as conseqüências dele, atraindo o olhar dos demais países.

    Judeus, homossexuais, doentes mentais, etc. Todos sendo levados em uma massiva matança (destacando-se os judeus, pois, por causa da perseguição, foram mortos milhões destes). Eis o cenário presente na Segunda Guerra Mundial, como é mostrado com maestria no documentário. A situação dos judeus comoveu o mundo.

    A Palestina no momento é um território sob controle britânico, pois a Inglaterra conseguira a posse deste na Primeira Guerra Mundial, tirando-o das mãos do Império Turco-otomano apoiada pelos árabes. A Inglaterra também estava comovida com a situação dos judeus; é cedida a área da Palestina para eles. A ocupação ocorre de forma tão rápida que, em pouco tempo, os judeus passaram a representar grande parte da população palestina. Mas essa região já era ocupada por alguém… Entra em cena o povo árabe-palestino.

    A Inglaterra, vendo a crescente tensão na região, abre mão da mesma e “passa a bola” para a ONU. A ONU coloca na mesa um plano onde a Palestina seria dividida em dois Estados, um judeu e outro árabe. O plano não agradou os árabes. Em meados do século XX, é criado Israel, o Estado judeu, para a insatisfação dos árabes da Palestina. Os judeus conseguiram seu tão esperado lar; mas, como nada é de graça, isso provocou a perda de parte do território dos árabes palestinos e desencadeou o conflito que se estende até hoje…

    Bem… Até agora, todo mundo (ou a maior parte) comentou dizendo não saber quem está certo ou errado no conflito, chegando a um impasse. Concordo que o vídeo é imparcial, mas minha opinião é diferente. A meu ver, os palestinos estavam primeiramente certos… Não vejo motivo plausível para tirar a terra de um povo para presentear outro com ela… Se queriam ajudar, que doassem uma parte de seu próprio território… Não acho certo o que fizeram com o povo árabe e defendo a idéia dos árabes de lutar por seu território, mas não por métodos violentos como os que foram mostrados no documentário… Violência apenas gera mais violência.

    Enfim, deixemos o tempo resolver este persistente conflito.

  38. Gilmar Albino disse:

    Este documentário é muito interessante, pois ao contar sobre esta guerra ele tem a preocupação de mostrar a opinião dos dois agentes que estiveram nela, e não de mostrar os personagens bons e os ruins. No documentário é mostrada a relação deste acontecimento com a Segunda Guerra Mundial, onde aparece Hitler, e também mostra a interferência da Inglaterra na história. Como podemos ver, as opiniões dos dois lados nem sempre se relacionaram, o que dificulta o entendimento do que de fato aconteceu, pois os dois lados se explicavam, porém as duas explicações se contradiziam. Um bom exemplo disso foi à razão pela qual os palestinos não voltaram para suas casas. O documentário também esclareceu como tudo isso começou, que antigamente eles eram povos que tinham uma boa relação, mas após o começo de comercialização de terras, tudo mudou, e conflitos foram gerados, “matando muita gente, gente que pagou por crime que não cometeu”. E nesse tempo todo não foi ainda concluído a resolução do conflito.

  39. Mateus disse:

    É um bom documentário só peca na sua organização. Achei exaustivo demais (não foge do termo documentário), as vezesum pouco repetitivo e as legendas eram outro fator que gerava o cansaço de assistir o vídeo.Tirando esses pontos, o documentario trouxe a ideia do conflito que traz raízes ate hoje, como vemos na tv e etc. Ele procurou a imparcialidade quanto ao tema da guerra, sempre buscando os dois lados da história. Foi válida essa alternativa, pois num conflito temos que observar diferentes pontos de vista. Quanto a minha opinião, acho que os dois estão errados, pois nunca considero alguem certo em uma guerra.

  40. Lucas Oliveira Maggi disse:

    Meus colegas falaram de forma categórica sobre o documentário da BBC, o que me deixa confuso na hora de mostrar algo diferente deste documentário, não que não tenha, pois tem, e muito. Muito bem feito e organizado, porém não tão objetivo.

    Este vídeo (particionado) mostra mais de 2 pontos de vista. Pois tem o lado dos palestinos, dos israelenses, dos judeus, e claro da própria BBC. O ponto de vista da BBC foi o que me deixou mais feliz, pois foi perceptível o quão é complicado olhar pelos olhos do outro. (Tanto é que me senti confuso enquanto assistia ao vídeo)

    E se tratando de história fica ainda mais difícil, pois temos em mente uma idéia de “verdade”, o que dificulta aceitar a situação do outro. Acredito que irei me confundir muito com esses pontos de vistas, já que não conhecia direito esse empasse, pois minha visão era turva, e agora ficou mais ampla, o que não ajudou muita coisa, porém tomou maior coloração. (Devido ao fato de mostrar o famoso “o outro lado da moeda”)

    Isso é, os judeus na Segunda Guerra Mundial foram colocados como vítimas pela maioria dos noticiários (jornal,rádio,tv) e nele (o vídeo) é mostrado este e outro ponto de vista, em que eles estariam provocando uma guerra (na palestina, mesmo que não fosse esse o intúito) com pessoas que já estavam lá (palestinos), e que não queriam brigar em princípio. Porém quando se viram em uma situação complicada de tentativa de “dominação”(o valor dado a palavra e a palavra correta vai variar de acordo com que partido você tomar) por parte dos israelenses e judeus, começaram uma defensiva, que ainda não acabou, pois a ofensiva dos judeus e israelenses ainda não acabou, tanto é que ainda é motivo de notícia (muitas vezes por causa dos grupos radicais de ambos os lados).

    Uma coisa que vale destacar é que no vídeo fala de uma situação gerada pelos judeus para os palestinos, que foi um ataque psicológico, fazer com que passassem nas rádios que a situação estava muito grave, mesmo que estas não tenham sido graves, e até mesmo nem se quer tenham ocorrido. Esta parte é citada como “Guerra Psicológica”, e não “ataque psicológico” como foi dito por mim.

    Vale ressaltar que esta guerra político-econômico-bélica-religiosa é muito complexa, não só pelo fato de ter vários pontos de vista, mas que estes são totalmente contraditórios. Enquanto um diz ser o cordeiro, o outro diz que este é o lobo. Nisso os argumentos se tornam defensivos e ofensivos, e fatos (mortes, notícias – mesmo que exageradas, ou ocultadas-, bombardeios, acordos, desacordos, apoio popular e revanchismo) servem apenas para por mais lenha na fogueira, diminuindo as chances de criar uma solução, já que enquanto nenhum deles abdicar, estes estarão em “eterno” conflito.

    Só acho que para mim foi muita informação em pouco tempo para organizar, este é um assunto que seria interessante de ser analisado com vivacidade para entender melhor. Isso não denigre a qualidade do vídeo, só mostra que a análise com calma é que vai fazer o entendimento.

  41. Vitor Amaral disse:

    O documentário realizado pela BBC tem como objetivo explicar a origem e os acontecimentos ocorridos na Guerra da Palestina, um assunto pendente há décadas, que culminou e continua a fazer milhares de mortes e refugiados gerando grandes repercussões na mídia internacional. Apesar de todas as notícias que vemos nos meios de comunicações sobre esta guerra, muitas vezes focamos apenas as mortes ocorridas, mas não pensamos sobre a causa deste conflito.

    O documentário tenta apresentar a origem deste conflito por meio de diferentes pontos de vista, de um lado os judeus que buscavam uma pátria para seu povo, e do outro os palestinos que tiveram seu território reduzido. São realizadas entrevistas com pessoas que vivenciaram a guerra e com líderes dos países no conflito. Cada um mostra seus argumentos que o seu país estava certo, deixando claro que existe um grande nacionalismo nesses países (aliás isso é um assunto bastante discutível, pois o nacionalismo é o que move grande parte de guerras desse tipo), sempre acusando o outro e defendendo os acontecimentos para o lado de sua pátria. Há momentos que aparenta até ser um debate entre os entrevistados, como no caso de quando é perguntado para o presidente de Israel se eles tinham culpa da fuga dos palestinos, a resposta então é passada para um representante da Palestina e ele, como se estivesse frente-a-frente com o presidente, responde exclamando que não era verdade. Então pode se ver que o documentário faz um jogo de argumentos, uma hora de um lado, outra o outro lado, sempre se contrapondo mostrando os diferentes pontos de vista.

    Um documentário sempre deve ser imparcial, pois seu objetivo é informar a quem assiste e após estas informações o próprio cria seu ponto de vista.Neste documentário muitos dos argumentos utilizados são bastante sentimentais, procurando gerar uma maior aceitação do público, mas se visto de uma forma mais crítica o assunto (minha opinião) não possui um certo nem um errado, quando se é criada uma guerra para chegar a um objetivo, os envolvidos já estão errados. Esse assunto não foi devidamente cuidado pela política internacional, havendo mais um exemplo da falta de ações pacificadoras de órgãos internacionais que realmente surtam efeito e como no caso da Inglaterra(Reino Unido), que foi quem tomou grande parte das decisões para a guerra chegar ao que é hoje, que não tomou as devidas providências para tentar abafar o conflito com soluções aceitas por ambos os lados.

    A realização deste trabalho é de grande importância para entender o cenário mundial em que nos estamos, pois esse assunto é bastante presente na mídia, mas muitos não sabem a causa real deste conflito. Eu mesmo, sabia pouco sobre esse assunto, sempre via na televisão, “Israel manda mísseis…”, sem saber o porque desta situação. Então este trabalho foi uma boa experiência e acredito que todos quando assistirem a TV e virem alguma notícia sobre o conflito vão saber as circunstâncias que levaram a isso.

  42. amanda soares 9A disse:

    O documentário é muito rico em informações, mostra toda a história sob o ponto de vista dos dois povos que infelizmente viveram e ainda vivem com esta realidade. Inicialmente, fiquei um pouco perdida pois é um conflito um tanto complexo, tive que pesquisar pra começar a entender. Ao assistir, fiquei confusa sobre de lado estaria nesta guerra. Cada um conta sua versão e sempre omitindo, claro, a parte da história que lhe desfavorece. É preciso analisar os fatos.
    Há muitos fatores que tornam esta terra tão conflituosa, tão cobiçada e volvida por guerras e perdas. Não é de agora que Jerusalém é um impasse entre palestinos e judeus. E não é fácil tomar uma decisão e apontar quem merece ter esta terra, se fosse, a situação já estaria resolvida. De um lado, os judeus seriam os merecedores de Jerusalém porque ela já é por direito deles, é a Terra Prometida por Deus, além disso, depois de uma história de sofrimento (além do holocausto é importante lembrar que os judeus foram escravizados no Egito) os judeus seriam mais do que merecedores da terra. Porém, seria a Palestina punida pelo sofrimento dos Judeus? Sinceramente, ela não tem nada a ver com isso. Além do mais, quando os Judeus saíram do Egito e chegaram em Israel o povo palestino já estava lá. É injusto que apenas um fique com a Terra Santa (que de santa já não tem nada) e outro fique em uma terra qualquer, refugiado, sem teto. Como se não bastasse, ainda outros países se envolvem no meio conflito.
    Hoje, olhando para a situação é impossível de acreditar que judeus (israelenses) e árabes (palestinos) tenham vivido na época do Império Romano sob o mesmo teto, sem disputas. Seria muito bom se hoje pudesse ser assim, mas agora há mais interesses em jogo além de uma maior identidade nacional, primeiro problema: quem mandaria no país? Israelenses ou Palestinos? E os interesses econômicos também estão envolvidos, por exemplo, os Estados Unidos é aliado aos judeus e não aceitaria ajudar um país com árabes.
    A ONU tentou fazer um acordo em 1947, inclusive o presidente de Israel disse “Demos uma chance para eles mas não aceitaram, não podemos nos culpar pelo erro deles.” Mas o que ele não disse é que a parte da terra cedida para a Palestina era improdutiva, não chegava aos pés da que ficaria para os judeus. ONU e Estados Unidos para mim é uma coisa só, certamente se árabes, seus eternos inimigos, fossem os donos da terra, os EUA estaria mais mobilizado para reverter a situação.

  43. Marcelo Simões disse:

    Assim como muitos dos meus colegas, achei interessante os vídeos e principalmente porque ele mostra a fala de pessoas dos dois lados, e pude ver suas justificativas para estar ocorrendo esta disputa pela possessão dessa faixa.
    O vídeo mostra um pouco sobre o impasse que ocorre no oriente médio, entre Israel e Palestina, numa região conhecida como Faixa de Gaza. Ele mostra sobre a história desse conflito, que começou definitivamente após a II guerra mundial, após o genocídio dos judeus, onde os judeus precisavam de um lar nacional e lhes foi dado uma região que pertenceria à palestina. E atualmente Israel tem posse da maior parte do antigo território palestino, mesmo sendo a população Palestina de maior tamanho. E a situação atual é: os judeus ocuparam as terras de outros, que lutam para tê-las de volta. Por isso eu faço a mesma pergunta que foi feita no vídeo: “Por que deslocar o povo palestino para pagar um preço por um crime que eles não tinham cometido?”, para que trazer ainda mais sofrimentos para outros? O do genocídio já não bastava? Por que não ter resolvido isso de forma diplomática?
    Diante disso eu concordo com o presidente Lula, quando ele disse: “Se é verdade que o povo palestino quer paz, e o presidente da autoridade palestina quer paz; Se é verdade que o povo de Israel quer paz, e o presidente de Israel quer paz; É preciso que agente agora comece a perguntar quem é que não quer paz? E detectar quais são os grupos que estão radicalizando para não ter a paz…”, pois é por causa dessas pessoas, desses grupos que fazem esses conflitos permanecerem, que pessoas como as mostradas nesses vídeos e no documentário “Promessas de um novo mundo”, continuam na situação em que se encontram, vivem o tempo inteiro com medo: algumas crianças vão para a escola, por exemplo, e não sabem nem se voltarão para casa com vida, como é mostrado no documentário “promessas de um novo mundo”.
    Esse tema envolve dois principais fatores que devem ser pensados, para que cheguemos a uma conclusão sobre ele, que são eles o fator histórico, e o da situação das pessoas que vivem nessa região; Então vejamos: Historicamente a área ocupada por Israel é da Palestina, porém a partir do momento em que os judeus se estabeleceram nessa região, eles constituíram casa e família lá, então tira-los da região seria fazer o mesmo que foi feito com os Palestinos no passado, e acabaria provocando outros conflitos; Porém deixar a situação da forma em que ela se encontra seria uma injustiça com os Palestinos, que viveriam de forma desigual, por suas terras.
    Esses são alguns motivos pelos quais a Faixa de Gaza tem sido um foco de tensão, pois envolve interesses sociais, sendo assim eu concordo novamente com Lula quando ele diz que a Palestina deve ser um estado livre, porém acho que isso deve ser resolvido através de acordos, para que os lados sejam privilegiados, como conclusão podemos dizer o seguinte: se os judeus conseguiram um lugar para construir suas vidas, quando eles mais precisavam; Por que eles não podem fazer acordos ou até ceder terras para os palestinos?

    Fontes da fala de Lula sobre o assunto: http://www.youtube.com/watch?v=smaIIhgjtLo
    http://colunas.epoca.globo.com/falamundo/2010/03/17/lula-defende-estado-palestino-livre-e-independente/

    Para quem quiser saber mais sobre o documentário “Promessas de um novo mundo”: http://www.adorocinema.com/filmes/promessas-de-um-novo-mundo/

  44. Sarah Melo disse:

    O documentario apresenta os fatos do conflito pela disputada “terra santa” de uma maneira surpreendentemente imparcial, mostrndo alternadamente todas as opiniões e visões sobre o assunto. Ao meu ver, os dois lados têm sua parcela de culpa, mas mais ainda há a participação de países como Inglaterra. Esta que, reflentindo a vontade dos “grandes’ países ocidentais, pretendia estender sua hegemonia ao Oriente Médio, apoiou a criação de um Estado de religião cristã num território muçulmano, jogando depois o problema pra ONU, que tomou uma decisão equivocada ao entregar a maior parte da pizza palestina aos “recém-chegados” judeus que começram, com a sua chegada em massa, alonga disputa por território. O fato de que
    sim, os judeus sofreram os impactos terríveis do holocausto, é inegável, mas o problema acabou nos palestinos, que não precisavam pagar pelo erro de outros, mas que não podem ser tratados como vítimas, pois tanto quanto judeus, os palestnos mataram e aterrorizaram o povo inimigo.
    No geral, um documentário completo e bem produzido.

  45. Monique Fernandes disse:

    Em minha opinião, o documentário é bastante interessante, não só pelas imagens ou pela forma de narrar uma história tão complicada. Mas também, pelo fato de que não é apontado um culpado ou um inocente, como provavelmente aconteceria se a produção fosse norte-americana (culpando os palestinos e inocentando os judeus), mas apenas os dois lados da história, com as justificativas e as barbaridades palestinas e judias através de depoimentos e pesquisa.

    Pelo que pude entender da causa do conflito, antes da 2ª Guerra Mundial, os Sionistas (judeus que queriam voltar as terras judias bíblicas e criar um novo estado) viviam em harmonia em seus Kibutz (fazendas comunitárias) com os palestinos até (aproximadamente) a década de 30-40. As compras em massa de terras (na Palestina), a grande quantidade de imigrantes (para a Palestina) e o nacionalismo por ambas as partes, foram os principais motivos para o início do conflito. Esses motivos se deram devido ao nazismo, em que vários judeus se viram sem lugar para onde ir,por isso foram para a Palestina.

    Os Britânicos entram nessa história, pois fizeram uma falha tentativa de serem bem vistos pelo Oriente Médio, intrometendo-se num conflito que não era dele, sendo a favor dos judeus em criarem um estado e contra a imigração em massa dos mesmos. Sua tentativa não deu certo, passando então a bola para a ONU, que decidiu dividir a região em duas áreas. Os Judeus ficaram muito felizes, enquanto os Palestinos recusaram a oferta.

    No entanto um dos lugares que teve a mais intensa foi Jerusalém. Afinal, Jerusalém é uma cidade sagrada para cristãos, judeus e mulçumanos, logo, os principais envolvidos queriam manter essa cidade sobre controle.

    O documentário me deixou em dúvida sobre quem está certo e errado: de um lado, os palestinos, que tiveram suas terras ‘roubadas’ e fez de tudo para reconquistá-las durante a guerra; Do outro os judeus, que de certa forma, ‘reconquistaram’ suas terras que haviam sido ‘ditadas’ na Bíblia, lutaram para conseguir ficar com elas e sofreram bastante no período do Nazismo, voltando sem-terra e necessitando um lugar para ficar.

    Monique Fernandes 9º ano B

  46. Lucas Monteiro disse:

    Logo no começo do ano perguntei a Luiz Paulo uma questão que nenhum profeesor de história tinha respondido(dignamente):”para que estudar história?”. Ele então me explicou que ela tem um papel fundamental nos dias de hoje, pois é apartir que dela que o ser humano deve se basear para não cometer futuros erros. Sem ela, provavelmente teria aconcido uma terceira guerra mundial que arrrasaria completamente o mundo, pois ninguém teria o exemplo dos dois desastrosos eventos anteriores. Porém o que parece é que Judeus e Palestinos preferem fechar os olhos, e deixar que sua religião(que por sinal deveria fazer bem as pessosas) destrua-nos sem piedade.
    E acredito que o documentário mostra bem tudo isso. Mostra uma realidade que 99% da população não tem idea de o que é, como se orginou, o que é a faixa de gaza, etc. Além disso também não sabemos até que ponto a imprensa influência, mas o fato de você trazer entrevistas com pessoas que viveram e vivem o conflito, e ser de fato imparcial, nos mostra que o objetivo do filme não é nos influenciar para um lado, e sim nos esclarecer. O problema é que mesmo que nós, cidadões de um pais que não participa do conflito, estejamos cientes do que o que acontece, infelelizmente poucos irão tentar mudar essa realidade que parece não ter fim, com mortes, guerras, violência que inclusive não vem de hoje, e sim de um passado comturbado, com brigas por territórios, e interesses economicos em jogo(como sempre). O fato é que precisa-se mais do que um interesse de trégua entre Palestina e Israel(o que parece impossivel), e sim um interesse global, em que países como EUA pensem mais na vida no que no dinheiro(o que parec mais impossivel ainda).

  47. Adilson Ângelo Jr. disse:

    Primeiramente queria dizer que o documentário da BBC sobre a orgigem da Nação de Israel foi muito bom e, na maior parte, imparcial, o que é necessário num gênero como este, pois ele mostra cada lado e não se mostra a favor de alguem, como diz no filme “Para uns terroristas, para outros Guerreiros de Libertação”. Como já diria o filósofo “Cada ponto de vista é a vista de um ponto”.

    É muito interessante analisar os combatentes da guerra, ouvir as acusações trocadas pelos lados, pois a partir daí o espectador (corrigindo Tácio – isso é um vídeo, não se lê vídeo, se bem q tem legenda, mas mesmo assim: não se lê vídeo) tira suas próprias conclusões.

    Analisando a guerra, esta foi uma guerra interessante e que deixa rivalidade até os dias hoje, por um povo molestado por uma guerra mundial, pela dizcriminação, sem um país, etc. e o outro que tinha seu lugar no planeta e foi tomado por dezenas de milhares de extrangeiros que tomaram seu lugar sagrado.

    É interessante também a reação e a ação internacional na guerra, a exemplo da Inglaterra, que só fez botar lenha na fogueira e ficou contra os dois lados; e a ONU que quase não teve atuação na guerra, só aparecia de vez em quando.

    Enfim, ótimo vídeo, parabéns BBC e F5!

    Adilson Ângelo Jr. 9ºB

  48. Maria Carolina Aguiar disse:

    O documentário da BBC sobre o nascimento de Israel foi muito bem construindo, o país sofre até hoje com os ataques entre palestinos e israelenses, e justamente, esse foi o tema a ser abordado no documentário, no qual buscou um equilíbrio entre ambos os lados.
    Pensando que a guerra de independência de Israel seria passageira, 700.000 palestinos fugiram do país, deixaram suas casas para traz, tudo que tinham, uns até jóias e dinheiro. Enquanto estavam refugiados, os judeus, que eram perseguidos pelos nazistas encontraram naquele espaço seu novo lar, assim,os palestinos foram surpreendidos por Israel que os impediram de voltar. Narrando esses fatos, o documentário ressalta o ponto de vista em que os judeus seriam vitimas dos nazistas, que os perseguiam, e faziam atrocidades, o que não deixa de ser uma grande verdade. A Inglaterra, que não tinha muito haver com a história, mas apoiou os judeus, apoiou a idéia de um novo estado dentro da Palestina, terra que não é do poder deles, estado no qual seria do povo judaico, mas a tentativa não obteve sucesso, e foi fracassada.
    Israel usa ataques aéreos, e incursões terrestres, os palestinos lançam foguetes contra as cidades fronteiriças de Israel. Em pleno século XXI, é absurdo que uma herança da Segunda Guerra Mundial, ainda seja presente na vida desses povos. Qual o objetivo dessa guerra? Sabemos que não é possível seguir assim, então porque não se movimentam em busca de acordos de paz, uma solução pacifica e racional, e não permanecer no erro, quantas vidas já foram perdidas nesse meio, precisa-se de mais para chocar o mundo?

  49. Maria Luiza Beltrão disse:

    Esse documentário expõem claramente as versões dos povos israelenses e palestinos na Guerra. Os Judeus tinham um propósito, que era a fundação de um estado independente para o seu povo. Os palestinos não se opunham a esse estado, desde que não fosse em seu território. O documentário não defende Judeus ou Palestinos, apresenta sim as razões e as versões de cada povo.
    Ficou bem claro no decorrer do vídeo que os povos utilizaram-se da religião como força divisora em busca de um único objetivo: a autonomia nas terras. Os momentos que os soldados que passaram por essa guerra relatavam detalhes de como se sentiam, e o que pensavam, foi o mais interessante. Eles sempre defendendo sua pátria e sua honra. Preferindo se matar do que ser morto pelo adversário. Tenho que admitir que por a existência de uma pessoa em risco já não é nada fácil, imagine quando se trata da própria pessoa. Será que na cabeça daqueles indivíduos da época e atualmente existem limites? Se é que essa palavra faz parte de seus vocabulários. Quantos sonhos se perderam naquela massa cinza que hoje só serve para contar uma história? E por incrível que pareça, atualmente essa ‘’Guerra Santa’’ ainda é sustentada pela religião, podendo considerar este o principal combustível para morrer. Na verdade, hoje se mata e se pratica terrorismo.
    Está claro que nenhum desses dois povos podem está felizes, pois ainda não encontraram verdadeira a paz.

  50. Ricarth disse:

    Minha opinião?
    Para mim este documentário, não é um documentário que lhe agrada, e lhe dá vontade de continuar assistindo. E não estou falando porque é só uma tarefa, mas sei o que falo (Já assisti documentários que chamava mais atenção), vai ver era o tema. Hipótese, agora argumentos. É legendado, a legenda é diferente, como se não fosse do filme, como se fosse posta depois (acho que foi mesmo, diversas vezes ela fica sobre os nomes dos entrevistados, além de horas ela não estar sincronizada, um pequeno delay). Além disso, ele é repetitivo, e cansativo, duas características, que atraem muito o espectador. E por fim estava no YouTube, para quem tem internet rápida (como eu) em casa é bom, mas quem não tem? Assistir um documentário de 58 minutos (Cinquenta e oito minutos, lembre-se que escola é uma coisa, casa é outra), em partes, travando deve ter sido ótimo. Agora algumas pequenas partes boas. O documentário, passa vídeos antigos, enquanto fala do assunto abordado, o que facilita um pouco na compreensão, faz com que nos fiquemos um pouco mais familiarizados com o tema. Usa de várias entrevistas, e quando não tem o que mostrar mostra o narrador falando (não digo que isso seja um defeito/qualidade só deste documentário). Pelo menos, ás vezes mostra em ele em lugares estratégicos, que batem com o tema falado, como por exemplo quando ele vai para o “Lugar mais sagrado das orações judias” o Muro Ocidental. É, uma coisa boa é que ele mostra, as vezes, em lugares por gravações que eles mesmo fizeram, e como é mais atual, dá para ver alguma coisa. E toca de vez em quando uma “musica arabe” de fundo, só para dar uma alegria. É, só isso bom. Mas isso tudo é sobre o filme, não sobre a História, não culpo-a de ter vindo a mim através deste. Se bem que é uma história complicada…

    A história, como ela é contada.

    Pelo menos nisso ele acertou, finalmente! O filme se mantém imparcial. Ia ser ótimo ver um filme além disso tudo, que só conta um lado da moeda (além do mais se trata de uma guerra). Enfim, é, o filme é bastante equilibrado entre os palestinos e os israelenses na guerra. E se você parar para pensar, os dois estão certos e os dois estão errados. Os judeus queriam o seu Estado independente, enquanto os palestinos não tinha nada contra a criação deste, mas só não podia ser no território deles (o problema da venda de territórios). Guerra é trágico, e quem começa ou participa de uma guerra nunca está certo. Ele pode defender a causa mais nobre do mundo. Mas NUNCA é necessário começar uma guerra. Todos os conflitos podem ser resolvidos de forma pacífica, por mais complicado que ele seja. A religião é a motivação deles (e realmente é um grande forte, essa não é a primeira, nem será a ultima guerra por causa de religião), é como está consciente que ele o soldado está lutando não só por ele, mas sim pela honra, pela religião, pelo Estado, e etc. Isso faz que qualquer um ache que sua causa é a correta. Há morte de pessoas que talvez nem saiba o que está se passando.

    Este conflito se arrasta até hoje, mesmo depois de 62 anos de inicio, mas no documentário, o mostra também em relação a períodos históricos, tais como a Segunda Guerra Mundial. Isso é bom, porque pelo menos com esses, estamos situados. Guerra sempre (ou pelo menos na maioria das vezes, é sempre ruim para os dos lados) e como até hoje eles não conseguiram a paz… Bem, eu não posso fazer nada.

    É isso, o documentário e o assunto são bons, mas com essas falhas. A guerra é uma guerra. E a guerra não é uma coisa boa. Repito, foi bom o documentário se manter imparcial, principalmente por aborda um conteúdo de guerra.

    Fim.

    PS.: Se lendo isso você se sentiu um pouco perdido, sabe, tendo que voltar um pouco para ler de novo e finalmente entender, parabéns! Você sentiu, o que eu senti ao ver o documentário. (Não era meu objetivo)
    PS.: Parabéns pela tarefa, está ficando igual a dos outros professores do CAp. (Lembre-se, nada pessoal Luiz Paulo, é uma crítica a forma de aprendizagem, e não a você.)
    PS.: É né, atrasei 6 horas e meia, (se bem que se fosse em uma aula, teriamos 48 horas, da terça para quinta, e tenho certeza que você não passou a atividade de 6:30 da terça, mas tudo bem) sou o ultimo mesmo, depois do prazo, tenho o direito de permanecer em silencio. Ou não, continuando… Por causa desse atraso, você pode aceitar ou não meu comentário, mas pelo menos mostrei que assisti o documentário, e fiz a tarefa, portanto sei o assunto.

    Minha ultima palavra,
    Ricarth Ruan da Silva Lima.

  51. Danilo Luna disse:

    Pra mim que nunca tive muito conhecimento sobre a Faixa de Gaza eu achei o video meio complicado de aprender, porque ele fala de locais diferentes, de povos diferentes e datas distintas, mas pelo o que eu entendi um dos locais principais do tema é Jerusalém e a Faixa de Gaza, os povos principais seriam os arabes e os judeus, e um dos anos mais importante seria o de 1938 (quando Israel ficou independente, e então os palestinos começaram a se sentir ameaçados por ele.
    Em relação ao posicionamento do video, eu não vi muito de ele pender para um lado, eu acho que ele tentou falar diretamente o que aconteceu para ficar na nossa interpretação. Havia horas que eu sentia que a Palestina tinha uma inveja de Israel, por ela conseguir ser bem avançada na agricultura e etc, mas haviam horas que eu viam os arabes como ruins, ao ficarem de apoio com os nazistas e tornar “os judeus refugiados em sua propria terra”. Durante o video a gente acaba ficando com pena dos judeus, e fica pensando que ele deveria ter realmente um estado independente só para eles, mas que a divisão britânica estaria errada, ao dar mais da metade de um territorio para uma etinia menor. Então, eu mesmo, que estou tentando ver de vários ângulos e não só o de um povo, fico realmente na dúvida de quem está certo, quem está errado e quando este impasse de 62 anos irá ter fim.

  52. Maria Eduarda disse:

    Percebi que a história descrita pelo documentário possui várias interpretações, nas quais são apresentadas no filme. Percebi que os palestinos se dizem confrontados pelos israelenses, porque os mesmos segundo os palestinos, invadiram as terras que já tinham dono. Porém os israelenses dizem que os confrontos que estão ocorrendo até hoje, são por causa que no passado, quando foi oferecido aos palestinos, metade do território que hoje compreende Israel mais a Palestina, eles não aceitaram. Os palestinos também dizem que os israelenses são oportunistas, pois os palestinos apesar de terem possuído aproximadamente o dobro da população judaica, ficou com menos da metade das terras que possuíam antes da invasão dos não-árabes. Ainda, é colocado que eles não sabem como, mas possuem consciência que essa guerra deve cessar, porém isso é difícil de ocorrer, porque existe uma cidade chamada Jerusalém que é importante para ambos os lados, que está em disputa. Mostrando além disso, a enorme vontade dos palestinos de recuperar o que segundo eles foi roubado.
    Tive uma leve impressão que o vídeo defende mais os palestinos, pois colocas várias perguntas de acusação para os judeus, que como conseqüência pode ser usada como defesa pelos palestinos, como por exemplo: Se a grande quantidade de refugiados palestinos foi causado por causa dos ataques israelenses, e em seguida colocam um depoimento de um judeu afirmando que o objetivo não era amedrontar seus inimigos, e assim fazer com que os mesmos fugirem, porém reconhecendo que isso ajudo Israel em seus objetivos de conquistas. Ou seja, faz perguntas que até mesmo os israelenses não conseguem se defender, tendo que admitir seus erros e vantagens.

    OBS: Luiz Paulo pensei que era pra enviar pro seu e-mail, enviei o comentário terça de tarde, só que quando vim ver a segunda tarefa na quinta, vi que era pra ter postado aqui a resposta da terça, então está ai. Maria Eduarda 9ºanoB

  53. Tibério Araújo disse:

    O documentário mostra o momento antes da segunda guerra mundial, em que há uma boa relação entre os sionistas e os vizinhos árabes. Ele também retrata a influência britânica no Oriente Médio, que queria a confiança do povo judeu e que dizia-se a favor da criação de um estado judeu. Ele também mostra a intervenção da ONU na povoação judaica na Europa, que foi quando os judeus sobreviventes ao massacre da segunda guerra fugiram. Ele também mostra a votação para um estado para esse povo, que seria Israel. O documentário também mostra o sofrimento dos judeus por parte de Hitler na Europa, forçando-os a sair do país e entrar na terras dos Palestinos que haviam saído e que imaginavam voltar em 2 ou 3 meses.
    O documentário, na minha opinião pendeu um pouco para o lado dos palestinos, defendendo-os como os inocentes, que não fizeram nada e que estavam sofrendo sem culpa. Eu concordo com um dos entrevistados do documentário que diz que eles não podem ficar lutando um contra o outro pra sempre. Vai ter uma hora que eles vão ter que sentar e resolver isso de um jeito pacífico, com uma negociação. Dois não briga quando um não quer.

  54. Leonardo Henrique disse:

    O documentário mostra bem no início como foi trágico o conflito de 60 anos atrás, entre Israel e a Palestina, com várias mortes devido ao lançamento de milhares de foguetes, e o pior de tudo é que ambos os lados ficavam se acusando pelos fatos ocorridos, e são atitudes como essa que fazem com que o conflito continue até os dias atuais. Nos dias atuais os israelenses comemoram o fato de ter construído uma nação forte, mas no caso dos palestinos, eles lembram apenas de desapropriação e exílio, já que os palestinos foram forçados a sair de sua própria terra. Eu consigo imaginar como terrível seria ser um palestino naquela época, ver seu povo, sua cultura, desaparecer aos poucos. Mas de fato deu pra perceber que todo o documentário apóia o lado dos palestinos, e, na minha opinião estão corretos, já que quem sofreu com tudo foram os palestinos. Vale ressaltar que há vários pontos de vista, e que os corretos poderiam ser na verdade os israelenses, porém não ficou muito claro o motivo de todo esse conflito. Hoje, alguns palestinos se encontram numa situação social muito ruim, com pequenas barracas juntas lembrando o formato de uma “favela” , como por exemplo o campo de refugiados de Deheishe.
    Um dia esses dois povos terão que se encarar e apertar as mãos para que vivam tranqüilamente num futuro próximo, não podem continuar se confrontando pra sempre, porque isso só vai gerar mais mortes e mais dor nas famílias, tanto dos palestinos como dos israelenses.

  55. Ygor Leonardo disse:

    A característica principal,percebida por mim no documentário,é que ele mostrou os dois lados da guerra,fazendo com que ficássemos em dúvida,em relação a escolha,de qual é o culpado e qual é o inocente.Especificamente este vídeo,não toma uma posição de nenhum dos lados,diferente,dos livro por exemplo,que de alguma forma,conseguem fazer com que olhemos apenas um lado.Por ele colocar essa questão em nossa cabeça,não se consegue decidir qual foi o culpado.Já que é bem retratado o sofrimento das pessoas envolvidas,pois quando falamos em quem foi o culpado,não pensamos que houveram muitas mortes,houve sofrimento de ambos os lados,independente de quem foi o culpado.

    A história em si,envolve muitos acontecimentos,como a intervenção da ONU.E como a maioria da causa dos conflitos,esse é mais um,onde o grande motivo é pelo território,onde a palestinos e israelenses,lutando com todas as forças,sem se importar com os habitantes.Se cada um dos países,não estivessem preocupados com o território,talvez essa guerra nunca tenham acontecido,e o pior de tudo,as conseqüências realizadas por ela ficaram marcadas pra sempre na memória e na história de seus países.E a última coisa que é de importância,ressaltar é que mostra que até hoje,esse conflito traz problemas pra população,a “raiva” que um povo sente do outro,será difícil de superar.
    Ygor Leonardo, 9ºanoA.

  56. Alan Victor disse:

    O documentário aborda, com argumentos e versões diferentes, uma mesma guerra: o conflito israelo-palestino. O documentário não apoia nem desvaloriza nenhum dos dois combatentes. Ele aborda, de modo cronológico, o que ocorreu neste período. Ao longo do documentário, a história é cortada por alguns comentários tecidos por pessoas cujas idéias são bem diferentes. E é isto, em minha opinião, que torna o vídeo interessante.
    Desde o fim do século XIX até os dias atuais, existem conflitos sustentados por idéias diferentes. Esta luta, mesmo tendo passado em 1993 por acordos de paz, nunca acabou. Alguns fatores que ocorreram na Europa, principalmente em relação a Hitler, alimentaram esta guerra. Em um momento, os palestinos se defendem afirmando terem sido confrontados pelos israelenses, pois estes invadiram terras já ocupadas. De outro lado, os israelenses afirmam que quando se ofereceu parte das terras aos palestinos, eles não aceitaram.
    Enfim, não existe um culpado, vilão, santinho, nem nada. Os dois combatentes contribuíram, e muito, para um conflito interminável. Assim como na guerra fria, que não existe inocente; assim como em qualquer guerra, não existe inocente; neste conflito, não é diferente.

  57. Bruna Siqueira disse:

    Bem, o documentário demonstra com clareza as atrocidades cometidas por ambos os lados, mas não esclareceu exatamente o motivo pelo qual este conflito foi iniciado. Bem, os palestinos e os israelitas, antes, conviviam na mesma região pacificamente, o problema começou quando, estimulados pelos israelitas, outros mais começaram a chegar no país, o aumento da quantidade desse povo assutou os palestinos, já que temiam ser exterminados. Ficou claro que essa imigração prejudicou a relação entre esses povos, mas este não foi o único motivo, outro agravante foi a primeira guerra mundial, com Hitler perseguindo os judeus, isso acarretou numa busca por refúgio, neste caso, a Palestina, os árabes não se agradaram, pois sabiam que o inicio da construção de um país israelita dentro da palestina estava cada vez mais claro, o que favorecia os judeus era o fato de serem mais numerosos e ainda sob o pretexto que Hitler acabara de lhes dar, mas os palestinos reagiram, e para amenizar a situação a ONU resolveu interfirir, mas não adiantou de muita coisa, já que os palestinos vêem os israelitas como invasores e não admitem a criação de Israel, e, como o problema será resolvido ninguém sabe.

  58. Olavo Rocha disse:

    Este documentário é bem interessante e não é necessário ter um grande conhecimento do assunto para compreende-lo. Ele apresenta o lado judeu e o lado palestino de maneira igual sem favorecer nem um dos lados, principalmente no final do mesmo, onde é mostrado a fala de alguém à favor de um lado e depois colocam a fala de outra pessoa de outro lado, repetindo novamente o processo fazendo um jogo de opiniões contrárias, aumentando a indecisão do público sobre que lado escolher.
    O documentário pode ser dividido em três parte: A primeira se refere do momento histórico anterior ao conflito, mostrando de maneira simples os acontecimentos que levaram à formação do conflito, como por exemplo a segunda guerra mundial, que é enfatizada no filme por causa do holocausto, fato que contribuiu com a ideia da formação de um estado judeu;
    A segunda parte se trata dos acontecimentos durante o conflito. Esta é a parte mais longa do documentário e enfatiza as estratégias militares e as relações diplomáticas ocorridas neste período;
    E a terceira e última parte, e de menor duração também, faz uma finalização do tema e o leva aos dias atuais, mostrando que mesmo havendo terminado o conflito armado, as pessoas ainda não superaram o ocorrido e ainda há uma certa desconfiança entre os judeus e os palestinos.
    Para finalizar, gostaria de dizer que a formação do estado de Israel é um evento muito importante para a nossa história, e assim como muitos outros, não merece ser esquecido, e este em especial mostra um caso onde os dois lados merecem ganhar, mas mesmo assim foram feitos sacrifícios pelos dois.

  59. Davi Galindo disse:

    Na minha perspectiva, o documentário não é o tipo de atividade que estimula o aluno. Os vídeos são bastante longos e não vão direto ao ponto, empacando no mesmo assunto por muito tempo, tendo uma visão imparcial e não indo direto ao ponto (ao menos foi essa a impressão que eu tive). O assunto, creio eu, é de interesse geral, mas poderia ter sido apresentado de outra maneira. Os vídeos me ajudaram bastante a compreender o que está ocorrendo nesta “região remota” do globo, que aparece frequentemente nos jornais, mas é tratada com desprezo, como se seus habitantes não tivessem inteligência ou uma opinião formada sobre o conflito, como se fossem bárbaros fanáticos que se acostumaram à situação precária de lá. Deve-se admitir, contudo, que o documentário é extremamente cansativo e que ocupou mais tempo do que trabalhos convencionais.
    É louvável que o documentário não se restrinja a apenas um lado da moeda. No final, por exemplo, o espectador fica em dúvida: afinal, de quem foi a culpa, de Israel ou da Palestina? É claro que cada uma das regiões carrega uma parcela da culpa, mas o objetivo dos vídeos não é acusar ninguém, e sim que o espectador forme uma opinião própria. A indecisão é quase inevitável ao assistir o documentário, o que de certa forma compensa o tempo gasto com ele.
    No começo do documentário, são explicados simples e resumidamente os eventos que justificaram o conflito. Descobrimos a tragédia que está por trás de todas as mortes que vieram a acontecer durante o conflito israelo-palestino. O resto do documentário desenrola (lentamente) as opiniões dos palestinos, que acusam os israelitas de parasitarem um território já ocupado e dos israelitas, que dizem que chegaram a oferecer as terras aos palestinos, que por sua vez, refutaram. No final, somos levados aos dias atuais, onde vemos que mesmo com o fim do conflito armado, ainda existe muito desrespeito e desconfiança entre os israelitas e palestinos, além do inevitável trauma.
    Apesar de ter uma relevância indubitável, eu percebi que as pessoas não levam muito em conta a tragédia que levou a criação do Estado de Israel. Muitos falam sobre os ‘herois’ que se sacrificaram pelo bem maior, mas não lembram realmente deles. Não lembrar dos sacrifícios, para mim, faz com que o resultado perca todo o valor.

  60. Pedro Melcop disse:

    Eu gostei muito do documentário. Explica de maneira bastante clara a criação do Estado de Israel, as primeiras guerras árabe-israelenses e as migrações em massa dos judeus para o território da Palestina e dos palestinos para lugares refugiados, como a faixa de Gaza.
    Para mim, o filme apresentou em geral uma versão imparcial do tema, às vezes pendendo um pouco para o lado dos palestinos, bem como para o dos israelenses, mas trouxe os argumentos de ambos os lados.
    Quando os judeus começaram a chegar em massa à Palestina, depois do fim do Império Turco, à época do mandato britânico, os árabes foram forçados a sair de suas casas e ir para campos de refugiados, provocando um problema que até hoje gera hostilidade entre palestinos e israelitas.
    Como a versão apresentada no documentário, também acho que a decisão da primeira guerra israelo-árabe foi devida à logística e organização. Com melhor treino, os israelenses venceram.
    Os termos “holocausto”, “massacre” e afins foram usados durante o filme todo, os dois lados se reportando como vítimas. Além disso achei muito interessante a condição de alguns dos primeiros judeus na Palestina como terroristas, porque usualmente nos meios de comunicação os terroristas são os palestinos.
    Atualmente não há uma solução viável a curto prazo para este conflito. Israel terá de retirar todos os assentamentos da área do futuro Estado Palestino e um acordo terá de estabelecer uma fronteira justa. Ambos lados cometeram erros, então é muito complicada uma resolução para esse problema.

  61. Pedro Melcop disse:

    Gostaria pedir desculpas pelo atraso na entrega dos comentários, mas é porque o fim de semana todo eu estive em Maria Farinha, e lá o modem da internet não pega bem (a internet é muito lenta e o modem esquenta depois de um tempo e a internet cai). Aí eu fiz os comentários e salvei no meu pen drive, mas só pude enviar agora porque eu vim direto do colégio para o meu inglês e depois do clube, e saí de lá tarde. Mas espero que isso não afete o tempo hábil para a correção.

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